O Coritiba encara uma verdadeira decisão na noite desta terça-feira (19), a partir das 20h30, diante da Ponte Preta, que define quem passa para a semifinal da Copa do Brasil e o técnico René Simões acredita que é preciso passar confiança aos atletas e que nada está definido.
Um dos jogadores que precisam desse apoio é o lateral Vicente e exemplos recentes no grupo mostram que ele também pode evoluir. “Quando cheguei aqui todo mundo falava que o Márcio não podia jogar no Coritiba. Hoje ninguém fala isso, é preciso administrar isso”, conta. “Nos últimos seis jogos são três gols e três pênaltis, se não me engano”.
Poupado na partida diante do Santo André, Márcio Gabriel reconhece que o resultado não foi bom. "Nós sabemos da importância do Brasileiro e dentro de casa temos obrigação de ganhar", conta. "É um Campeonato difícil e não podemos vacilar".
Mas agora o pensamento é na Copa do Brasil e a tranqüilidade é fundamental para administrar essa pressão. “No momento certo as coisas acontecem. É preciso muita calma e não podemos queimar qualquer jogador por causa do mau humor de qualquer um”.
O resultado construído fora de casa ainda não garante nada. “Você não pode achar que o 2x2 acabou, porque não acabou. Uma vitória simples classifica a Ponte Preta. Então tem que ter muita atenção. Espero que a gente corrija algo que aconteceu nos últimos três jogos que preocupa muito. É você sair na frente e causar um relaxamento na marcação”.
E depois de poupar alguns jogadores, a equipe deve ir com força máxima. Alguns atletas revelam que o desgaste vem sendo grande. “O desgaste é muito grande. Temos que estar inteiros”, conta Felipe.
“Acho que a torcida vem angustiada e espera uma resposta pelo que aconteceu, é natural. Espero que tenham paciência, são competições diferentes. Só não vou concordar quando dizem que a Copa do Brasil é de menor importância”, acredita. “Pergunte ao Sport se ele se arrependeu de ter jogado a Copa do Brasil e depois a Libertadores. Não podemos nem garantir que vamos nos classificar, mas temos que encarar com muita seriedade, porque em cinco jogos podemos chegar a Libertadores da América”, finaliza.
O Coritiba encara uma verdadeira decisão na noite desta terça-feira (19), a partir das 20h30, diante da Ponte Preta, que define quem passa para a semifinal da Copa do Brasil e o técnico René Simões acredita que é preciso passar confiança aos atletas e que nada está definido.
Um dos jogadores que precisam desse apoio é o lateral Vicente e exemplos recentes no grupo mostram que ele também pode evoluir. “Quando cheguei aqui todo mundo falava que o Márcio não podia jogar no Coritiba. Hoje ninguém fala isso, é preciso administrar isso”, conta. “Nos últimos seis jogos são três gols e três pênaltis, se não me engano”.
Poupado na partida diante do Santo André, Márcio Gabriel reconhece que o resultado não foi bom. "Nós sabemos da importância do Brasileiro e dentro de casa temos obrigação de ganhar", conta. "É um Campeonato difícil e não podemos vacilar".
Mas agora o pensamento é na Copa do Brasil e a tranqüilidade é fundamental para administrar essa pressão. “No momento certo as coisas acontecem. É preciso muita calma e não podemos queimar qualquer jogador por causa do mau humor de qualquer um”.
O resultado construído fora de casa ainda não garante nada. “Você não pode achar que o 2x2 acabou, porque não acabou. Uma vitória simples classifica a Ponte Preta. Então tem que ter muita atenção. Espero que a gente corrija algo que aconteceu nos últimos três jogos que preocupa muito. É você sair na frente e causar um relaxamento na marcação”.
E depois de poupar alguns jogadores, a equipe deve ir com força máxima. Alguns atletas revelam que o desgaste vem sendo grande. “O desgaste é muito grande. Temos que estar inteiros”, conta Felipe.
“Acho que a torcida vem angustiada e espera uma resposta pelo que aconteceu, é natural. Espero que tenham paciência, são competições diferentes. Só não vou concordar quando dizem que a Copa do Brasil é de menor importância”, acredita. “Pergunte ao Sport se ele se arrependeu de ter jogado a Copa do Brasil e depois a Libertadores. Não podemos nem garantir que vamos nos classificar, mas temos que encarar com muita seriedade, porque em cinco jogos podemos chegar a Libertadores da América”, finaliza.