Rafael Cammarota reencontra meta Alviverde
Ídolo coritibano visita amigos no Alto da Glória
Há 17 anos - 22/06/2009 21:08
Rafael Cammarota reencontra meta Alviverde

Campeão Brasileiro de 1985 e ídolo da torcida coxa-branca, o ex-goleiro e agora técnico Rafael Cammarota esteve no Couto Pereira nesta segunda-feira (22) e se emocionou ao voltar ao lugar onde se consagrou como profissional.


"Isso aqui mudou do bronze para o ouro. Na minha época não tinha isso de folga, cobrar salário. Você jogava por vontade, e por isso que jogador se apaixonava pelo clube e a torcida se apaixonava pelo jogador", disse o craque. E, ao pisar no gramado em que brilhou com a camisa Alviverde, relembra: "Eu disputava vaga com o Jairo, então tive que jogar machucado, com dedo quebrado. Não dava pra perder a vaga".


Como ele mesmo disse, no gol era Rafael quem mandava. Se pudesse, lamenta, jogaria para o resto da vida. Mas o corpo não ajuda mais. Para comprovar que futebol está no sangue, ele segue carreira de técnico desde 2006, tendo dirigido o Cascavel na temporada de 2008. "Futebol hoje é ingrato, porque se você perde duas, três, já está fora. E o mínimo que um técnico tem que saber é dar treinamento. Passei por 34 treinadores diferentes, entre eles alguns muito bons como Ênio Andrade, Telê Santana. Aprendi como se faz".


À procura de moradia em Curitiba após 12 anos fora da capital paranaense, Cammarota tem boas lembranças da cidade. "Lembranças melhores são impossíveis. Não tenho queixas, passei meus melhores momentos aqui". Se assim for, o goleirão avisa que, enquanto não estiver trabalhando com futebol, estará rondando as ruas curitibanas para rememorar suas glórias.

Rafael Cammarota reencontra meta Alviverde
Ídolo coritibano visita amigos no Alto da Glória
Há 17 anos - 22/06/2009 21:08
Rafael Cammarota reencontra meta Alviverde

Campeão Brasileiro de 1985 e ídolo da torcida coxa-branca, o ex-goleiro e agora técnico Rafael Cammarota esteve no Couto Pereira nesta segunda-feira (22) e se emocionou ao voltar ao lugar onde se consagrou como profissional.


"Isso aqui mudou do bronze para o ouro. Na minha época não tinha isso de folga, cobrar salário. Você jogava por vontade, e por isso que jogador se apaixonava pelo clube e a torcida se apaixonava pelo jogador", disse o craque. E, ao pisar no gramado em que brilhou com a camisa Alviverde, relembra: "Eu disputava vaga com o Jairo, então tive que jogar machucado, com dedo quebrado. Não dava pra perder a vaga".


Como ele mesmo disse, no gol era Rafael quem mandava. Se pudesse, lamenta, jogaria para o resto da vida. Mas o corpo não ajuda mais. Para comprovar que futebol está no sangue, ele segue carreira de técnico desde 2006, tendo dirigido o Cascavel na temporada de 2008. "Futebol hoje é ingrato, porque se você perde duas, três, já está fora. E o mínimo que um técnico tem que saber é dar treinamento. Passei por 34 treinadores diferentes, entre eles alguns muito bons como Ênio Andrade, Telê Santana. Aprendi como se faz".


À procura de moradia em Curitiba após 12 anos fora da capital paranaense, Cammarota tem boas lembranças da cidade. "Lembranças melhores são impossíveis. Não tenho queixas, passei meus melhores momentos aqui". Se assim for, o goleirão avisa que, enquanto não estiver trabalhando com futebol, estará rondando as ruas curitibanas para rememorar suas glórias.