Marcelinho não marcou nesta noite, mas a experiência do meia-atacante vem sendo fundamental. Depois de ter disputado duas finais da Copa do Brasil e ter conquistado um título, ele afirma que a competição não é moleza e exalta o apoio da torcida organizada, que incentivou durante os 90 minutos no jogo que garantiu o Coxa na oitava de final da competição nacional.
"Jogos como esse deixam a gente com o coração a flor da pele. Futebol é isso mesmo e na Copa do Brasil são jogos de decisão. 2000 fui vice-campeão com o São Paulo contra o Cruzeiro lá no Mineirão. Em 2001 fui campeão com o Grêmio e o único jogo fácil foi a final com o Corinthians e fora de casa, mas com o próprio Coritiba foi difícil aqui", relembra.
"Parabéns para a torcida organizada que o tempo todo incentivou a equipe, aplaudiu do começo ao fim, até o final estava ali cantando. Fiquei um pouco triste com outros torcedores, não da organizada, mas que estavam do outro lado, que vaiou a equipe, em um momento que a gente precisa deles, porque até então o resultado estava a nosso favor", destaca.
Marcelinho não marcou nesta noite, mas a experiência do meia-atacante vem sendo fundamental. Depois de ter disputado duas finais da Copa do Brasil e ter conquistado um título, ele afirma que a competição não é moleza e exalta o apoio da torcida organizada, que incentivou durante os 90 minutos no jogo que garantiu o Coxa na oitava de final da competição nacional.
"Jogos como esse deixam a gente com o coração a flor da pele. Futebol é isso mesmo e na Copa do Brasil são jogos de decisão. 2000 fui vice-campeão com o São Paulo contra o Cruzeiro lá no Mineirão. Em 2001 fui campeão com o Grêmio e o único jogo fácil foi a final com o Corinthians e fora de casa, mas com o próprio Coritiba foi difícil aqui", relembra.
"Parabéns para a torcida organizada que o tempo todo incentivou a equipe, aplaudiu do começo ao fim, até o final estava ali cantando. Fiquei um pouco triste com outros torcedores, não da organizada, mas que estavam do outro lado, que vaiou a equipe, em um momento que a gente precisa deles, porque até então o resultado estava a nosso favor", destaca.