Pertenencia, no original espanhol, é muito mais do que participação. A participação está voltada para uma coisa política, reivindicatória. Pertenencia é o sentimento de fazer parte, de ser parte da cidade. Com a identidade, é possível avançar muito mais na cidadania do que por um simples processo reivindicatório.
Esta menção ao termo é oportuna, na medida em que a torcida acompanha estarrecida a manifesta má vontade para com a edificação do complexo que inclui o necessário e sonhado novo estádio do Coritiba Foot Ball Club. A meu ver, é menosprezar a inteligência deste segmento, quando o IPPUC, Secretaria de Urbanismo, Meio Ambiente, Diretoria de Trânsito e especialmente seu mandatário maior, o Prefeito Beto Richa vetar dois pontos do projeto em parceria com a empresa WTorre, notadamente o Shopping Center e Hipermercado.
Ora, são exatamente nestes dois vértices que estariam concentrados os retornos para viabilização do mega projeto, portanto, quando aqueles órgãos dizem que não estão contra o empreendimento da construção do novo estádio, estão tentando dissimular a falta de “Pertenencia” para com as aspirações do nosso alviverde, e inviabilizando intencionalmente um investimento deste porte.
Sá para lembrar a história, sabe-se que Jaime Lerner, em 1971, numa iniciativa permeada pela ousadia, realizou em 72 horas, a transformação de um trecho da XV de novembro, transformando-a no primeiro calçadão implantado no país, valorizando sobremaneira a região e dando uma prova de ousadia e visão.
Este tratamento diferenciado, de um lado das aspirações da construção do novo estádio rubro-negro, quando até a Praça Afonso Botelho, seria incorporada ao empreendimento, alijando o povo, seu legítimo proprietário de um espaço público, portanto de todos nós, e por outro lado o desinteresse com a causa alviverde, só pode ser interpretado como um recado para não ser esquecido pela nossa torcida para as próximas eleições:
Não quero seu voto!
Pertenencia, no original espanhol, é muito mais do que participação. A participação está voltada para uma coisa política, reivindicatória. Pertenencia é o sentimento de fazer parte, de ser parte da cidade. Com a identidade, é possível avançar muito mais na cidadania do que por um simples processo reivindicatório.
Esta menção ao termo é oportuna, na medida em que a torcida acompanha estarrecida a manifesta má vontade para com a edificação do complexo que inclui o necessário e sonhado novo estádio do Coritiba Foot Ball Club. A meu ver, é menosprezar a inteligência deste segmento, quando o IPPUC, Secretaria de Urbanismo, Meio Ambiente, Diretoria de Trânsito e especialmente seu mandatário maior, o Prefeito Beto Richa vetar dois pontos do projeto em parceria com a empresa WTorre, notadamente o Shopping Center e Hipermercado.
Ora, são exatamente nestes dois vértices que estariam concentrados os retornos para viabilização do mega projeto, portanto, quando aqueles órgãos dizem que não estão contra o empreendimento da construção do novo estádio, estão tentando dissimular a falta de “Pertenencia” para com as aspirações do nosso alviverde, e inviabilizando intencionalmente um investimento deste porte.
Sá para lembrar a história, sabe-se que Jaime Lerner, em 1971, numa iniciativa permeada pela ousadia, realizou em 72 horas, a transformação de um trecho da XV de novembro, transformando-a no primeiro calçadão implantado no país, valorizando sobremaneira a região e dando uma prova de ousadia e visão.
Este tratamento diferenciado, de um lado das aspirações da construção do novo estádio rubro-negro, quando até a Praça Afonso Botelho, seria incorporada ao empreendimento, alijando o povo, seu legítimo proprietário de um espaço público, portanto de todos nós, e por outro lado o desinteresse com a causa alviverde, só pode ser interpretado como um recado para não ser esquecido pela nossa torcida para as próximas eleições:
Não quero seu voto!