A primeira segunda-feira de julho, ontem (06), ficou marcada pelo carinho e homenagem da família coritibana a dois grandes craques da história do Clube. Tonico, hoje com 95 anos, que vestiu a camisa alviverde na década de 40 e o campeão Brasileiro Gomes estiveram na Churrascaria Alto da Glória e saborearam a emoção de ter feito muito pela história Centenária do Verdão.
Com a casa lotada de torcedores, imprensa, diretores e ex-atletas, o evento celebrou dois momentos distintos mais de grande importância ao crescimento do Clube. "Mais uma vez, a gente lembra que o objetivo do encontro é homenagear em vida, quem em vida fez pelo Coritiba", relembra Faisal Brahim, organizador do evento. "O encontro dos Amigos do Coxa está aberto a toda torcida coritibana, toda primeira segunda-feira de cada mês", completa.
E os homenageados se emocionaram com o carinho recebido. Tonico estreou no Coxa na inauguração do estádio Pacaembu, um marco para a década de 40 no futebol brasileiro, afinal o estádio era considerado o mais moderno do Brasil e despertou a atenção da imprensa nacional. Além disso, ele foi o primeiro atleta a receber o Prêmio Belfort Duarte, sem receber uma advertência. "Eu sou um cara muito simples, muito responsável e era isso que buscava levar para dentro de campo. É um orgulho imenso receber esse carinho do Coritiba, nunca imaginei que isso pudesse acontecer", revela Tonico, que relembrou de um tempo glamuroso de nossa história.
"A inauguração do Pacaembu mobilizou todo o país, o Coritiba ficou em evidência. Uma época que se valorizava o desporto, não resultados, dinheiro. Foi uma festa digna ao futebol brasileira e sinto imenso orgulho em ter feito parte deste momento", completa Tonico.
E o outro homenageado estava a altura de Tonico. Gomes, autor do último pênalti no título brasileiro de 1985, marcou uma outra geração de torcedores. Hoje morando em Campinas, ele não deixa de acompanhar o Verdão. "O Coritiba está de parabéns por este trabalho. Poucos clubes do Brasil sabem valorizar seus atletas e esse encontro é um exemplo, muito parecido com o que existe na Europa", revela o craque que não esconde o orgulho em ter feito parte do Centenário alviverde. "O Coritiba mudou muito, é um Clube estruturado. Andei um pouco nos corredores do Alto da Glória e vi uma administração que valoriza a profissionalização e é muito bom ver que o Coxa está neste caminho. Daqui alguns anos, o torcedor pode ter certeza que vai ver seu Clube figurando entre as referências do país no futebol", completa.
E ele não deixou de reverenciar o momento máximo do Clube. "Não pensei muito na hora de bater o pênalti, mas o corpo estava pesado. A vontade era tão grande que a gente superou tudo", conta. "Lembro que falavam que Curitiba era uma cidade fria para futebol, mas a cada jogo a gente via um estádio mais lotado, uma torcida mais quente e depois do título a cidade toda estava parada, desde que chegamos no aeroporto até o estádio. Foi inesquecivel", explica.
E o responsável pelo último gol da decisão ainda mantém a humildade. "Eu apenas vivi um curto momento da história do Clube, que fomos presenteados com este título. Mas a história do Coritiba é muito maior que apenas o Brasileiro. A conquista faz parte desses 100 Anos e o torcedor deve exaltar todos os momentos", finaliza.
A primeira segunda-feira de julho, ontem (06), ficou marcada pelo carinho e homenagem da família coritibana a dois grandes craques da história do Clube. Tonico, hoje com 95 anos, que vestiu a camisa alviverde na década de 40 e o campeão Brasileiro Gomes estiveram na Churrascaria Alto da Glória e saborearam a emoção de ter feito muito pela história Centenária do Verdão.
Com a casa lotada de torcedores, imprensa, diretores e ex-atletas, o evento celebrou dois momentos distintos mais de grande importância ao crescimento do Clube. "Mais uma vez, a gente lembra que o objetivo do encontro é homenagear em vida, quem em vida fez pelo Coritiba", relembra Faisal Brahim, organizador do evento. "O encontro dos Amigos do Coxa está aberto a toda torcida coritibana, toda primeira segunda-feira de cada mês", completa.
E os homenageados se emocionaram com o carinho recebido. Tonico estreou no Coxa na inauguração do estádio Pacaembu, um marco para a década de 40 no futebol brasileiro, afinal o estádio era considerado o mais moderno do Brasil e despertou a atenção da imprensa nacional. Além disso, ele foi o primeiro atleta a receber o Prêmio Belfort Duarte, sem receber uma advertência. "Eu sou um cara muito simples, muito responsável e era isso que buscava levar para dentro de campo. É um orgulho imenso receber esse carinho do Coritiba, nunca imaginei que isso pudesse acontecer", revela Tonico, que relembrou de um tempo glamuroso de nossa história.
"A inauguração do Pacaembu mobilizou todo o país, o Coritiba ficou em evidência. Uma época que se valorizava o desporto, não resultados, dinheiro. Foi uma festa digna ao futebol brasileira e sinto imenso orgulho em ter feito parte deste momento", completa Tonico.
E o outro homenageado estava a altura de Tonico. Gomes, autor do último pênalti no título brasileiro de 1985, marcou uma outra geração de torcedores. Hoje morando em Campinas, ele não deixa de acompanhar o Verdão. "O Coritiba está de parabéns por este trabalho. Poucos clubes do Brasil sabem valorizar seus atletas e esse encontro é um exemplo, muito parecido com o que existe na Europa", revela o craque que não esconde o orgulho em ter feito parte do Centenário alviverde. "O Coritiba mudou muito, é um Clube estruturado. Andei um pouco nos corredores do Alto da Glória e vi uma administração que valoriza a profissionalização e é muito bom ver que o Coxa está neste caminho. Daqui alguns anos, o torcedor pode ter certeza que vai ver seu Clube figurando entre as referências do país no futebol", completa.
E ele não deixou de reverenciar o momento máximo do Clube. "Não pensei muito na hora de bater o pênalti, mas o corpo estava pesado. A vontade era tão grande que a gente superou tudo", conta. "Lembro que falavam que Curitiba era uma cidade fria para futebol, mas a cada jogo a gente via um estádio mais lotado, uma torcida mais quente e depois do título a cidade toda estava parada, desde que chegamos no aeroporto até o estádio. Foi inesquecivel", explica.
E o responsável pelo último gol da decisão ainda mantém a humildade. "Eu apenas vivi um curto momento da história do Clube, que fomos presenteados com este título. Mas a história do Coritiba é muito maior que apenas o Brasileiro. A conquista faz parte desses 100 Anos e o torcedor deve exaltar todos os momentos", finaliza.