Não me lembro quando comecei a torcer para o Coritiba. Mas a minha primeira vez no estádio Major Antônio Couto Pereira foi em 1989, em uma vitória por 4 a 1 contra o extinto Colorado Esporte Clube.
Fui tarde ao Couto Pereira, entrei pela primeira vez no mais central, maior e mais bonito da capital quando já tinha 14 anos. O seu Laércio, pai dos meus melhores amigos, o Cássio e o Murilo, todos torcedores do Coritiba, foi quem me levou.
Ele apenas nos levou, pois entramos sozinhos no estádio e logo nos somamos aos integrantes da Mancha Verde. O time era mágico, o placar uma goleada e a festa foi contagiante. Estava selado ali um amor que sobreviveu às tristezas e se firmou com as alegrias.
No dia 29 de março de 2009, quase 20 anos depois da minha primeira vez, fui novamente ao Couto Pereira. Junto comigo, meu filho Felipe de 11 meses e 25 dias. Nós dois fardados, saímos de casa e fomos curtindo um rádio AM com as escalações da peleja que se aproximava. Chegamos ao Couto Pereira e sentamos perto da linha que divide o campo. Começou o jogo e pausa para a mamadeira... no meio da pausa, o primeiro gol. Estava temeroso que ele "estranhasse" a euforia da comemoração mas le agiu naturalmente assim como nos outros dois gols da goleada sobre o time de Paranavaí.
Espero que este tenha sido o primeiro de muitos jogos que vamos assistir juntos. Para uma primeira vez, 3 a zero, golaço, penâlti com paradinha está de ótimo tamanho. E meu filho que nasceu campeão do estado seja bi-campeão no ano de seu primeiro aniversário.
Não me lembro quando comecei a torcer para o Coritiba. Mas a minha primeira vez no estádio Major Antônio Couto Pereira foi em 1989, em uma vitória por 4 a 1 contra o extinto Colorado Esporte Clube.
Fui tarde ao Couto Pereira, entrei pela primeira vez no mais central, maior e mais bonito da capital quando já tinha 14 anos. O seu Laércio, pai dos meus melhores amigos, o Cássio e o Murilo, todos torcedores do Coritiba, foi quem me levou.
Ele apenas nos levou, pois entramos sozinhos no estádio e logo nos somamos aos integrantes da Mancha Verde. O time era mágico, o placar uma goleada e a festa foi contagiante. Estava selado ali um amor que sobreviveu às tristezas e se firmou com as alegrias.
No dia 29 de março de 2009, quase 20 anos depois da minha primeira vez, fui novamente ao Couto Pereira. Junto comigo, meu filho Felipe de 11 meses e 25 dias. Nós dois fardados, saímos de casa e fomos curtindo um rádio AM com as escalações da peleja que se aproximava. Chegamos ao Couto Pereira e sentamos perto da linha que divide o campo. Começou o jogo e pausa para a mamadeira... no meio da pausa, o primeiro gol. Estava temeroso que ele "estranhasse" a euforia da comemoração mas le agiu naturalmente assim como nos outros dois gols da goleada sobre o time de Paranavaí.
Espero que este tenha sido o primeiro de muitos jogos que vamos assistir juntos. Para uma primeira vez, 3 a zero, golaço, penâlti com paradinha está de ótimo tamanho. E meu filho que nasceu campeão do estado seja bi-campeão no ano de seu primeiro aniversário.