Na madrugada do dia primeiro de agosto de 1985, Curitiba festejava sua maior conquista esportiva: o Coxa consagrava-se como o grande time do futebol brasileiro. De maneira inquestionável, trouxera ao Paraná o primeiro título de melhor do Brasil. Os méritos daquela glória: os jogadores, a nação coxa-branca e ele, o Eterno Presidente.
Indiscutivelmente foi o perfil arrojado e valente de Evangelino da Costa Neves que levou o Coxa a tantas vitórias. Graças a ele, o Coritiba integrou definitivamente o hall de grandes clubes nacionais e a maior potencia do futebol do nosso estado. Além do título maior do Coritiba, o Chinês, como era conhecido, trouxe ao Alto da Glória outras conquistas, dentre elas títulos nacionais, regionais e internacionais.
Sua primeira vez como presidente foi em 1967. Esta oportunidade de comando estendeu-se por 12 anos, até 1979. E foi neste período que trouxe ao Alto da Glória a hegemonia no estado com a histórica seqüência de 70, quando o Clube foi hexacampeão. A taça ainda foi para o Alto da Glória em 1968, 69, 78 e 79.
Evangelino voltou a presidir o Coritiba em 1982, permanecendo por mais seis anos. Neste período, a maior conquista Alviverde: o Campeonato Brasileiro de 1985. Os relatos revelam à história uma pessoa comprometida com um ideal e em busca daquela grande marca. Naquele ano, Neves teve papel fundamental nas ações fora do campo e o título foi o reflexo de suas atitudes nos bastidores.
Foi também em sua gestão que o Coxa conquistou o Torneio do Povo, primeiro torneio nacional vencido por um time do Sul, além das vitoriosas campanhas no exterior e uma série de títulos regionais na década de 70. Antes de afastar-se de vez da principal cadeira do Clube, ele voltou ao cargo máximo em 1992 onde permaneceu até 1995.
Em suas gestões o Cori conquistou 11 Campeonatos Paranaenses, 3 vezes o Torneio Internacional de Verão, uma vez a Fita Azul, foi campeão do Torneio do Povo em 1973, Torneio Quadrangular de Goiás e duas Taças Cidade de Curitiba. Somou, ainda, o Torneio Akwaba, em 1983, Torneio Maurício Fruet e o Brasileiro em 1985.
Evangelino da Costa Neves era natural do litoral de São Paulo, da cidade de Santos. Chegou em Curitiba em 1944, com apenas 19 anos. De 1944 a meados da década de 60, ele passou a nutrir um carinho muito especial pelo Coritiba, até chegar a uma relação de vida com o Clube.
O eterno presidente faleceu aos 82 anos. Mais do que um grande coxa-branca, é o responsável pelas grandes conquistas de nosso clube.
Nosso eterno agradecimento, Chinês!
Na madrugada do dia primeiro de agosto de 1985, Curitiba festejava sua maior conquista esportiva: o Coxa consagrava-se como o grande time do futebol brasileiro. De maneira inquestionável, trouxera ao Paraná o primeiro título de melhor do Brasil. Os méritos daquela glória: os jogadores, a nação coxa-branca e ele, o Eterno Presidente.
Indiscutivelmente foi o perfil arrojado e valente de Evangelino da Costa Neves que levou o Coxa a tantas vitórias. Graças a ele, o Coritiba integrou definitivamente o hall de grandes clubes nacionais e a maior potencia do futebol do nosso estado. Além do título maior do Coritiba, o Chinês, como era conhecido, trouxe ao Alto da Glória outras conquistas, dentre elas títulos nacionais, regionais e internacionais.
Sua primeira vez como presidente foi em 1967. Esta oportunidade de comando estendeu-se por 12 anos, até 1979. E foi neste período que trouxe ao Alto da Glória a hegemonia no estado com a histórica seqüência de 70, quando o Clube foi hexacampeão. A taça ainda foi para o Alto da Glória em 1968, 69, 78 e 79.
Evangelino voltou a presidir o Coritiba em 1982, permanecendo por mais seis anos. Neste período, a maior conquista Alviverde: o Campeonato Brasileiro de 1985. Os relatos revelam à história uma pessoa comprometida com um ideal e em busca daquela grande marca. Naquele ano, Neves teve papel fundamental nas ações fora do campo e o título foi o reflexo de suas atitudes nos bastidores.
Foi também em sua gestão que o Coxa conquistou o Torneio do Povo, primeiro torneio nacional vencido por um time do Sul, além das vitoriosas campanhas no exterior e uma série de títulos regionais na década de 70. Antes de afastar-se de vez da principal cadeira do Clube, ele voltou ao cargo máximo em 1992 onde permaneceu até 1995.
Em suas gestões o Cori conquistou 11 Campeonatos Paranaenses, 3 vezes o Torneio Internacional de Verão, uma vez a Fita Azul, foi campeão do Torneio do Povo em 1973, Torneio Quadrangular de Goiás e duas Taças Cidade de Curitiba. Somou, ainda, o Torneio Akwaba, em 1983, Torneio Maurício Fruet e o Brasileiro em 1985.
Evangelino da Costa Neves era natural do litoral de São Paulo, da cidade de Santos. Chegou em Curitiba em 1944, com apenas 19 anos. De 1944 a meados da década de 60, ele passou a nutrir um carinho muito especial pelo Coritiba, até chegar a uma relação de vida com o Clube.
O eterno presidente faleceu aos 82 anos. Mais do que um grande coxa-branca, é o responsável pelas grandes conquistas de nosso clube.
Nosso eterno agradecimento, Chinês!