Numa semana em que os técnicos dos dois times trocaram diversas manifestações de carinho, respeito e admiração, e anteviam um clássico segundo eles; “pegado”, “extremamente bem jogado” e ainda “quem for a 99% para este jogo não ganha, tem que ser 100%”, restou a frustração de havermos perdido uma excelente oportunidade de trazer três pontos da baixada.
O sofrível nível técnico constatado pelas duas torcidas evidenciou que o elemento “ousadia” não fez parte da apresentação, haja vista que, principalmente o Glorioso, somente após uma submissão de mais de 35 minutos, procurou desempenhar um melhor futebol até então caracterizado pela cautela excessiva.
Assim como no vôlei, no futebol é objeto de muitos estudos, o famoso TR, ou seja, o tempo de reação. Na verdade é o fenômeno que ocorre sobre o tempo que um indivíduo leva para tomar decisões e iniciar ações, portanto, representa uma medida do indicador da velocidade de processamento de informação, sendo assim, é uma das medidas mais importantes do desempenho humano em muitas situações.
Entendo que neste clássico de domingo passado frente ao agonizante adversário, em que pesem as modificações efetuadas por seu mandatário técnico maior, o elenco demorou e muito para perceber a fragilidade do oponente, e até aceitando resignadamente por muito tempo o espasmo de correria apresentado, pois tinha a necessidade de mostrar algo diante de sua fanática torcida.
Existem jogos que somente merecem serem analisados os seus resultados, após outro em seguida, e neste caso, resta-nos aguardar o desempenho frente ao Sport-PE para podermos dimensionar se houve realmente avanço neste pálido empate sem gols, ou se ainda não temos a resposta sobre onde o grupo realmente quer chegar.
Numa semana em que os técnicos dos dois times trocaram diversas manifestações de carinho, respeito e admiração, e anteviam um clássico segundo eles; “pegado”, “extremamente bem jogado” e ainda “quem for a 99% para este jogo não ganha, tem que ser 100%”, restou a frustração de havermos perdido uma excelente oportunidade de trazer três pontos da baixada.
O sofrível nível técnico constatado pelas duas torcidas evidenciou que o elemento “ousadia” não fez parte da apresentação, haja vista que, principalmente o Glorioso, somente após uma submissão de mais de 35 minutos, procurou desempenhar um melhor futebol até então caracterizado pela cautela excessiva.
Assim como no vôlei, no futebol é objeto de muitos estudos, o famoso TR, ou seja, o tempo de reação. Na verdade é o fenômeno que ocorre sobre o tempo que um indivíduo leva para tomar decisões e iniciar ações, portanto, representa uma medida do indicador da velocidade de processamento de informação, sendo assim, é uma das medidas mais importantes do desempenho humano em muitas situações.
Entendo que neste clássico de domingo passado frente ao agonizante adversário, em que pesem as modificações efetuadas por seu mandatário técnico maior, o elenco demorou e muito para perceber a fragilidade do oponente, e até aceitando resignadamente por muito tempo o espasmo de correria apresentado, pois tinha a necessidade de mostrar algo diante de sua fanática torcida.
Existem jogos que somente merecem serem analisados os seus resultados, após outro em seguida, e neste caso, resta-nos aguardar o desempenho frente ao Sport-PE para podermos dimensionar se houve realmente avanço neste pálido empate sem gols, ou se ainda não temos a resposta sobre onde o grupo realmente quer chegar.