Renè: "tem que usar tudo em clássico"
Treinador adota tática de não revelar a escalação do time
Há 17 anos - 17/07/2009 23:01
Renè:

Como afirma o técnico Renè Simões, nunca é demais prevenir. E se o clássico Atle-Tiba tem um valor emocional adicionado aos três pontos que valem para o campeonato, não custa nada dificultar o trabalho adversário. É com esse pensamento que ele faz mistério quanto ao time que entra em campo no domingo, para encarar o rival na Baixada.


Simões sabe que esconder a escalação não ganha jogo, mas com certeza dá mais trabalho para o técnico adversário. "Em clássico você tem usar tudo o que for possível e tem que ter muita inteligência e calma para jogar. Vai ser um jogo bonito, difícil, pegado. Só tenho certeza de que quem vai sair fortalecido é o estado do Paraná, pois é um grande clássico", garante.



Mesmo com os mistérios, o treinador diz que não gosta de mexer muito no time; mas, quando é necessária, a mudança acontece. "Eu gosto de mexer muito pouco na minha equipe. Mas você pega um jogador como o Felipe, que tinha feito 15 partidas muito bem e em uma não foi tão bem, daí na outra ele não pode jogar porque está suspenso. Então você coloca outro jogador e ele vai muito bem", comenta, em relação à entrada de Demerson na equipe titular.  E explica: "a gente tenta mexer o menos possível e dentro do momento de cada um você até mexe. As mudanças têm sido pontuais, em função de cartões e lesões."



Se ele não define o time, a tática para a evolução dos atletas não tem segredo. "Nós passamos todas as coisa boas e ruins que fizemos contra o Grêmio. Isso tem se tornado um hábito nosso na apresentação. Corrigimos o que foi errado, reforçamos o aprendizado do que foi certo e assim o jogador mentaliza o que foi passado", revela.







 

Renè: "tem que usar tudo em clássico"
Treinador adota tática de não revelar a escalação do time
Há 17 anos - 17/07/2009 23:01
Renè:

Como afirma o técnico Renè Simões, nunca é demais prevenir. E se o clássico Atle-Tiba tem um valor emocional adicionado aos três pontos que valem para o campeonato, não custa nada dificultar o trabalho adversário. É com esse pensamento que ele faz mistério quanto ao time que entra em campo no domingo, para encarar o rival na Baixada.


Simões sabe que esconder a escalação não ganha jogo, mas com certeza dá mais trabalho para o técnico adversário. "Em clássico você tem usar tudo o que for possível e tem que ter muita inteligência e calma para jogar. Vai ser um jogo bonito, difícil, pegado. Só tenho certeza de que quem vai sair fortalecido é o estado do Paraná, pois é um grande clássico", garante.



Mesmo com os mistérios, o treinador diz que não gosta de mexer muito no time; mas, quando é necessária, a mudança acontece. "Eu gosto de mexer muito pouco na minha equipe. Mas você pega um jogador como o Felipe, que tinha feito 15 partidas muito bem e em uma não foi tão bem, daí na outra ele não pode jogar porque está suspenso. Então você coloca outro jogador e ele vai muito bem", comenta, em relação à entrada de Demerson na equipe titular.  E explica: "a gente tenta mexer o menos possível e dentro do momento de cada um você até mexe. As mudanças têm sido pontuais, em função de cartões e lesões."



Se ele não define o time, a tática para a evolução dos atletas não tem segredo. "Nós passamos todas as coisa boas e ruins que fizemos contra o Grêmio. Isso tem se tornado um hábito nosso na apresentação. Corrigimos o que foi errado, reforçamos o aprendizado do que foi certo e assim o jogador mentaliza o que foi passado", revela.