MODESTAMENTE
Praticamente sozinho combato a excessiva importância que se dá aos treinadores de futebol no Brasil. Num exagero polêmico sustentei que todos os treinadores são iguais, japoneses. Como diria o Lula, é menas verdade: uns são mais iguais que os outros. Num outro arranco de coragem suicida, acrescentei: treinador é supérfluo.
RADICAL
Esta não é uma afirmativa polêmica; é radical. No sentido de pegar as coisas pela raiz, não pela rama. E é absolutamente correta. O treinador não é essencial à equipe e muito menos ao jogo. Está em boa companhia: árbitro&bandeirinhas também são contingentes. Isto é, não essenciais.
SUBLIME
Para irritação dos bobacas que babam de admiração pelos treinadores: em equipe de craques o treinador é supérfluo; em equipe de cabeças de bagre, inútil.
REAÇÃO
O tempo passa e eis que começa a reação ao excessivo papel atribuído aos treinadores. Excessivo nas vitórias, derrotas, empates. Aos poucos a rapaziada entra na do locutor que vos fala. Rádio Jornal do Comércio, Recife, Pernambuco falando para o Mundo!
ALIADOS
Antigo aliado é o Tostão. Que volta e meia deprecia o treinador e ressalta o jogador. Calazans, de “O Globo”, está a engrossar o coro. Sabe quem aderiu? O Luxa! Isto mesmo. Numa entrevista ao "Estadão" reafirmou o que digo há milênios: importante é o jogador.
O Brasil é a pátria dos jogadores. Mas tudo se passa como se fôssemos a pátria dos treinadores. O Brasil do Felipão, o Brasil do Parreira. Besteira. Que o Vanderlei fulminou: bom era o tempo do Santos do Pelé, o Botafogo do Garrincha, etc. Na mosca. É isso, aí, Vanderlei! Junte-se aos bons e serás um deles.
MODESTAMENTE
Praticamente sozinho combato a excessiva importância que se dá aos treinadores de futebol no Brasil. Num exagero polêmico sustentei que todos os treinadores são iguais, japoneses. Como diria o Lula, é menas verdade: uns são mais iguais que os outros. Num outro arranco de coragem suicida, acrescentei: treinador é supérfluo.
RADICAL
Esta não é uma afirmativa polêmica; é radical. No sentido de pegar as coisas pela raiz, não pela rama. E é absolutamente correta. O treinador não é essencial à equipe e muito menos ao jogo. Está em boa companhia: árbitro&bandeirinhas também são contingentes. Isto é, não essenciais.
SUBLIME
Para irritação dos bobacas que babam de admiração pelos treinadores: em equipe de craques o treinador é supérfluo; em equipe de cabeças de bagre, inútil.
REAÇÃO
O tempo passa e eis que começa a reação ao excessivo papel atribuído aos treinadores. Excessivo nas vitórias, derrotas, empates. Aos poucos a rapaziada entra na do locutor que vos fala. Rádio Jornal do Comércio, Recife, Pernambuco falando para o Mundo!
ALIADOS
Antigo aliado é o Tostão. Que volta e meia deprecia o treinador e ressalta o jogador. Calazans, de “O Globo”, está a engrossar o coro. Sabe quem aderiu? O Luxa! Isto mesmo. Numa entrevista ao "Estadão" reafirmou o que digo há milênios: importante é o jogador.
O Brasil é a pátria dos jogadores. Mas tudo se passa como se fôssemos a pátria dos treinadores. O Brasil do Felipão, o Brasil do Parreira. Besteira. Que o Vanderlei fulminou: bom era o tempo do Santos do Pelé, o Botafogo do Garrincha, etc. Na mosca. É isso, aí, Vanderlei! Junte-se aos bons e serás um deles.