O GRANDE TESTE
Passei longa vida até aprender: quem manja mesmo de bola, manja de jogador de bola, sabe distinguir entre o bom e o bonzinho, entre o Pelé e o Zoca, entre o que pode acrescentar e o que não pode acrescentar ao conjunto.
Cego distingue o Pelé do seu irmão Zoca; já a distinção entre o bom e o bonzinho exige prática, habilidade, bom olho.
Agora, o supremo teste de sapiência futebolística talvez seja acertar os prognósticos positivos a respeito dos talentos em flor, meninos entre 12 e 16 anos. Antes de prosseguir, abrirei alas para excelente observação do amigo Valmir Gomes.
BOA, VALMIR
Ao conversarmos sobre esse tema, disse que o saudoso sábio&mestre Russo também se enganava e citei alguns furos nos seus exercícios de futurologia; Valmir lembrou que os erros podiam ser debitados não ao observador, mas ao observado, que simplesmente não confirmara as expectativas. Ou como se dizia em Irati, “estragou-se na capação”.
PECADO MORTAL
É relativamente mais fácil acertar prognósticos negativos, tipo esse cara não dará nada, do que prognósticos positivos, tipo esse cara dará alguma coisa. (Não vale citar extremos, isto é, os raros craques e levas de pernas de pau; entre eles, há imensa zona cinzenta, de muitos matizes entre o branco-e-o-preto da mediania, da mediocridade, que abrange também os pouco acima.
De chorar é o erro de avaliação negativa: esse cara não dará nada e o cara se torna bom jogador. (Visite www.negopessoa.com/blog)
O GRANDE TESTE
Passei longa vida até aprender: quem manja mesmo de bola, manja de jogador de bola, sabe distinguir entre o bom e o bonzinho, entre o Pelé e o Zoca, entre o que pode acrescentar e o que não pode acrescentar ao conjunto.
Cego distingue o Pelé do seu irmão Zoca; já a distinção entre o bom e o bonzinho exige prática, habilidade, bom olho.
Agora, o supremo teste de sapiência futebolística talvez seja acertar os prognósticos positivos a respeito dos talentos em flor, meninos entre 12 e 16 anos. Antes de prosseguir, abrirei alas para excelente observação do amigo Valmir Gomes.
BOA, VALMIR
Ao conversarmos sobre esse tema, disse que o saudoso sábio&mestre Russo também se enganava e citei alguns furos nos seus exercícios de futurologia; Valmir lembrou que os erros podiam ser debitados não ao observador, mas ao observado, que simplesmente não confirmara as expectativas. Ou como se dizia em Irati, “estragou-se na capação”.
PECADO MORTAL
É relativamente mais fácil acertar prognósticos negativos, tipo esse cara não dará nada, do que prognósticos positivos, tipo esse cara dará alguma coisa. (Não vale citar extremos, isto é, os raros craques e levas de pernas de pau; entre eles, há imensa zona cinzenta, de muitos matizes entre o branco-e-o-preto da mediania, da mediocridade, que abrange também os pouco acima.
De chorar é o erro de avaliação negativa: esse cara não dará nada e o cara se torna bom jogador. (Visite www.negopessoa.com/blog)