Sou daqueles que entendem o futebol como um grande espetáculo. Da paixão de um povo, de uma cidade, de uma legião de seguidores. O que mais me empolga no Glorioso é o amor de sua grande nação de torcedores. O carinho pelo globo simbólico, pelo verde e branco. Um sentimento que brota na alma das pessoas, que vai passando de pai para filho, para netos, de geração em geração. É uma manifestação que ultrapassa todos os limites do imaginável; que domina os pensamentos e o espaço dos que são apaixonados pelo seu clube. Que o fazem um dos valores mais importantes da vida.
E neste contexto, insiro a figura dos ídolos. Daqueles que, em verdade, quase que nos representam de calções e chuteiras, vestindo o manto sagrado do Coxa nos jogos e nas competições. Ídolos que nos ajudam a construir times fortes e momentos indeléveis como em conquistas que tanto exaltamos ou esperamos. Vejo assim – neste momento – a chegada deste humilde e talentoso Marcelinho Paraíba. Figura simples do mundo da bola, que nem bem aportou no Alto da Glória e já começou a oferecer felicidade e alegrias aos torcedores. Marcelinho é uma destas locomotivas que movem o futebol. Com seus lançamentos, gols, jogadas de efeito e até mesmo pela superação da idade e dos quilômetros rodados. Também pelo folclore. Pelas frases irônicas e com o efeito da pintura dos cabelos, que de nordestinos se transformam em “germânicos” e em breve em tons esverdeados numa homenagem à massa coritibana. Parecia um contrato de risco. Mas Paraíba já mostrou que nasceu uma afinidade entre ele e o Coritiba. Que bom. Um novo ídolo está nascendo e isso faz aumentar sempre mais a nossa paixão ... já incomensurável ... pelo centenário Glorioso.
No ano passado, levei o Paulinho Cascavel ao Couto. Para uma apresentação formal e um bate-papo de amigos com o nosso presidente Jair Cirino. Cascavel está morando em Portugal, desfrutando do carinho dos que o idolatraram como grande artilheiro nas passagens principais por Sporting Lisboa e Benfica. Ele quer ajudar o Coxa, alinhavando um acordo, uma possível parceria do Coritiba FC com o alviverde Sporting. Quem sabe, a reabertura das portas européias para o Glorioso, via irmãos portugueses. Gostaria muito que houvesse o acordo neste ano do centenário. Fico torcendo para que os fatos evoluam, com certeza.
Paulo Mosimann, repórter Foguetinho, atua na cobertura diária do Coritiba desde os anos 70. É setorista das rádios Globo e CBN. Contatos e-mail - [email protected]
Sou daqueles que entendem o futebol como um grande espetáculo. Da paixão de um povo, de uma cidade, de uma legião de seguidores. O que mais me empolga no Glorioso é o amor de sua grande nação de torcedores. O carinho pelo globo simbólico, pelo verde e branco. Um sentimento que brota na alma das pessoas, que vai passando de pai para filho, para netos, de geração em geração. É uma manifestação que ultrapassa todos os limites do imaginável; que domina os pensamentos e o espaço dos que são apaixonados pelo seu clube. Que o fazem um dos valores mais importantes da vida.
E neste contexto, insiro a figura dos ídolos. Daqueles que, em verdade, quase que nos representam de calções e chuteiras, vestindo o manto sagrado do Coxa nos jogos e nas competições. Ídolos que nos ajudam a construir times fortes e momentos indeléveis como em conquistas que tanto exaltamos ou esperamos. Vejo assim – neste momento – a chegada deste humilde e talentoso Marcelinho Paraíba. Figura simples do mundo da bola, que nem bem aportou no Alto da Glória e já começou a oferecer felicidade e alegrias aos torcedores. Marcelinho é uma destas locomotivas que movem o futebol. Com seus lançamentos, gols, jogadas de efeito e até mesmo pela superação da idade e dos quilômetros rodados. Também pelo folclore. Pelas frases irônicas e com o efeito da pintura dos cabelos, que de nordestinos se transformam em “germânicos” e em breve em tons esverdeados numa homenagem à massa coritibana. Parecia um contrato de risco. Mas Paraíba já mostrou que nasceu uma afinidade entre ele e o Coritiba. Que bom. Um novo ídolo está nascendo e isso faz aumentar sempre mais a nossa paixão ... já incomensurável ... pelo centenário Glorioso.
No ano passado, levei o Paulinho Cascavel ao Couto. Para uma apresentação formal e um bate-papo de amigos com o nosso presidente Jair Cirino. Cascavel está morando em Portugal, desfrutando do carinho dos que o idolatraram como grande artilheiro nas passagens principais por Sporting Lisboa e Benfica. Ele quer ajudar o Coxa, alinhavando um acordo, uma possível parceria do Coritiba FC com o alviverde Sporting. Quem sabe, a reabertura das portas européias para o Glorioso, via irmãos portugueses. Gostaria muito que houvesse o acordo neste ano do centenário. Fico torcendo para que os fatos evoluam, com certeza.
Paulo Mosimann, repórter Foguetinho, atua na cobertura diária do Coritiba desde os anos 70. É setorista das rádios Globo e CBN. Contatos e-mail - [email protected]