KRÜGER&MAZZA (1475c)
Caro coxa branca. Outro dia, por razões afetivas, fui ao Alto da Glória. A pé, como numa peregrinação de fé&amor. Só não fui de joelho porque doei minhas imortais joelheiras ao museu do rude esporte bretão de São Paulo. (Sou do tempo da joelheira, ai de mim, joelheira que começou a ser aposentada por aqui no longínquo 1958, quando Gilmar decidiu tirá-las na Suécia.)
BIG SURPRISE
- Quem encontrei nos corredores administrativos do Glorioso? Rapaz, dei de cara com o Krüger, flecha loura, craque de bola, a quem tratava com intimidade, inteligência, criatividade. Oh! Quanto riso! Oh! Quanta alegria!
RECUERDO
Krüger (pronuncia-se Kriguer) se tornou personagem do Luiz Geraldo Mazza – à época a casa da família Mazza era à côté do Estádio, na Mauá. E fraterno prolongamento do campo, vestiário, concentração da moçada, segundo lar ou o próprio lar da rapaziada.
Ali, além dos grandes velhos, imperava a inesquecível figura da Alba, espécie de mascote do Coritiba, do time, dos jogadores. Que a amavam, respeitavam, ouviam. Aleluia.
PERSONAGEM E O FÃ
Luiz Geraldo ou Mazza simplesmente (o irmão mais novo, Mazzinha) o justamente famoso jornalista, fanático coxa, era fãzoca do Kruger, como ele gostava de dizer, pronunciar, com u mesmo! Chevalier sens peur et sens reproche na sua empolgação, embalado pelo espírito polêmico, Mazza elevava o grande alemão às nuvens. Na pior das hipóteses o classificava anos luz à frente do Garrincha. Aleluia! (Visite www.negopessoa.com/blog)
KRÜGER&MAZZA (1475c)
Caro coxa branca. Outro dia, por razões afetivas, fui ao Alto da Glória. A pé, como numa peregrinação de fé&amor. Só não fui de joelho porque doei minhas imortais joelheiras ao museu do rude esporte bretão de São Paulo. (Sou do tempo da joelheira, ai de mim, joelheira que começou a ser aposentada por aqui no longínquo 1958, quando Gilmar decidiu tirá-las na Suécia.)
BIG SURPRISE
- Quem encontrei nos corredores administrativos do Glorioso? Rapaz, dei de cara com o Krüger, flecha loura, craque de bola, a quem tratava com intimidade, inteligência, criatividade. Oh! Quanto riso! Oh! Quanta alegria!
RECUERDO
Krüger (pronuncia-se Kriguer) se tornou personagem do Luiz Geraldo Mazza – à época a casa da família Mazza era à côté do Estádio, na Mauá. E fraterno prolongamento do campo, vestiário, concentração da moçada, segundo lar ou o próprio lar da rapaziada.
Ali, além dos grandes velhos, imperava a inesquecível figura da Alba, espécie de mascote do Coritiba, do time, dos jogadores. Que a amavam, respeitavam, ouviam. Aleluia.
PERSONAGEM E O FÃ
Luiz Geraldo ou Mazza simplesmente (o irmão mais novo, Mazzinha) o justamente famoso jornalista, fanático coxa, era fãzoca do Kruger, como ele gostava de dizer, pronunciar, com u mesmo! Chevalier sens peur et sens reproche na sua empolgação, embalado pelo espírito polêmico, Mazza elevava o grande alemão às nuvens. Na pior das hipóteses o classificava anos luz à frente do Garrincha. Aleluia! (Visite www.negopessoa.com/blog)