O piloto Lucas Finger também jogou contra o Internacional na noite de ontem, pela Copa do Brasil. Enquanto está de férias das pistas, o piloto, que retorna às atividades da Stock Car em julho, foi convidado pelo Coordenador do Centenário coxa-branca, Gustavo Hauer, para acompanhar a épica partida.
Nascido em Cascavel (PR), desde bebê, por influência da família, tornou-se torcedor do Coritiba. "Sou fã do Coritiba, desde pequeno torcia para o clube e estou indo lá para dar o meu apoio. O primeiro jogo foi negativo, o time perdeu por 3 x 1 e precisa vencer por uma diferença mínima de dois gols para se classificar. A missão é difícil, mas sou pé quente”, disse Lucas, animado antes do apito inicial.
E ele foi pé quente, pois a vitória veio. Não foi o suficiente para a classificação, mas rendeu bons elogios do piloto, que retornou hoje ao Couto Pereira. “Minha família, nascida em Cascavel, torce para o Coxa, mas como moro em São Paulo foi a primeira vez que fui ao Couto Pereira. Não sei se é sempre assim, mas foi algo muito lindo e contagiante. Todo mundo vibrando pelo Coxa durante todo o jogo. Confesso que foi algo que me emocionou”, contou.
O piloto Lucas Finger também jogou contra o Internacional na noite de ontem, pela Copa do Brasil. Enquanto está de férias das pistas, o piloto, que retorna às atividades da Stock Car em julho, foi convidado pelo Coordenador do Centenário coxa-branca, Gustavo Hauer, para acompanhar a épica partida.
Nascido em Cascavel (PR), desde bebê, por influência da família, tornou-se torcedor do Coritiba. "Sou fã do Coritiba, desde pequeno torcia para o clube e estou indo lá para dar o meu apoio. O primeiro jogo foi negativo, o time perdeu por 3 x 1 e precisa vencer por uma diferença mínima de dois gols para se classificar. A missão é difícil, mas sou pé quente”, disse Lucas, animado antes do apito inicial.
E ele foi pé quente, pois a vitória veio. Não foi o suficiente para a classificação, mas rendeu bons elogios do piloto, que retornou hoje ao Couto Pereira. “Minha família, nascida em Cascavel, torce para o Coxa, mas como moro em São Paulo foi a primeira vez que fui ao Couto Pereira. Não sei se é sempre assim, mas foi algo muito lindo e contagiante. Todo mundo vibrando pelo Coxa durante todo o jogo. Confesso que foi algo que me emocionou”, contou.