Evangelino Forever
Um ano em memória de Evangelino
Há 17 anos - 05/04/2009 16:25
Evangelino Forever

Ledo engano pensar haver sido enterrado no Cemitério Parque Iguaçu às 17h40min do dia 05 de abril de 2008, o maior baluarte do Coritiba Foot Ball Club, ali somente estava devolvido porquanto havia sido tomado para escrever a mais linda história de amor a um clube de coração.


Desde 1967 Evangelino da Costa Neves começava a trajetória de conquistas que se prolongaria por mais de 20 anos Em 1968 sagrou-se campeão paranaense após oito anos de jejum. Vence o Torneio Internacional de verão, fato repetido em 1970 e 1971. Coritiba é bicampeão estadual e faz a primeira excursão para Europa e África. Em 1971 o Coxa assume a hegemonia definitiva do futebol paranaense na chamada década de ouro. O título estadual abre a série do hexacampeonato. Em 1972, na terceira excursão internacional, consegue invencibilidade e recebe a Fita Azul, sendo também coroado campeão paranaense, em seguida vence o Torneio do Povo e o campeonato estadual. No período entre 1974 e 1976, os três títulos estaduais finalizam a maior seqüência de vitórias na história do profissionalismo no futebol paranaense. Conquista ainda o Quadrangular de Goiás em 1975 e a Taça Cidade de Curitiba em 1976 e 1978. Em 1979 o time é bicampeão estadual. O time vence em 1981 o Quadrangular do Trabalhador. Vence o Torneio Ak-Waba. Em 1984 o Coritiba volta à primeira divisão, mas foi em 1985 que a maior glória foi atingida, tornando-se o primeiro clube paranaense a sagrar-se campeão brasileiro de futebol.


Voltando ao fatídico 05 de abril,  quis o destino que justamente Jair Cirino recém empossado para conduzir o clube declarasse: “Usaremos a cada dia todos os seus conselhos, sua lição de vida e vamos guardar na memória o nome de Evangelino da Costa Neves, que amou o clube até o seu último dia de vida”.


Pois bem, nada mais oportuno que lembrar que em 1970, o Atlético Mineiro ofereceu um milhão de dólares pelo passe de Dirceu Kruger, mas o presidente Evangelino da Costa Neves recusou, dizendo que nem pelo dobro eles o levariam, agora, decorrido 43 anos de serviços prestados ao Coritiba, o Flecha Loira ocupa função importante nos quadros do clube, realmente os seus conselhos estão sendo usados...


Valdenir Taborda


[email protected]

Evangelino Forever
Um ano em memória de Evangelino
Há 17 anos - 05/04/2009 16:25
Evangelino Forever

Ledo engano pensar haver sido enterrado no Cemitério Parque Iguaçu às 17h40min do dia 05 de abril de 2008, o maior baluarte do Coritiba Foot Ball Club, ali somente estava devolvido porquanto havia sido tomado para escrever a mais linda história de amor a um clube de coração.


Desde 1967 Evangelino da Costa Neves começava a trajetória de conquistas que se prolongaria por mais de 20 anos Em 1968 sagrou-se campeão paranaense após oito anos de jejum. Vence o Torneio Internacional de verão, fato repetido em 1970 e 1971. Coritiba é bicampeão estadual e faz a primeira excursão para Europa e África. Em 1971 o Coxa assume a hegemonia definitiva do futebol paranaense na chamada década de ouro. O título estadual abre a série do hexacampeonato. Em 1972, na terceira excursão internacional, consegue invencibilidade e recebe a Fita Azul, sendo também coroado campeão paranaense, em seguida vence o Torneio do Povo e o campeonato estadual. No período entre 1974 e 1976, os três títulos estaduais finalizam a maior seqüência de vitórias na história do profissionalismo no futebol paranaense. Conquista ainda o Quadrangular de Goiás em 1975 e a Taça Cidade de Curitiba em 1976 e 1978. Em 1979 o time é bicampeão estadual. O time vence em 1981 o Quadrangular do Trabalhador. Vence o Torneio Ak-Waba. Em 1984 o Coritiba volta à primeira divisão, mas foi em 1985 que a maior glória foi atingida, tornando-se o primeiro clube paranaense a sagrar-se campeão brasileiro de futebol.


Voltando ao fatídico 05 de abril,  quis o destino que justamente Jair Cirino recém empossado para conduzir o clube declarasse: “Usaremos a cada dia todos os seus conselhos, sua lição de vida e vamos guardar na memória o nome de Evangelino da Costa Neves, que amou o clube até o seu último dia de vida”.


Pois bem, nada mais oportuno que lembrar que em 1970, o Atlético Mineiro ofereceu um milhão de dólares pelo passe de Dirceu Kruger, mas o presidente Evangelino da Costa Neves recusou, dizendo que nem pelo dobro eles o levariam, agora, decorrido 43 anos de serviços prestados ao Coritiba, o Flecha Loira ocupa função importante nos quadros do clube, realmente os seus conselhos estão sendo usados...


Valdenir Taborda


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