Sem poder contar com Marcelinho e Leandro Donizete, suspensos, e dependendo da reavaliação médica do zagueiro Jeci, o treinador Renè Simões não define a equipe que entra em campo amanhã, às 19h30, para enfrentar o Botafogo no Couto Pereira.
"Vamos pensar em algumas coisas e como, sempre, definir junto com a comissão técnica. Quando temos opções, temos sempre que pensar se mudamos ou não. Agora, se não tem, não tem o que pensar", afirma.
Mas, além do adversário, as fortes chuvas na capital paranaense deixam a expectativa de campo encharcado novamente. E, para Renè, esta é outra barreira que o Coritiba deve enfrentar. "Se continuar assim, vai ser o terceiro jogo em campo molhado. Tivemos dificuldades, jogamos péssimamente contra o Barueri e não tão mal contra o Sport. Esse terceiro jogo tem tudo para entender um pouco melhor o campo e começar a fazer algumas coisas diferentes. As bolas têm que ser mais longas, procurar o lado mais seco do campo e jogar por lá", explica.
No restante, o treinador vê evolução. "Algumas coisas vamos arrumando. Estávamos tomando muitos gols e éramos uma das defesas mais vazadas do campeonato, e nos últimos quatro jogos tomamos apenas três gols. Demos um passo à frente nisso. Mas a quantidade de gols que fizemos diminuiu também, mas o de finalizações aumentou. O que precisamos é ser um pouco mais apurados nessa finalização".
O que precisa melhorar, com certeza, é o aproveitamento fora de casa, que tem sido o vilão de vários times brasileiros. "Tem que decolar fora de casa também, vamos corrigir isso. É uma preocupação, mas não preocupa só o Coritiba. A única exceção é o Goiás que ganhou cinco jogos fora de casa".
Sem poder contar com Marcelinho e Leandro Donizete, suspensos, e dependendo da reavaliação médica do zagueiro Jeci, o treinador Renè Simões não define a equipe que entra em campo amanhã, às 19h30, para enfrentar o Botafogo no Couto Pereira.
"Vamos pensar em algumas coisas e como, sempre, definir junto com a comissão técnica. Quando temos opções, temos sempre que pensar se mudamos ou não. Agora, se não tem, não tem o que pensar", afirma.
Mas, além do adversário, as fortes chuvas na capital paranaense deixam a expectativa de campo encharcado novamente. E, para Renè, esta é outra barreira que o Coritiba deve enfrentar. "Se continuar assim, vai ser o terceiro jogo em campo molhado. Tivemos dificuldades, jogamos péssimamente contra o Barueri e não tão mal contra o Sport. Esse terceiro jogo tem tudo para entender um pouco melhor o campo e começar a fazer algumas coisas diferentes. As bolas têm que ser mais longas, procurar o lado mais seco do campo e jogar por lá", explica.
No restante, o treinador vê evolução. "Algumas coisas vamos arrumando. Estávamos tomando muitos gols e éramos uma das defesas mais vazadas do campeonato, e nos últimos quatro jogos tomamos apenas três gols. Demos um passo à frente nisso. Mas a quantidade de gols que fizemos diminuiu também, mas o de finalizações aumentou. O que precisamos é ser um pouco mais apurados nessa finalização".
O que precisa melhorar, com certeza, é o aproveitamento fora de casa, que tem sido o vilão de vários times brasileiros. "Tem que decolar fora de casa também, vamos corrigir isso. É uma preocupação, mas não preocupa só o Coritiba. A única exceção é o Goiás que ganhou cinco jogos fora de casa".