Quem vai para a roça?
Colunista fala do sentimento do torcedor com o resultado diante do Barueri
Há 17 anos - 14/07/2009 12:14
Quem vai para a roça?

Para o torcedor alviverde, é difícil entender o lado estóico do comando técnico do Coritiba, e ainda muito mais assimilar a maneira resignada com que temos perdido jogos fundamentais para as pretensões em marcar o ano de seu centenário.


Seria deveras pretensioso para mim, questionar a maneira com que este comando fundamenta sua fórmula de trabalho, mas como simples torcedor, entendo que são exigidas respostas claras e objetivas sem o embasamento da muitas vezes vã filosofia, e é claro que temos gente muito bem paga para dá-las.


Seria acertada a divulgação de todo um planejamento envolvendo psicóloga, nutricionista, fisiologista e outros setores, ou estas informações seriam apenas de interesse interno?


Esta maratona de jogos que haverá, não seria característica de time grande haja vista que disputaremos duas competições simultaneamente?


Se a equipe com uma semana de trabalho ainda incorre demasiadamente em erros de fundamento como o passe, como se poderia trabalhar mais em menor tempo, para resolver este problema, haja vista que serão disputados mais jogos por semana?


As nossas preocupações aumentam, na medida em que estamos a três meses do centenário, e namorando a terrível “zona do mal”, e jornadas pífias como esta não pode mais, ser justificada com termos como “apagão”, “bola lisa” ou até “gramado encharcado”, e torna-se evidente a incompetência em se alcançar uma seqüencia evolutiva.


Teremos 12 jogos nos próximos 50 dias, a questão a ser feita é “O que o grupo estaria disposto a alcançar”, a meu ver, seria este o momento de se dar o chamado “choque de gestão” em todo o grupo, e ainda parafraseando um reality show tão comentado na mídia, definir quem vai para a roça, pelo bem do nosso time do coração.

Quem vai para a roça?
Colunista fala do sentimento do torcedor com o resultado diante do Barueri
Há 17 anos - 14/07/2009 12:14
Quem vai para a roça?

Para o torcedor alviverde, é difícil entender o lado estóico do comando técnico do Coritiba, e ainda muito mais assimilar a maneira resignada com que temos perdido jogos fundamentais para as pretensões em marcar o ano de seu centenário.


Seria deveras pretensioso para mim, questionar a maneira com que este comando fundamenta sua fórmula de trabalho, mas como simples torcedor, entendo que são exigidas respostas claras e objetivas sem o embasamento da muitas vezes vã filosofia, e é claro que temos gente muito bem paga para dá-las.


Seria acertada a divulgação de todo um planejamento envolvendo psicóloga, nutricionista, fisiologista e outros setores, ou estas informações seriam apenas de interesse interno?


Esta maratona de jogos que haverá, não seria característica de time grande haja vista que disputaremos duas competições simultaneamente?


Se a equipe com uma semana de trabalho ainda incorre demasiadamente em erros de fundamento como o passe, como se poderia trabalhar mais em menor tempo, para resolver este problema, haja vista que serão disputados mais jogos por semana?


As nossas preocupações aumentam, na medida em que estamos a três meses do centenário, e namorando a terrível “zona do mal”, e jornadas pífias como esta não pode mais, ser justificada com termos como “apagão”, “bola lisa” ou até “gramado encharcado”, e torna-se evidente a incompetência em se alcançar uma seqüencia evolutiva.


Teremos 12 jogos nos próximos 50 dias, a questão a ser feita é “O que o grupo estaria disposto a alcançar”, a meu ver, seria este o momento de se dar o chamado “choque de gestão” em todo o grupo, e ainda parafraseando um reality show tão comentado na mídia, definir quem vai para a roça, pelo bem do nosso time do coração.