QUAL É O ONZE?
Tenho memória; recordarei, mas não apenas para recordar, para demonstrar boa memória; recordar aqui visa efeitos práticos, imediatos.
Em 38 fomos à Copa com duas equipes, a leve e a pesada; ficamos em terceiro lugar; Pimenta não se decidia entre uma e outra.
FAÇANHA
Em 53 disputamos um sul-americano sob a direção do Aimoré Moreira, irmão do grande Zezé. No primeiro jogo ele escalou os titulares: ganhamos de goleada; no segundo, escalou os reservas: ganhamos apertado; no terceiro ele misturou titulares e reservas; perdemos.
RECORDE
Em 66, Feola&Nascimento tiveram nas mãos o maior e melhor grupo já reunido no futebol brasileiro: convocaram 45 jogadores, fizeram todas as experiências possíveis em quatro meses de treinamento, levaram pra Inglaterra 23 jogadores, utilizaram 21! Em três jogos ganhamos um e perdemos dois.
(Tínhamos pelo menos três grandes equipes que podiam servir de base: Santos, Palmeiras, Botafogo; foram desprezadas! Como companheiro do Pelé testaram uns dez! Menos o Coutinho! O par perfeito do divino crioulo!)
O ÓBVIO
Em 69, quando foi indicado pra dirigir a Seleção, João Saldanha fez o óbvio, ululante: de cara declarou: cada um tem o seu time; como sou o treinador vai jogar o meu. E o meu time é este; e escalou os onze. Porque é melhor ter um mau onze que nenhum onze, acrescento. Sacou?
HESITAÇÃO
Quando o capitão Coutinho dirigiu(?!) a seleção na Copa da Argentina, em 78, passou o tempo todo a fazer experiências na ponta direita, a ponto de escalar dois laterais ali, Zé Maria e Nelinho! Isto depois de queimar uma meia dúzia de pontas de verdade.
SAPIÊNCIA
Comentário do sábio Russo: deste jeito ele divide a opinião da torcida e da crônica; resultado – o melhor sempre é o que fica no banco! Entendeu? Se não entendeu, azar; não explicarei.
(Visite www.negopessoa.com/blog)
QUAL É O ONZE?
Tenho memória; recordarei, mas não apenas para recordar, para demonstrar boa memória; recordar aqui visa efeitos práticos, imediatos.
Em 38 fomos à Copa com duas equipes, a leve e a pesada; ficamos em terceiro lugar; Pimenta não se decidia entre uma e outra.
FAÇANHA
Em 53 disputamos um sul-americano sob a direção do Aimoré Moreira, irmão do grande Zezé. No primeiro jogo ele escalou os titulares: ganhamos de goleada; no segundo, escalou os reservas: ganhamos apertado; no terceiro ele misturou titulares e reservas; perdemos.
RECORDE
Em 66, Feola&Nascimento tiveram nas mãos o maior e melhor grupo já reunido no futebol brasileiro: convocaram 45 jogadores, fizeram todas as experiências possíveis em quatro meses de treinamento, levaram pra Inglaterra 23 jogadores, utilizaram 21! Em três jogos ganhamos um e perdemos dois.
(Tínhamos pelo menos três grandes equipes que podiam servir de base: Santos, Palmeiras, Botafogo; foram desprezadas! Como companheiro do Pelé testaram uns dez! Menos o Coutinho! O par perfeito do divino crioulo!)
O ÓBVIO
Em 69, quando foi indicado pra dirigir a Seleção, João Saldanha fez o óbvio, ululante: de cara declarou: cada um tem o seu time; como sou o treinador vai jogar o meu. E o meu time é este; e escalou os onze. Porque é melhor ter um mau onze que nenhum onze, acrescento. Sacou?
HESITAÇÃO
Quando o capitão Coutinho dirigiu(?!) a seleção na Copa da Argentina, em 78, passou o tempo todo a fazer experiências na ponta direita, a ponto de escalar dois laterais ali, Zé Maria e Nelinho! Isto depois de queimar uma meia dúzia de pontas de verdade.
SAPIÊNCIA
Comentário do sábio Russo: deste jeito ele divide a opinião da torcida e da crônica; resultado – o melhor sempre é o que fica no banco! Entendeu? Se não entendeu, azar; não explicarei.
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