Volta ao lar (XLIV)
Craques de verdade, extra classes, foras de série como Zico, Rivelino são raros
Há 17 anos - 29/09/2009 17:45
Volta ao lar (XLIV)

OUTRA LIÇÃO DE MESTRE, DO MESTRE



Lá por 1975 o Guarani de Campinas pintou no pedaço com grupo bastante promissor de jovens – do goleiro ao ponta esquerda eram pratas da casa. Ou como diria o polaco, “criaçon própria”.



Salto no...escuro



No ano seguinte, a diretoria decidiu dar um “salto à frente”. E foi às compras, compulsivamente. Não ficou pedra sobre pedra: o jovem grupo vendido, trocado, emprestado, dado, dispensado; as fileiras ocupadas por atletas problemáticos, de grande futuro no passado. Como Campos, apanhado no antidoping.



Bem, mas...



Numa conversa com o Russo, elogiei o pessoal do Guarani (excelente negócio...); ele não se impressionou:



- Faria diferente.



- ?



- Ao invés de liquidar a base, de gastar em tantos negócios duvidosos, manteria o grupo e compraria um craque, apenas um, não mais que um!



- Quem?



- Zico ou Rivelino.



E mais não disse. Nem lhe foi perguntado.



P.S.:



A maioria dos rapazes se deu bem nos outros clubes; o novo Guarani não durou uma temporada; naufragou no meio do ano. Zico? Rivelino? Bem, deixa pra lá.



Do craque



Craques de verdade, extra classes, foras de série como Zico, Rivelino são raros. E aparecem cedo. Com 15, 16, 17 anos no máximo. Antes dos 20 são titulares ou brigam por vaga na Seleção. É a regra. Confirmada pelas calçadas da fama daqui e dalém mar. Confira. (A do João Máximo, “Gigantes do futebol brasileiro”, é excelente, está esgotada, pede atualização.)

Volta ao lar (XLIV)
Craques de verdade, extra classes, foras de série como Zico, Rivelino são raros
Há 17 anos - 29/09/2009 17:45
Volta ao lar (XLIV)

OUTRA LIÇÃO DE MESTRE, DO MESTRE



Lá por 1975 o Guarani de Campinas pintou no pedaço com grupo bastante promissor de jovens – do goleiro ao ponta esquerda eram pratas da casa. Ou como diria o polaco, “criaçon própria”.



Salto no...escuro



No ano seguinte, a diretoria decidiu dar um “salto à frente”. E foi às compras, compulsivamente. Não ficou pedra sobre pedra: o jovem grupo vendido, trocado, emprestado, dado, dispensado; as fileiras ocupadas por atletas problemáticos, de grande futuro no passado. Como Campos, apanhado no antidoping.



Bem, mas...



Numa conversa com o Russo, elogiei o pessoal do Guarani (excelente negócio...); ele não se impressionou:



- Faria diferente.



- ?



- Ao invés de liquidar a base, de gastar em tantos negócios duvidosos, manteria o grupo e compraria um craque, apenas um, não mais que um!



- Quem?



- Zico ou Rivelino.



E mais não disse. Nem lhe foi perguntado.



P.S.:



A maioria dos rapazes se deu bem nos outros clubes; o novo Guarani não durou uma temporada; naufragou no meio do ano. Zico? Rivelino? Bem, deixa pra lá.



Do craque



Craques de verdade, extra classes, foras de série como Zico, Rivelino são raros. E aparecem cedo. Com 15, 16, 17 anos no máximo. Antes dos 20 são titulares ou brigam por vaga na Seleção. É a regra. Confirmada pelas calçadas da fama daqui e dalém mar. Confira. (A do João Máximo, “Gigantes do futebol brasileiro”, é excelente, está esgotada, pede atualização.)