O empate sem gols não deixou o técnico Renè Simões abalado após duas goleadas fora de casa. Pensando na apresentação do grupo, o treinador avalia o que precisa ser feito para que o time tenha bons resultados na Copa do Brasil e no Campeonato Brasileiro, que começa no próximo sábado.
"Temos que pensar em nós mesmos, o jogo foi ótimo. Deu uma boa leitura de algumas coisas, pois preciso conhecer o grupo. No primeiro tempo não gostei de nada, faltou saída de bola e movimentação no meio de campo", avaliou. O Nacional, que fez forte marcação, também teve justificativa por parte de Renè. "Um time para jogar contra o Coritiba tem que vir para se defender mesmo".
Já o fato de que o Centenário é a grande pressão que ronda o time, não é tratado como fato negativo. "Em primeiro lugar temos que lembrar que o Centenário é uma comemoração diária. Não vamos achar que é só a conquista do Paranaense. Todo dia tem que ser lembrado, porque um clube com as glórias e conquistas do Coritiba tem que ser sempre comemorado", disse.
Ainda nesta semana, a comissão se reúne com o novo coordenador de futebol, Felipe Ximenes, para fazer uma análise geral do elenco. "Vamos ouvir a todos e decidir o que é melhor para o clube. Estou há pouco tempo com o grupo, mas todos que estão aqui trabalharam cinco meses como equipe e eu preciso deles para conhecer cada detalhe".
Se depois do último jogo Renè Simões falou em ousadia da diretoria para contratar dois jogadores, na coletiva de hoje ele explicou quem são os principais reforços que ele luta para ter em seu elenco. "É importante que a torcida saiba que venho pedindo coragem nas contratações, como aconteceu com a vinda de Marcelinho Paraíba. Vamos brigar para contratar dois jogadores que estão aqui, que são o Mancha e o Marlos. Eles não pertencem mais ao Coritiba, então todo o trabalho está sendo feito para os contratar. Depois, poderemos ver mais uma ou duas contratações de coragem", explicou.
E o apoio da torcida, que tem uma relação de amor com o novo comandante, foi exaltado ao final do jogo. "O apoio da torcida dá tranquilidade aos jogadores. Dá confiança. Assim eles vão melhorar, não tenho dúvida. Jogar em casa é sempre mais difícil, mas não pode ser. Alguma coisa está errada quando isso acontece. Tem que ter vontade de jogar em casa sempre", finalizou.
O empate sem gols não deixou o técnico Renè Simões abalado após duas goleadas fora de casa. Pensando na apresentação do grupo, o treinador avalia o que precisa ser feito para que o time tenha bons resultados na Copa do Brasil e no Campeonato Brasileiro, que começa no próximo sábado.
"Temos que pensar em nós mesmos, o jogo foi ótimo. Deu uma boa leitura de algumas coisas, pois preciso conhecer o grupo. No primeiro tempo não gostei de nada, faltou saída de bola e movimentação no meio de campo", avaliou. O Nacional, que fez forte marcação, também teve justificativa por parte de Renè. "Um time para jogar contra o Coritiba tem que vir para se defender mesmo".
Já o fato de que o Centenário é a grande pressão que ronda o time, não é tratado como fato negativo. "Em primeiro lugar temos que lembrar que o Centenário é uma comemoração diária. Não vamos achar que é só a conquista do Paranaense. Todo dia tem que ser lembrado, porque um clube com as glórias e conquistas do Coritiba tem que ser sempre comemorado", disse.
Ainda nesta semana, a comissão se reúne com o novo coordenador de futebol, Felipe Ximenes, para fazer uma análise geral do elenco. "Vamos ouvir a todos e decidir o que é melhor para o clube. Estou há pouco tempo com o grupo, mas todos que estão aqui trabalharam cinco meses como equipe e eu preciso deles para conhecer cada detalhe".
Se depois do último jogo Renè Simões falou em ousadia da diretoria para contratar dois jogadores, na coletiva de hoje ele explicou quem são os principais reforços que ele luta para ter em seu elenco. "É importante que a torcida saiba que venho pedindo coragem nas contratações, como aconteceu com a vinda de Marcelinho Paraíba. Vamos brigar para contratar dois jogadores que estão aqui, que são o Mancha e o Marlos. Eles não pertencem mais ao Coritiba, então todo o trabalho está sendo feito para os contratar. Depois, poderemos ver mais uma ou duas contratações de coragem", explicou.
E o apoio da torcida, que tem uma relação de amor com o novo comandante, foi exaltado ao final do jogo. "O apoio da torcida dá tranquilidade aos jogadores. Dá confiança. Assim eles vão melhorar, não tenho dúvida. Jogar em casa é sempre mais difícil, mas não pode ser. Alguma coisa está errada quando isso acontece. Tem que ter vontade de jogar em casa sempre", finalizou.