Hoje não irei me manifestar a respeito de nosso brilhante fim de semana que tivemos em Curitiba, pois estive ausente e não presenciei a bela goleada aplicada pelos nossos jogadores. No entanto vou falar sobre algo que vi nesta minha viagem ao Rio Grande do Sul: respeito.
Respeito é o apreço por, ou o sentido do valor e excelência de, uma pessoa, qualidade pessoal, talento, ou a manifestação de uma qualidade pessoal ou talento. Em certos aspectos, o respeito manifesta-se como um tipo de ética ou princípio, tal como no conceito habitualmente ensinado de "[ter] respeito pelos outros" ou a Ética da reciprocidade.
Tive a oportunidade ao realizar outra atividade esportiva que faço – trilhas, de contatar com outras pessoas das mais variadas localidades deste sul do Brasil, mais especialmente o povo gaúcho, e foi impressionante a o respeito dos “colorados” por nossa equipe. Eles sentiram que nos dois jogos que fizemos pela Copa do Brasil não somente a grandeza de nossa equipe, mas também de nossa torcida. E, sinceramente, não precisavam que ficassem bajulando aos poucos coxabrancas que lá estavam.
A manifestação de respeito para com o nosso clube centenário, lembrando de jogos que fizemos, nos remeteu a fatos que da semana próxima passada, onde a turbulência por resultados simplesmente quer apagar o trabalho desenvolvido dentro do clube, por pessoas sérias e dedicadas, que amam as cores que vestem todos os dias.
Nos últimos dias não se falavam outras coisas a não ser da “incompetência do Halila, do Cirino e do Renè”, do “mal” que eles representavam ou representam para o clube, e até mesmo da criação de uma comissão de futebol dentro do conselho deliberativo.
Com todo respeito, não posso acreditar na criação de uma comissão de futebol, já que o nosso clube é essencialmente futebol, não tendo esportes olimpicos e tampouco social. Se queremos ajudar devemos questionar, participar de reuniões, irmos às assembléias que são convocadas, responder positiva ou negativamente de acordo com nossos principios, mas jamais nos omitirmos.
Não é pelo fato de golearmos um clube mais que centenário e tradicional como o Flamengo que as opiniões devem ser mudadas, mas refletirmos se não é o simples oportunismo de pessoas que estão querendo se fazer valer da instituição para enaltecer o seu ego acima de tudo.
A participação de uma comissão que dê apoio ao departamento de futebol profissional é mais do que justa, mas já deveria estar atuando e amparando desde o Paranaense 2008, título que conquistamos com orgulho sobre o nosso maior rival. Lembrar sempre que a própria mesa do Conselho Deliberativo se reune com o Conselho de Administração, e o fez inclusive naqueles dias que antecederam a contratação de nosso atual técnico de futebol.
Qualquer ingerencia neste momento é sinal de oportunismo. Vamos apoiar o clube com tudo que sabemos e nos propomos a fazer, mas acima de tudo saber respeitar o indivíduo pelo seu trabalho e capacidade. É chegado o momento dos verdadeiros coxabrancas darem as mãos, com trabalho, raciocínio, e sobretudo participação em todos os níveis do clube e deixar o aspecto político para quando for a oportunidad.
Hoje não irei me manifestar a respeito de nosso brilhante fim de semana que tivemos em Curitiba, pois estive ausente e não presenciei a bela goleada aplicada pelos nossos jogadores. No entanto vou falar sobre algo que vi nesta minha viagem ao Rio Grande do Sul: respeito.
Respeito é o apreço por, ou o sentido do valor e excelência de, uma pessoa, qualidade pessoal, talento, ou a manifestação de uma qualidade pessoal ou talento. Em certos aspectos, o respeito manifesta-se como um tipo de ética ou princípio, tal como no conceito habitualmente ensinado de "[ter] respeito pelos outros" ou a Ética da reciprocidade.
Tive a oportunidade ao realizar outra atividade esportiva que faço – trilhas, de contatar com outras pessoas das mais variadas localidades deste sul do Brasil, mais especialmente o povo gaúcho, e foi impressionante a o respeito dos “colorados” por nossa equipe. Eles sentiram que nos dois jogos que fizemos pela Copa do Brasil não somente a grandeza de nossa equipe, mas também de nossa torcida. E, sinceramente, não precisavam que ficassem bajulando aos poucos coxabrancas que lá estavam.
A manifestação de respeito para com o nosso clube centenário, lembrando de jogos que fizemos, nos remeteu a fatos que da semana próxima passada, onde a turbulência por resultados simplesmente quer apagar o trabalho desenvolvido dentro do clube, por pessoas sérias e dedicadas, que amam as cores que vestem todos os dias.
Nos últimos dias não se falavam outras coisas a não ser da “incompetência do Halila, do Cirino e do Renè”, do “mal” que eles representavam ou representam para o clube, e até mesmo da criação de uma comissão de futebol dentro do conselho deliberativo.
Com todo respeito, não posso acreditar na criação de uma comissão de futebol, já que o nosso clube é essencialmente futebol, não tendo esportes olimpicos e tampouco social. Se queremos ajudar devemos questionar, participar de reuniões, irmos às assembléias que são convocadas, responder positiva ou negativamente de acordo com nossos principios, mas jamais nos omitirmos.
Não é pelo fato de golearmos um clube mais que centenário e tradicional como o Flamengo que as opiniões devem ser mudadas, mas refletirmos se não é o simples oportunismo de pessoas que estão querendo se fazer valer da instituição para enaltecer o seu ego acima de tudo.
A participação de uma comissão que dê apoio ao departamento de futebol profissional é mais do que justa, mas já deveria estar atuando e amparando desde o Paranaense 2008, título que conquistamos com orgulho sobre o nosso maior rival. Lembrar sempre que a própria mesa do Conselho Deliberativo se reune com o Conselho de Administração, e o fez inclusive naqueles dias que antecederam a contratação de nosso atual técnico de futebol.
Qualquer ingerencia neste momento é sinal de oportunismo. Vamos apoiar o clube com tudo que sabemos e nos propomos a fazer, mas acima de tudo saber respeitar o indivíduo pelo seu trabalho e capacidade. É chegado o momento dos verdadeiros coxabrancas darem as mãos, com trabalho, raciocínio, e sobretudo participação em todos os níveis do clube e deixar o aspecto político para quando for a oportunidad.