Encerrada a participação do Coritiba na Copa Saprissa 2009, aparecem alguns destaques individuais, como o goleiro Rafael Martins, que recebeu o prêmio de goleiro menos vazado do torneio.
Em sete partidas, o Verdão sofreu apenas cinco gols, média inferior a um por partida e Rafael sofreu apenas três deles, em cinco jogos. Dos dois gols restantes, um foi sofrido pelo suplente Cleiton e outro pelo atacante Thalisson, que substituiu Rafael, expulso na partida diante da Seleção da Costa Rica.
Tudo isso é fruto do bom trabalho feito pela comissão técnica da categoria. "É muito bom ver o resultado do seu trabalho desta maneira, com este reconhecimento. Certamente é um troféu muito importante para a carreira do Rafael e mostra que temos boas peças individuais também. Todos tiveram sua parcela e o Rafael foi premiado pelo seu trabalho", diz Higor Felliny, preparador de goleiro do Coritiba.
"Fico muito feliz pelo prêmio, mas fica um gostinho amargo por não ter levado o caneco. Sabíamos que nosso time tinha potencial para isso, mas o jogo da Semifinal foi atípico, falhamos em alguns momentos e também acabamos prejudicados por erros da arbitragem", revela o garoto, de apenas 17 anos.
Foto: Preparador de goleiros Higor Felliny (a esq.) ao lado de Rafael Martins (a dir.).
Encerrada a participação do Coritiba na Copa Saprissa 2009, aparecem alguns destaques individuais, como o goleiro Rafael Martins, que recebeu o prêmio de goleiro menos vazado do torneio.
Em sete partidas, o Verdão sofreu apenas cinco gols, média inferior a um por partida e Rafael sofreu apenas três deles, em cinco jogos. Dos dois gols restantes, um foi sofrido pelo suplente Cleiton e outro pelo atacante Thalisson, que substituiu Rafael, expulso na partida diante da Seleção da Costa Rica.
Tudo isso é fruto do bom trabalho feito pela comissão técnica da categoria. "É muito bom ver o resultado do seu trabalho desta maneira, com este reconhecimento. Certamente é um troféu muito importante para a carreira do Rafael e mostra que temos boas peças individuais também. Todos tiveram sua parcela e o Rafael foi premiado pelo seu trabalho", diz Higor Felliny, preparador de goleiro do Coritiba.
"Fico muito feliz pelo prêmio, mas fica um gostinho amargo por não ter levado o caneco. Sabíamos que nosso time tinha potencial para isso, mas o jogo da Semifinal foi atípico, falhamos em alguns momentos e também acabamos prejudicados por erros da arbitragem", revela o garoto, de apenas 17 anos.
Foto: Preparador de goleiros Higor Felliny (a esq.) ao lado de Rafael Martins (a dir.).