Minha história com o Coritiba começou em 19 janeiro de 1998. Filha de um casal atléticano, não conhecia o outro lado do futebol paranaense. Foi então que um casal de amigos me convidou para assistir a um amistoso entre o Coritiba e a Seleção Jamaicana, que na ocasião tinha como técnico o nosso querido René Simões. Uma noite tipica de verão, com uma temperatura quente porém agradável, e um maravilhoso céu estrelado.
O Coxa ganha de 3 x 1, com um gol de Rogério Barbosa e dois de Sinval. Desde então a paixão pelo Coritiba foi crescendo dia após dia, e cada vez mais. Hoje sou muito grata aos amigos que me levaram ao Couto Pereira naquela noite, e me mostraram o quão bom é ser Coxa-Branca. Porque ser Coxa-Branca é diferente de qualquer outro torcedor , pois não se restringe a ser somente torcedor.
Ser Coxa-Branca é como casamento: na saúde e na doença, nas alegrias e nas tristezas. O Coxa-Branca é capaz de, após uma derrota humilhante, pegar a camisa no armário e sair às ruas mesmo sendo alvo de piadas, isso por que o Coxa-Branca não torce por um time, torce por uma nação. Coxa-Branca tem algo que os outros nunca terão: tem paixão... e, mais do que isso, tem AMOR!
E eu me ORGULHO de SER Coxa-Branca e poder fazer parte dessa história maravilhosa.
COXA, EU TE AMO!
Elizandra Prado
Minha história com o Coritiba começou em 19 janeiro de 1998. Filha de um casal atléticano, não conhecia o outro lado do futebol paranaense. Foi então que um casal de amigos me convidou para assistir a um amistoso entre o Coritiba e a Seleção Jamaicana, que na ocasião tinha como técnico o nosso querido René Simões. Uma noite tipica de verão, com uma temperatura quente porém agradável, e um maravilhoso céu estrelado.
O Coxa ganha de 3 x 1, com um gol de Rogério Barbosa e dois de Sinval. Desde então a paixão pelo Coritiba foi crescendo dia após dia, e cada vez mais. Hoje sou muito grata aos amigos que me levaram ao Couto Pereira naquela noite, e me mostraram o quão bom é ser Coxa-Branca. Porque ser Coxa-Branca é diferente de qualquer outro torcedor , pois não se restringe a ser somente torcedor.
Ser Coxa-Branca é como casamento: na saúde e na doença, nas alegrias e nas tristezas. O Coxa-Branca é capaz de, após uma derrota humilhante, pegar a camisa no armário e sair às ruas mesmo sendo alvo de piadas, isso por que o Coxa-Branca não torce por um time, torce por uma nação. Coxa-Branca tem algo que os outros nunca terão: tem paixão... e, mais do que isso, tem AMOR!
E eu me ORGULHO de SER Coxa-Branca e poder fazer parte dessa história maravilhosa.
COXA, EU TE AMO!
Elizandra Prado