Em 1966, vim morar em Curitiba oriundo de Cianorte pra fazer carreira Militar. Fiquei na casa de meu Tio Amadeu, na Rua 24 de Maio, quase esquina com Brasílio Itiberê.
Na época torcia pra um time de São Paulo (como a maioria dos nortistas, infelizmente) e não conhecia nada do futebol de meu Estado. Tinha dois primos: um atleticano e outro ferroviário, os quais me levavam pra ver os jogos de seus times e durante quase dois anos tentaram fazer a minha cabeça a fim de virar torcedor dos times deles, e, realmente assisti a diversos jogos.
Mas meu coração estava reservado por algo bem melhor. Assim que meus pais se mudaram do norte para Curitiba vindo a morar no Bairro do Ahú, voltei a morar com eles, e, num domingo tinha jogo do Coritiba nem me lembro contra quem. E pela primeira vez fui ver um jogo do Coritiba. Ao ver os jogadores entrarem em campo no antigo Belfort Duarte, foi amor à primeira vista, amei, adorei a camisa verde e branca e o carisma que transmitia a todos os torcedores no estádio, e a partir de então fiquei um ferrenho torcedor.
Casei-me e tenho duas filhas e um filho, todos Coxas-Brancas, não por imposição minha, mas sim por verem o pai deles torcer e vibrar com o nosso Coxa. Há sete anos saí de Curitiba e moro em Matinhos-Pr, mas continuo torcendo como sempre para o nosso Coxa pela TV ou subindo a serra para assistir aos jogos.
Sou um Coxa-Branca feliz da vida.
Jesus de Deus da Silva
Em 1966, vim morar em Curitiba oriundo de Cianorte pra fazer carreira Militar. Fiquei na casa de meu Tio Amadeu, na Rua 24 de Maio, quase esquina com Brasílio Itiberê.
Na época torcia pra um time de São Paulo (como a maioria dos nortistas, infelizmente) e não conhecia nada do futebol de meu Estado. Tinha dois primos: um atleticano e outro ferroviário, os quais me levavam pra ver os jogos de seus times e durante quase dois anos tentaram fazer a minha cabeça a fim de virar torcedor dos times deles, e, realmente assisti a diversos jogos.
Mas meu coração estava reservado por algo bem melhor. Assim que meus pais se mudaram do norte para Curitiba vindo a morar no Bairro do Ahú, voltei a morar com eles, e, num domingo tinha jogo do Coritiba nem me lembro contra quem. E pela primeira vez fui ver um jogo do Coritiba. Ao ver os jogadores entrarem em campo no antigo Belfort Duarte, foi amor à primeira vista, amei, adorei a camisa verde e branca e o carisma que transmitia a todos os torcedores no estádio, e a partir de então fiquei um ferrenho torcedor.
Casei-me e tenho duas filhas e um filho, todos Coxas-Brancas, não por imposição minha, mas sim por verem o pai deles torcer e vibrar com o nosso Coxa. Há sete anos saí de Curitiba e moro em Matinhos-Pr, mas continuo torcendo como sempre para o nosso Coxa pela TV ou subindo a serra para assistir aos jogos.
Sou um Coxa-Branca feliz da vida.
Jesus de Deus da Silva