Ledo engano pensar haver sido enterrado no Cemitério Parque Iguaçu às 17h40min do dia 05 de abril de 2008, o maior baluarte do Coritiba Foot Ball Club, ali somente estava devolvido porquanto havia sido tomado para escrever a mais linda história de amor a um clube de coração.
Desde 1967 Evangelino da Costa Neves começava a trajetória de conquistas que se prolongaria por mais de 20 anos Em 1968 sagrou-se campeão paranaense após oito anos de jejum. Vence o Torneio Internacional de verão, fato repetido em 1970 e 1971. Coritiba é bicampeão estadual e faz a primeira excursão para Europa e África. Em 1971 o Coxa assume a hegemonia definitiva do futebol paranaense na chamada década de ouro. O título estadual abre a série do hexacampeonato. Em 1972, na terceira excursão internacional, consegue invencibilidade e recebe a Fita Azul, sendo também coroado campeão paranaense, em seguida vence o Torneio do Povo e o campeonato estadual. No período entre 1974 e 1976, os três títulos estaduais finalizam a maior seqüência de vitórias na história do profissionalismo no futebol paranaense. Conquista ainda o Quadrangular de Goiás em 1975 e a Taça Cidade de Curitiba em 1976 e 1978. Em 1979 o time é bicampeão estadual. O time vence em 1981 o Quadrangular do Trabalhador. Vence o Torneio Ak-Waba. Em 1984 o Coritiba volta à primeira divisão, mas foi em 1985 que a maior glória foi atingida, tornando-se o primeiro clube paranaense a sagrar-se campeão brasileiro de futebol.
Voltando ao fatídico 05 de abril, quis o destino que justamente Jair Cirino recém empossado para conduzir o clube declarasse: “Usaremos a cada dia todos os seus conselhos, sua lição de vida e vamos guardar na memória o nome de Evangelino da Costa Neves, que amou o clube até o seu último dia de vida”.
Pois bem, nada mais oportuno que lembrar que em 1970, o Atlético Mineiro ofereceu um milhão de dólares pelo passe de Dirceu Kruger, mas o presidente Evangelino da Costa Neves recusou, dizendo que nem pelo dobro eles o levariam, agora, decorrido 43 anos de serviços prestados ao Coritiba, o Flecha Loira ocupa função importante nos quadros do clube, realmente os seus conselhos estão sendo usados...
Valdenir Taborda
Ledo engano pensar haver sido enterrado no Cemitério Parque Iguaçu às 17h40min do dia 05 de abril de 2008, o maior baluarte do Coritiba Foot Ball Club, ali somente estava devolvido porquanto havia sido tomado para escrever a mais linda história de amor a um clube de coração.
Desde 1967 Evangelino da Costa Neves começava a trajetória de conquistas que se prolongaria por mais de 20 anos Em 1968 sagrou-se campeão paranaense após oito anos de jejum. Vence o Torneio Internacional de verão, fato repetido em 1970 e 1971. Coritiba é bicampeão estadual e faz a primeira excursão para Europa e África. Em 1971 o Coxa assume a hegemonia definitiva do futebol paranaense na chamada década de ouro. O título estadual abre a série do hexacampeonato. Em 1972, na terceira excursão internacional, consegue invencibilidade e recebe a Fita Azul, sendo também coroado campeão paranaense, em seguida vence o Torneio do Povo e o campeonato estadual. No período entre 1974 e 1976, os três títulos estaduais finalizam a maior seqüência de vitórias na história do profissionalismo no futebol paranaense. Conquista ainda o Quadrangular de Goiás em 1975 e a Taça Cidade de Curitiba em 1976 e 1978. Em 1979 o time é bicampeão estadual. O time vence em 1981 o Quadrangular do Trabalhador. Vence o Torneio Ak-Waba. Em 1984 o Coritiba volta à primeira divisão, mas foi em 1985 que a maior glória foi atingida, tornando-se o primeiro clube paranaense a sagrar-se campeão brasileiro de futebol.
Voltando ao fatídico 05 de abril, quis o destino que justamente Jair Cirino recém empossado para conduzir o clube declarasse: “Usaremos a cada dia todos os seus conselhos, sua lição de vida e vamos guardar na memória o nome de Evangelino da Costa Neves, que amou o clube até o seu último dia de vida”.
Pois bem, nada mais oportuno que lembrar que em 1970, o Atlético Mineiro ofereceu um milhão de dólares pelo passe de Dirceu Kruger, mas o presidente Evangelino da Costa Neves recusou, dizendo que nem pelo dobro eles o levariam, agora, decorrido 43 anos de serviços prestados ao Coritiba, o Flecha Loira ocupa função importante nos quadros do clube, realmente os seus conselhos estão sendo usados...
Valdenir Taborda