Renè: "Foi um castigo"
Treinador explica as substituições do jogo e lamenta resultado
Há 17 anos - 09/05/2009 23:56
Renè:

Lamentando a chance perdida que poderia ter dado a vitória ao Coritiba, o técnico Renè Simões destaca os pontos positivos do time coxa-branca no Palestra Itália.


"O Palmeiras estava empurrando a gente pra trás e teríamos que ter contra-ataque rápido, não fizemos e tomamos um gol numa situação que me dá dúvidas", diz, fazendo referência ao gol da virada do adversário, que pareceu impedido aos olhos de muitos espectadores. Por isso ele acredita que a vitória dos paulistas 'foi um castigo".


Questionado sobre as alterações que fez no jogo, principalmente pela saída de Ariel Nahuelpán que era o homem de referência, o treinador explica: "Toda vez que você substitui e o time não ganha, você fala que não surtiu efeito. O pensamento era ter velocidade com alguém que era o Marlos, que teve a bola do jogo e desperdiçou".



Mas René faz questão ressaltar a vontade do time dentro de campo. "Acho que o time jogou bem dentro das possibilidades. Foi valente. É início de trabalho ainda, vamos ter muita calma. Não é nada absurdo perder fora de casa. Claro que eu queria uma melhor sorte pra gente", e complementa, "gostei da coragem, dedicação, o time se entregou bem. A tendência é subirmos no decorrer da competição".


Para a partida de terça-feira, contra a Ponte Preta pelas quartas de final da Copa do Brasil, o treinador é confiante. "A gente vai aprendendo com cada jogo. A Ponte vai empurrar a gente, temos que segurar a bola e ter tranquilidade pra jogar, são aprendizados".


Ainda falando sobre os reforços esperados para o ano do centenário, Renè Simões fica ao lado da diretoria, que trabalha rápido para fortalecer o elenco. "Os contatos estão sendo feitos. Não são coisas que acontecem rapidamente, o que a gente tem que entender é que o futebol brasileiro perde para o mercado europeu, não dá pra competir. Perde também para o mercado de São Paulo, ficamos como uma quarta força e não é fácil. Mas estamos procurando, e as contratações de qualidade vão acontecer".

Renè: "Foi um castigo"
Treinador explica as substituições do jogo e lamenta resultado
Há 17 anos - 09/05/2009 23:56
Renè:

Lamentando a chance perdida que poderia ter dado a vitória ao Coritiba, o técnico Renè Simões destaca os pontos positivos do time coxa-branca no Palestra Itália.


"O Palmeiras estava empurrando a gente pra trás e teríamos que ter contra-ataque rápido, não fizemos e tomamos um gol numa situação que me dá dúvidas", diz, fazendo referência ao gol da virada do adversário, que pareceu impedido aos olhos de muitos espectadores. Por isso ele acredita que a vitória dos paulistas 'foi um castigo".


Questionado sobre as alterações que fez no jogo, principalmente pela saída de Ariel Nahuelpán que era o homem de referência, o treinador explica: "Toda vez que você substitui e o time não ganha, você fala que não surtiu efeito. O pensamento era ter velocidade com alguém que era o Marlos, que teve a bola do jogo e desperdiçou".



Mas René faz questão ressaltar a vontade do time dentro de campo. "Acho que o time jogou bem dentro das possibilidades. Foi valente. É início de trabalho ainda, vamos ter muita calma. Não é nada absurdo perder fora de casa. Claro que eu queria uma melhor sorte pra gente", e complementa, "gostei da coragem, dedicação, o time se entregou bem. A tendência é subirmos no decorrer da competição".


Para a partida de terça-feira, contra a Ponte Preta pelas quartas de final da Copa do Brasil, o treinador é confiante. "A gente vai aprendendo com cada jogo. A Ponte vai empurrar a gente, temos que segurar a bola e ter tranquilidade pra jogar, são aprendizados".


Ainda falando sobre os reforços esperados para o ano do centenário, Renè Simões fica ao lado da diretoria, que trabalha rápido para fortalecer o elenco. "Os contatos estão sendo feitos. Não são coisas que acontecem rapidamente, o que a gente tem que entender é que o futebol brasileiro perde para o mercado europeu, não dá pra competir. Perde também para o mercado de São Paulo, ficamos como uma quarta força e não é fácil. Mas estamos procurando, e as contratações de qualidade vão acontecer".