FEBEAPÁ
Criado nos idos de 1964 pelo saudoso Stanislaw Ponte Preta, pseudônimo do Sérgio Porto, o festival de besteiras que assola o país, febeapá, foi enriquecido pelo projeto contra a violência nos estádios de futebol, gestado no ministério dos Desportos (sic), ocupado no governo Lula pela vanguarda do atraso, o PCdoB.
UUUUU
O simples fato de exigir registro&carteirinha de torcedor para vermos os jogos o desqualifica de cara. E para sempre. É medida burra, violenta, arbitrária, burocrática no pior sentido da palavra, no sentido de criar dificuldades para vender facilidades. Neste sentido, bem Brasil!
MENOS
A violência nos estádios é superestimada; o diabo é bem menos feio; políticos-juízes-promotores-polícia têm mais o que fazer, e fazer com urgência, do que se preocupar com algo menor, de menor monta, de baixa prioridade. E de solução facílima!
ANTECEDENTES
Começa que temos exemplos europeus, a larga experiência européia com o problema, especialmente made in England. Basta importá-la, traduzi-la, adaptá-la (redução sociológica no jargão do Guerreiro Ramos). E aplicá-la. Sem burocracia! Sem novas leis, regulamentos, estatutos; apenas com as leis vigentes. Que obviamente exigem apoio policial, judicial, da promotoria. O que em língua inglesa se chama enforcement.
É isto ou a anomia, a crescente violência turbinada pela crônica impunidade, crônico não te ligo, crônico deixar como está pra ver como fica.
RÁPIDO&RASTEIRO
O esquema de jogo é simples: policiamento antes, durante, depois dos jogos; prisão-processo-condenação-cumprimento da pena pelos bandidos, desordeiros. Rápido&rasteiro.
Atenção! Apenas nos clássicos o problema se põe; nos
jogos de uma torcida, não. Em resumo, quatro vezes por ano em Curitiba a PM trabalhará pouco mais; em Porto Alegre, Belô, Salvador, etc., idem; a exceção é o Recife. E RioSampa, claro. Onde está o problema. Que se resolve com a receita aí de cima. Ok?
FEBEAPÁ
Criado nos idos de 1964 pelo saudoso Stanislaw Ponte Preta, pseudônimo do Sérgio Porto, o festival de besteiras que assola o país, febeapá, foi enriquecido pelo projeto contra a violência nos estádios de futebol, gestado no ministério dos Desportos (sic), ocupado no governo Lula pela vanguarda do atraso, o PCdoB.
UUUUU
O simples fato de exigir registro&carteirinha de torcedor para vermos os jogos o desqualifica de cara. E para sempre. É medida burra, violenta, arbitrária, burocrática no pior sentido da palavra, no sentido de criar dificuldades para vender facilidades. Neste sentido, bem Brasil!
MENOS
A violência nos estádios é superestimada; o diabo é bem menos feio; políticos-juízes-promotores-polícia têm mais o que fazer, e fazer com urgência, do que se preocupar com algo menor, de menor monta, de baixa prioridade. E de solução facílima!
ANTECEDENTES
Começa que temos exemplos europeus, a larga experiência européia com o problema, especialmente made in England. Basta importá-la, traduzi-la, adaptá-la (redução sociológica no jargão do Guerreiro Ramos). E aplicá-la. Sem burocracia! Sem novas leis, regulamentos, estatutos; apenas com as leis vigentes. Que obviamente exigem apoio policial, judicial, da promotoria. O que em língua inglesa se chama enforcement.
É isto ou a anomia, a crescente violência turbinada pela crônica impunidade, crônico não te ligo, crônico deixar como está pra ver como fica.
RÁPIDO&RASTEIRO
O esquema de jogo é simples: policiamento antes, durante, depois dos jogos; prisão-processo-condenação-cumprimento da pena pelos bandidos, desordeiros. Rápido&rasteiro.
Atenção! Apenas nos clássicos o problema se põe; nos
jogos de uma torcida, não. Em resumo, quatro vezes por ano em Curitiba a PM trabalhará pouco mais; em Porto Alegre, Belô, Salvador, etc., idem; a exceção é o Recife. E RioSampa, claro. Onde está o problema. Que se resolve com a receita aí de cima. Ok?