A aplicação do time coxa-branca não foi suficiente para decretar uma vitória contra o Botafogo dentro de casa. E para o técnico Renè Simões, a grande diferença foi a arbitragem, que deixou de marcar um pênalti claro em Marcos Aurélio quando o jogo estava empatado em 1x1 e ainda deu um cartão amarelo para o jogador.
"Entrei com a mesma formação que jogamos conta o Grêmio e São Paulo. Se tivesse encaixado o último passe, estaria perfeito. Como não encaixou, eles saíram na frente. No segundo tempo tivemos que empurrar o time pra cima deles e abrimos mesmo, corremos riscos no meio campo, mas o time em determinado ponto dominou o jogo e dependeu da vontade do árbitro", resumiu.
O lance foi tema de muita reclamação da torcida e do time coxa-branca. "No segundo tempo o time foi bem e teve sorte também, tomou conta. Fez o gol e depois todo mundo viu o que aconteceu. Se faz 2x1 naquele momento, vira o jogo e tudo muda. Podia ser uma catástrofe, foi um desastre e poderia ter sido uma epopéia".
Além da penalidade, outras atitudes da arbitragem mereceram destaque de Renè. "Conversei com o 4º árbitro, porque um jogador que faz 10 faltas não pode ficar dentro de campo. O Batista fez cinco faltas no primeiro tempo, e só levou cartão amarelo na 9ª. Ele parou todas as jogadas e não deixou o Márcio jogar. Não é isso que faz você errar o último passe, mas são detalhes que influenciam na obra".
Sobre os cartões levados pelos atletas coritibanos, o treinador fez questão de ressaltar que foram levados rapidamente, e não apenas após 10 faltas. “Isso faz toda a diferença do mundo", declarou Simões.
E já falando da partida que talvez o time tenha que jogar fora de seus domínios por determinação da justiça, Renè deixa claro seu ponto de vista. "Eu teria interesse em jogar aqui com a nossa torcida. Sou totalmente contra a violência, tem que ser punido mesmo. Mas é um fato inédito uma equipe ser punida fora do seu estádio. Estou querendo entender até agora, embora eu ache que qualquer violência tem que ser punida".
E ele explica o porquê de querer tanto jogar em casa, ao lado da torcida. "O que eu gosto na Império é que você toma gol e ela começa a gritar "Coxa" e não para nunca. Acho que muitos torcedores deveriam aprender a torcer como a Império", afirmou o comandante ao final da coletiva.
A aplicação do time coxa-branca não foi suficiente para decretar uma vitória contra o Botafogo dentro de casa. E para o técnico Renè Simões, a grande diferença foi a arbitragem, que deixou de marcar um pênalti claro em Marcos Aurélio quando o jogo estava empatado em 1x1 e ainda deu um cartão amarelo para o jogador.
"Entrei com a mesma formação que jogamos conta o Grêmio e São Paulo. Se tivesse encaixado o último passe, estaria perfeito. Como não encaixou, eles saíram na frente. No segundo tempo tivemos que empurrar o time pra cima deles e abrimos mesmo, corremos riscos no meio campo, mas o time em determinado ponto dominou o jogo e dependeu da vontade do árbitro", resumiu.
O lance foi tema de muita reclamação da torcida e do time coxa-branca. "No segundo tempo o time foi bem e teve sorte também, tomou conta. Fez o gol e depois todo mundo viu o que aconteceu. Se faz 2x1 naquele momento, vira o jogo e tudo muda. Podia ser uma catástrofe, foi um desastre e poderia ter sido uma epopéia".
Além da penalidade, outras atitudes da arbitragem mereceram destaque de Renè. "Conversei com o 4º árbitro, porque um jogador que faz 10 faltas não pode ficar dentro de campo. O Batista fez cinco faltas no primeiro tempo, e só levou cartão amarelo na 9ª. Ele parou todas as jogadas e não deixou o Márcio jogar. Não é isso que faz você errar o último passe, mas são detalhes que influenciam na obra".
Sobre os cartões levados pelos atletas coritibanos, o treinador fez questão de ressaltar que foram levados rapidamente, e não apenas após 10 faltas. “Isso faz toda a diferença do mundo", declarou Simões.
E já falando da partida que talvez o time tenha que jogar fora de seus domínios por determinação da justiça, Renè deixa claro seu ponto de vista. "Eu teria interesse em jogar aqui com a nossa torcida. Sou totalmente contra a violência, tem que ser punido mesmo. Mas é um fato inédito uma equipe ser punida fora do seu estádio. Estou querendo entender até agora, embora eu ache que qualquer violência tem que ser punida".
E ele explica o porquê de querer tanto jogar em casa, ao lado da torcida. "O que eu gosto na Império é que você toma gol e ela começa a gritar "Coxa" e não para nunca. Acho que muitos torcedores deveriam aprender a torcer como a Império", afirmou o comandante ao final da coletiva.