Clássico é clássico...
Não é diferente na semana do primeiro Atle-Tiba da temporada, rivalidade mexe com a cidade
Há 13 anos - 21/02/2013 21:39
Clássico é clássico...
Como definir um clássico? Pergunta difícil, que a cada novo confronto entre rivais faz com que vejamos aquelas famosas perguntas e respostas tradicionais do futebol. É assim que segue a semana do Atle-Tiba 316, com muita cautela nas palavras e trabalhos intensos em campo.

Afinal, quem pode arriscar definir qual o melhor caminho para se vencer um grande clássico? Qual é esse segredo que todos querem guardar a sete chaves?

Mesmo antes da partida diante do Rio Branco, já era comum ouvir as perguntas sobre o Atle-Tiba desta penúltima rodada. O volante Gil, em coletiva na última semana já havia definido: “Será um jogo de detalhes, de muita concentração. São duas camisas de muita tradição”.

E por aí vai. À medida em que a partida se aproxima é ainda mais comum ouvir as palavras: detalhes, concentração, respeito, atenção, humildade, pés no chão. Afinal, clássico é clássico.

E justamente os atletas mais experientes se prendem a palavras tão rotineiras para poder definir a grandeza desse momento. “Clássico é uma série de fatores, você estar em um bom dia, é o detalhe, a concentração”, aponta o zagueiro Pereira.

O lateral Patric também não se arrisca a fugir desse clichê tão necessário nessa semana de cuidados. “Se tratando de um clássico e de tudo que se envolve nesta semana será um jogo difícil. Vamos enfrentar jogadores de qualidade, que vestem a camisa do Atlético-PR”, emenda.

Afinal, essa magia do clássico está no coração do torcedor, de quem ama e acompanha fielmente seus clubes, afinal, com onze atletas de cada lado, a grande diferença desse jogo entre rivais está justamente nessa definição que perseguimos tentando o explicar e que se ressume de maneira redundante: “clássico é clássico”.

“Em todo o jogo você é cobrado, precisa mostrar sua capacidade. Mas um clássico mexe com o torcedor, mexe com a rivalidade e é um pouco diferente por conta disso”, finaliza o experiente Pereira.
Clássico é clássico...
Não é diferente na semana do primeiro Atle-Tiba da temporada, rivalidade mexe com a cidade
Há 13 anos - 21/02/2013 21:39
Clássico é clássico...
Como definir um clássico? Pergunta difícil, que a cada novo confronto entre rivais faz com que vejamos aquelas famosas perguntas e respostas tradicionais do futebol. É assim que segue a semana do Atle-Tiba 316, com muita cautela nas palavras e trabalhos intensos em campo.

Afinal, quem pode arriscar definir qual o melhor caminho para se vencer um grande clássico? Qual é esse segredo que todos querem guardar a sete chaves?

Mesmo antes da partida diante do Rio Branco, já era comum ouvir as perguntas sobre o Atle-Tiba desta penúltima rodada. O volante Gil, em coletiva na última semana já havia definido: “Será um jogo de detalhes, de muita concentração. São duas camisas de muita tradição”.

E por aí vai. À medida em que a partida se aproxima é ainda mais comum ouvir as palavras: detalhes, concentração, respeito, atenção, humildade, pés no chão. Afinal, clássico é clássico.

E justamente os atletas mais experientes se prendem a palavras tão rotineiras para poder definir a grandeza desse momento. “Clássico é uma série de fatores, você estar em um bom dia, é o detalhe, a concentração”, aponta o zagueiro Pereira.

O lateral Patric também não se arrisca a fugir desse clichê tão necessário nessa semana de cuidados. “Se tratando de um clássico e de tudo que se envolve nesta semana será um jogo difícil. Vamos enfrentar jogadores de qualidade, que vestem a camisa do Atlético-PR”, emenda.

Afinal, essa magia do clássico está no coração do torcedor, de quem ama e acompanha fielmente seus clubes, afinal, com onze atletas de cada lado, a grande diferença desse jogo entre rivais está justamente nessa definição que perseguimos tentando o explicar e que se ressume de maneira redundante: “clássico é clássico”.

“Em todo o jogo você é cobrado, precisa mostrar sua capacidade. Mas um clássico mexe com o torcedor, mexe com a rivalidade e é um pouco diferente por conta disso”, finaliza o experiente Pereira.