Renè quer time de alma guerreira
Na volta ao Clube no ano do Centenário, Renè inicia com o pé direito
Há 17 anos - 30/04/2009 02:23
Renè quer time de alma guerreira

O Coritiba voltou a vencer e convencer na segunda partida comandada pelo técnico Renè Simões, que voltou com o pé direito. E se ele já tinha o carinho do torcedor coxa-branca antes de voltar, quem dirá agora. Ao final da goleada sobre o CSA, ele comentou aspectos importantes da partida e fala da mobilização e união entre time e torcida, fórmula que foi decisiva na campanha dele aqui no clube há dois anos.


Em pouco tempo, o treinador já vê alguns pontos positivos na equipe. "Fiquei satisfeito que treinamos algumas coisas e elas já aparecem. O Carlinhos não pode ficar só do lado do campo, tem que vir por dentro. Ele chegou duas vezes, uma perdeu e na outra marcou", revela. "Foi um segundo tempo muito bom. Os zagueiros dando opção. O que aconteceu no primeiro tempo é que jogávamos sem três. Quando tínhamos a bola, os zagueiros ficavam parados", complementa.


"Mais do que os gols, treinamos muito ontem as entradas do Carlinhos e do Márcio (Gabriel). Não pode pegar apenas uma parte do campo e ficar o jogo todo ali", questiona. Uma das peças fundamentais do time é Marcelinho. "Todo time tem um jogador diferenciado. Ele é um jogador que dá um tempo, pensa, olha. A direção está de parabéns por tirar um jogador do Flamengo como ele e precisamos ousar mais. Temos um Brasileiro que tem equipes fortíssimas".


Mas a vitória não pode fazer o time tirar os pés do chão. "Tudo passo a passo. Tem que enfrentar o Nacional, gnahar o jogo, com autoridade. Mas é preciso respeitar o Nacional, foi com respeito que ganhamos hoje. Eles terminaram em terceiro, ganharam do J Malucelli e isso mostra que é um time de qualidade, que vai complicar", diz. "Futebol tem que jogar com a cabeça, não com os pés. Tem que avaliar o clima, a temperatura, o ambiente. É preciso fazer uma leitura do jogo e isso aconteceu aqui".


E as duas goleadas servem de motivação para iniciar uma mobilização entre time e torcida. "No Rio de Janeiro virou chacota o Master Mind, mas aqui eu me sinto seguro em falar. O Couto Pereira tem que ser o caldeirão ao nosso favor. O mesmo empenho que eu cobro dos nossos jogadores eu cobro do nosso torcedor. Se em cinco minutos ele sofre pressão, ele não vai render. Ganhando, perdendo e empatando vamos celebrar a nossa torcida e ela a gente. Queremos ver um time de alma guerreira, como foi aqui. Saímos de um jogo difícil com o Atlético e encaramos um calor aqui. Parece fácil, mas não é".


"Vamos prometer um time de alma guerreira e a torcida tem que ser aquela que nunca abandona", finaliza.

Renè quer time de alma guerreira
Na volta ao Clube no ano do Centenário, Renè inicia com o pé direito
Há 17 anos - 30/04/2009 02:23
Renè quer time de alma guerreira

O Coritiba voltou a vencer e convencer na segunda partida comandada pelo técnico Renè Simões, que voltou com o pé direito. E se ele já tinha o carinho do torcedor coxa-branca antes de voltar, quem dirá agora. Ao final da goleada sobre o CSA, ele comentou aspectos importantes da partida e fala da mobilização e união entre time e torcida, fórmula que foi decisiva na campanha dele aqui no clube há dois anos.


Em pouco tempo, o treinador já vê alguns pontos positivos na equipe. "Fiquei satisfeito que treinamos algumas coisas e elas já aparecem. O Carlinhos não pode ficar só do lado do campo, tem que vir por dentro. Ele chegou duas vezes, uma perdeu e na outra marcou", revela. "Foi um segundo tempo muito bom. Os zagueiros dando opção. O que aconteceu no primeiro tempo é que jogávamos sem três. Quando tínhamos a bola, os zagueiros ficavam parados", complementa.


"Mais do que os gols, treinamos muito ontem as entradas do Carlinhos e do Márcio (Gabriel). Não pode pegar apenas uma parte do campo e ficar o jogo todo ali", questiona. Uma das peças fundamentais do time é Marcelinho. "Todo time tem um jogador diferenciado. Ele é um jogador que dá um tempo, pensa, olha. A direção está de parabéns por tirar um jogador do Flamengo como ele e precisamos ousar mais. Temos um Brasileiro que tem equipes fortíssimas".


Mas a vitória não pode fazer o time tirar os pés do chão. "Tudo passo a passo. Tem que enfrentar o Nacional, gnahar o jogo, com autoridade. Mas é preciso respeitar o Nacional, foi com respeito que ganhamos hoje. Eles terminaram em terceiro, ganharam do J Malucelli e isso mostra que é um time de qualidade, que vai complicar", diz. "Futebol tem que jogar com a cabeça, não com os pés. Tem que avaliar o clima, a temperatura, o ambiente. É preciso fazer uma leitura do jogo e isso aconteceu aqui".


E as duas goleadas servem de motivação para iniciar uma mobilização entre time e torcida. "No Rio de Janeiro virou chacota o Master Mind, mas aqui eu me sinto seguro em falar. O Couto Pereira tem que ser o caldeirão ao nosso favor. O mesmo empenho que eu cobro dos nossos jogadores eu cobro do nosso torcedor. Se em cinco minutos ele sofre pressão, ele não vai render. Ganhando, perdendo e empatando vamos celebrar a nossa torcida e ela a gente. Queremos ver um time de alma guerreira, como foi aqui. Saímos de um jogo difícil com o Atlético e encaramos um calor aqui. Parece fácil, mas não é".


"Vamos prometer um time de alma guerreira e a torcida tem que ser aquela que nunca abandona", finaliza.