AVANÇO&ESTAGNAÇÃO
Entre 69&70 uma seleção iugoslava andou pela América do Sul a jogar amistosamente; era dirigida pelo Melanic. Consagrado por passagens pelos grandes clubes europeus. Supervisor da seleção brasileira, Russo foi a Montevidéu com o chefe da preparação física, Admildo Chirol. Fazer o quê? Ver os iugoslavos e rever o Melanic, que conhecera num seminário global de treinadores patrocinado pela Fifa um ano antes.
ENCONTRO
Um dos encontros pintou no gramado do legendário Estádio Centenário. Onde o Russo pediu ao Melanic para fazer uma demonstração-treinamento de goleiro. Que o Chirol filmaria. Muito bem.
A LIÇÃO
Você tem idéia do número de exercícios aos quais os goleiros foram submetidos antes de irem pro gol? Ou antes de começarem a defender os chutes? Por extenso, sessenta e cinco!!!!! Todos minuciosamente filmados pelo Chirol. Que na volta triunfal ao patropi e à seleção utilizou... três apenas...
AVANÇO
É verdade, de lá pra cá os métodos de treinamento aqui mudaram bastante, pra melhor – um dos efeitos pode ser visto no gol; hoje é raro encontrar goleiro brasileiro ruim. No entanto, alguns péssimos cacoetes do passado persistem. Citarei dois: o treino coletivo como rotina e o dois toques (ou rachão).
SIM, MAS...
Claro, presumivelmente as equipes se preparam na assim chamada pré-temporada; presumivelmente, abririam a temporada com as lições bem decoradas, tudo ensaiado, etc.; e ao longo da temporada fazem pequenas mudanças, ajustes, reajustes. Também ao longo da temporada os treinos são mais para manutenção da forma, presumivelmente adquirida na pré-temporada. Certo?
Errado. Porque a nossa pré é curta: no máximo duas semanas, quando o mínimo deveria ser de três ou 21 dias. Daí a necessidade de muito trabalho, especialmente nos períodos de jogos apenas nos finais de semana. Tema pra próxima coluna. (Visite www.negopessoa.com/blog)
AVANÇO&ESTAGNAÇÃO
Entre 69&70 uma seleção iugoslava andou pela América do Sul a jogar amistosamente; era dirigida pelo Melanic. Consagrado por passagens pelos grandes clubes europeus. Supervisor da seleção brasileira, Russo foi a Montevidéu com o chefe da preparação física, Admildo Chirol. Fazer o quê? Ver os iugoslavos e rever o Melanic, que conhecera num seminário global de treinadores patrocinado pela Fifa um ano antes.
ENCONTRO
Um dos encontros pintou no gramado do legendário Estádio Centenário. Onde o Russo pediu ao Melanic para fazer uma demonstração-treinamento de goleiro. Que o Chirol filmaria. Muito bem.
A LIÇÃO
Você tem idéia do número de exercícios aos quais os goleiros foram submetidos antes de irem pro gol? Ou antes de começarem a defender os chutes? Por extenso, sessenta e cinco!!!!! Todos minuciosamente filmados pelo Chirol. Que na volta triunfal ao patropi e à seleção utilizou... três apenas...
AVANÇO
É verdade, de lá pra cá os métodos de treinamento aqui mudaram bastante, pra melhor – um dos efeitos pode ser visto no gol; hoje é raro encontrar goleiro brasileiro ruim. No entanto, alguns péssimos cacoetes do passado persistem. Citarei dois: o treino coletivo como rotina e o dois toques (ou rachão).
SIM, MAS...
Claro, presumivelmente as equipes se preparam na assim chamada pré-temporada; presumivelmente, abririam a temporada com as lições bem decoradas, tudo ensaiado, etc.; e ao longo da temporada fazem pequenas mudanças, ajustes, reajustes. Também ao longo da temporada os treinos são mais para manutenção da forma, presumivelmente adquirida na pré-temporada. Certo?
Errado. Porque a nossa pré é curta: no máximo duas semanas, quando o mínimo deveria ser de três ou 21 dias. Daí a necessidade de muito trabalho, especialmente nos períodos de jogos apenas nos finais de semana. Tema pra próxima coluna. (Visite www.negopessoa.com/blog)