Craque da equipe campeã do Torneio do Povo de 1973, Bráulio é o homenageado pelo Coritiba neste mês de maio. O atleta foi recebido pela Comissão Permanente da História Coritibana na sala de imprensa do estádio Couto Pereira e falou sobre a alegria de ter vestido a camisa alviverde.
O atleta agradeceu pela homenagem do centenário Coritiba. "Sempre quis ser homeageado em vida. De nada adianta você ter uma rua e nunca pode passar por ela", falou na abertura do evento.
"Como está grande o Coritiba. Ele merece, já era grande no meu tempo, mas hoje está enorme. Vim caminhando com minha esposa porque queria relembrar os velhos tempos. Aqui foram tantas vitórias e glórias que eu tive", destaca o homenageado. "Eu gostaria que todos os Clubes tivessem como cópia o que faz o Coritiba", complementa.
"Esse cidadão aqui vestiu mais de 60, 70 vezes a camisa do Coritiba e tem um título nacional, e hoje vê esse estádio, que é um dos poucos particulares de equipes. Estou recebendo uma homenagem desse Clube", conta.
Bráulio relembra da conquista do Torneio do Povo, o primeiro título nacional de um clube do sul do Brasil. "O time de 73 era fantástico, do goleiro ao treinador. O Tim (técnico) para mim é um dos maiores estrategistas da história do futebol brasileiro", revela. "Se houvesse a mídia que existe hoje seria um Campeonato que todos gostariam de disputar e brigariam sempre pelo título, porque só haviam realmente grandes equipes", complementa.
"Quando cheguei me dei muito bem. Nem havia treinado e já fui para o jogo. Logo no primeiro contato pensei: 'vou fazer história nesse clube e cair como uma luva'", relembra. "No primeiro jogo demos um sacode no Corinthians, o estádio estava cheio, naquele ano enchiamos o estádio", diz.
"No segundo ou terceiro jogo foi um Atle-Tiba. Ganhamos o primeiro e segundo jogo, e na concentração senti o que eu sentia quando disputava um Gre-Nal", fala. O Inter era seu ex-clube. "Como era do Campeonato Brasileiro ficaríamos em uma situação confortável, e não existe coisa melhor que ganhar do Atlético-PR, estava 2x1 e daí eu fiz um gol. Conhecia o goleiro e olhava que ele sempre estava dois ou três passos à frente do gol. Recebi a bola, dei um chápéu para um lado, depois pra outro lado e vi o goleiro adiantado. Foi uma emoção muito grande marcar no meu primeiro clássico", finaliza.
O clássico disputado por Bráulio foi o primeiro Atle-Tiba disputado por um Campeonato Brasileiro, com vitória coxa-branca.
Craque da equipe campeã do Torneio do Povo de 1973, Bráulio é o homenageado pelo Coritiba neste mês de maio. O atleta foi recebido pela Comissão Permanente da História Coritibana na sala de imprensa do estádio Couto Pereira e falou sobre a alegria de ter vestido a camisa alviverde.
O atleta agradeceu pela homenagem do centenário Coritiba. "Sempre quis ser homeageado em vida. De nada adianta você ter uma rua e nunca pode passar por ela", falou na abertura do evento.
"Como está grande o Coritiba. Ele merece, já era grande no meu tempo, mas hoje está enorme. Vim caminhando com minha esposa porque queria relembrar os velhos tempos. Aqui foram tantas vitórias e glórias que eu tive", destaca o homenageado. "Eu gostaria que todos os Clubes tivessem como cópia o que faz o Coritiba", complementa.
"Esse cidadão aqui vestiu mais de 60, 70 vezes a camisa do Coritiba e tem um título nacional, e hoje vê esse estádio, que é um dos poucos particulares de equipes. Estou recebendo uma homenagem desse Clube", conta.
Bráulio relembra da conquista do Torneio do Povo, o primeiro título nacional de um clube do sul do Brasil. "O time de 73 era fantástico, do goleiro ao treinador. O Tim (técnico) para mim é um dos maiores estrategistas da história do futebol brasileiro", revela. "Se houvesse a mídia que existe hoje seria um Campeonato que todos gostariam de disputar e brigariam sempre pelo título, porque só haviam realmente grandes equipes", complementa.
"Quando cheguei me dei muito bem. Nem havia treinado e já fui para o jogo. Logo no primeiro contato pensei: 'vou fazer história nesse clube e cair como uma luva'", relembra. "No primeiro jogo demos um sacode no Corinthians, o estádio estava cheio, naquele ano enchiamos o estádio", diz.
"No segundo ou terceiro jogo foi um Atle-Tiba. Ganhamos o primeiro e segundo jogo, e na concentração senti o que eu sentia quando disputava um Gre-Nal", fala. O Inter era seu ex-clube. "Como era do Campeonato Brasileiro ficaríamos em uma situação confortável, e não existe coisa melhor que ganhar do Atlético-PR, estava 2x1 e daí eu fiz um gol. Conhecia o goleiro e olhava que ele sempre estava dois ou três passos à frente do gol. Recebi a bola, dei um chápéu para um lado, depois pra outro lado e vi o goleiro adiantado. Foi uma emoção muito grande marcar no meu primeiro clássico", finaliza.
O clássico disputado por Bráulio foi o primeiro Atle-Tiba disputado por um Campeonato Brasileiro, com vitória coxa-branca.