O torcedor coxa-branca vive um momento de sobressaltos quanto ao verdadeiro poder de fogo do time, e passa por uma bateria de testes para nossos batimentos cardíacos. Em que pese à boa vontade de nosso comando técnico para explicar os altos e baixos do grupo, entendo que ainda não se conseguiu dar um padrão que o credencie a aspirações maiores, e este desempenho desastroso de uma média de dois gols levados por jogo realmente é uma realidade sinistra no Campeonato Brasileiro. Os instrumentos utilizados para elevar o motivacional do grupo estão esvaindo, e a realidade nua e crua da deficiência técnica de atletas é percebida, na medida em que contra o Internacional de Porto Alegre a equipe levou três gols em apenas 10 minutos, com a bola passeando feliz na defesa inoperante.
No que diz respeito á ridícula posição na tabela, numa análise fria conclui-se que estamos distantes três pontos da zona da Sul-Americana e seis pontos da zona da Libertadores, portanto matematicamente a situação não é calamitosa, mas contrapondo nosso técnico, as apresentações decentes não podem ser esporádicas, e os invisíveis terão que materializar-se urgentemente para o bem do nosso Coritiba Foot Ball Club.
Expectativa de safra
Impossível dissociar nossa preocupação também para com os jovens valores das categorias de base, sedentos de algum título que os credencie a alçar vôos mais altos, pois novamente os nossos juniores sucumbiram diante de nosso maior rival. As notícias da revoada de alguns atletas realmente preocupam, na medida em que estamos órfãos de lapidações internas que venham agregar valor ao grupo de profissionais. Os esforços da diretoria em promover participações em campeonatos até internacionais não estão resultando em títulos, necessidade indispensável para que os olhos empresariais os contemplem com projeções maiores. Muita coisa a ser feita para reverter este quadro.
O torcedor coxa-branca vive um momento de sobressaltos quanto ao verdadeiro poder de fogo do time, e passa por uma bateria de testes para nossos batimentos cardíacos. Em que pese à boa vontade de nosso comando técnico para explicar os altos e baixos do grupo, entendo que ainda não se conseguiu dar um padrão que o credencie a aspirações maiores, e este desempenho desastroso de uma média de dois gols levados por jogo realmente é uma realidade sinistra no Campeonato Brasileiro. Os instrumentos utilizados para elevar o motivacional do grupo estão esvaindo, e a realidade nua e crua da deficiência técnica de atletas é percebida, na medida em que contra o Internacional de Porto Alegre a equipe levou três gols em apenas 10 minutos, com a bola passeando feliz na defesa inoperante.
No que diz respeito á ridícula posição na tabela, numa análise fria conclui-se que estamos distantes três pontos da zona da Sul-Americana e seis pontos da zona da Libertadores, portanto matematicamente a situação não é calamitosa, mas contrapondo nosso técnico, as apresentações decentes não podem ser esporádicas, e os invisíveis terão que materializar-se urgentemente para o bem do nosso Coritiba Foot Ball Club.
Expectativa de safra
Impossível dissociar nossa preocupação também para com os jovens valores das categorias de base, sedentos de algum título que os credencie a alçar vôos mais altos, pois novamente os nossos juniores sucumbiram diante de nosso maior rival. As notícias da revoada de alguns atletas realmente preocupam, na medida em que estamos órfãos de lapidações internas que venham agregar valor ao grupo de profissionais. Os esforços da diretoria em promover participações em campeonatos até internacionais não estão resultando em títulos, necessidade indispensável para que os olhos empresariais os contemplem com projeções maiores. Muita coisa a ser feita para reverter este quadro.