House's mother Joan.
Vestir esta camisa histórica não significa ter “alma guerreira”?
Há 17 anos - 22/04/2009 13:19
House's mother Joan.

Foi o que se viu neste domingo, dentro do gramado no jogo diante da inexpressiva equipe do Iraty, e apesar de todos os esforços extra campo no sentido de que o Coritiba exorcize o mito da maldição do centenário, fomos presenteados com uma apresentação abaixo da crítica. Ouvir atletas insinuando que houve uma motivação extra por parte do adversário realmente foi a demonstração inconteste do clima de alienação que impera dentro do elenco. E aí cabem alguns questionamentos:


Haveria motivação maior que a busca do título de bi-campeão paranaense? Vestir esta camisa histórica não significa ter “alma guerreira”?


Mesmo que consideremos a decência de Ivo Wortmann em trazer para si o “mea culpa”, pergunto: Qual outro técnico de primeira linha conseguiria a mágica de fazer com que o grupo incorpore virtudes como atitude, comprometimento, e raça? Não seriam estes adjetivos, inerentes ao currículo de um bom profissional?


Jornadas pífias como esta não constituem um desserviço para a magnitude do “Projeto Vencer?”


Qual o impacto deste tipo de atuação para um trabalho de “Fortalecimento da Marca?”


Finalmente, como uma pequena contribuição transcrevo a definição de um termo que reflete o estado de espírito da gloriosa torcida alviverde.


Empatia: Tendência para sentir o que sentiria caso se estivesse na situação e circunstancias experimentada por outra pessoa.


[email protected]

House's mother Joan.
Vestir esta camisa histórica não significa ter “alma guerreira”?
Há 17 anos - 22/04/2009 13:19
House's mother Joan.

Foi o que se viu neste domingo, dentro do gramado no jogo diante da inexpressiva equipe do Iraty, e apesar de todos os esforços extra campo no sentido de que o Coritiba exorcize o mito da maldição do centenário, fomos presenteados com uma apresentação abaixo da crítica. Ouvir atletas insinuando que houve uma motivação extra por parte do adversário realmente foi a demonstração inconteste do clima de alienação que impera dentro do elenco. E aí cabem alguns questionamentos:


Haveria motivação maior que a busca do título de bi-campeão paranaense? Vestir esta camisa histórica não significa ter “alma guerreira”?


Mesmo que consideremos a decência de Ivo Wortmann em trazer para si o “mea culpa”, pergunto: Qual outro técnico de primeira linha conseguiria a mágica de fazer com que o grupo incorpore virtudes como atitude, comprometimento, e raça? Não seriam estes adjetivos, inerentes ao currículo de um bom profissional?


Jornadas pífias como esta não constituem um desserviço para a magnitude do “Projeto Vencer?”


Qual o impacto deste tipo de atuação para um trabalho de “Fortalecimento da Marca?”


Finalmente, como uma pequena contribuição transcrevo a definição de um termo que reflete o estado de espírito da gloriosa torcida alviverde.


Empatia: Tendência para sentir o que sentiria caso se estivesse na situação e circunstancias experimentada por outra pessoa.


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