Mais uma vez a Gazeta do Povo publica uma matéria tendenciosa desrespeitando o Coritiba, seus administradores e suas instâncias administrativas que aprovaram o atual formato de Plano de Sócios do clube. A matéria “Coxa ganha 14 mil sócios, mas repassa 38% a empresa” tenta direcionar o leitor a uma interpretação equivocada e negativa do assunto que devia ser tratado como um avanço do Coritiba na parceria com seu torcedor.
Mesmo depois de ser recebido pelo diretor de marketing do clube, pelo 2° vice-presidente do Conselho Deliberativo e pelo diretor da empresa terceirizada responsável pelo plano, o repórter agiu de má fé exaltando informações obtidas em documento retirados de forma ilícita do clube - e que têm servido de pauta constantemente parecendo até que este está comprometido com as publicações das informações de acordo com os interesses de quem o entregou - para justificar sua única e exclusiva opinião sobre o assunto. Opinião essa que difere não só de todos as instâncias do clube – Conselho Administrativo, Conselho Deliberativo, Conselho Consultivo, Conselho Fiscal, que aprovaram o atual modelo de plano de sócios, como dos próprios 19 mil sócios que sequer foram ouvidos pela reportagem.
O repórter se utiliza de um cálculo grosseiro para afirmar que o Coritiba teria pago em menos de um ano de contrato mais a empresa parceira do que teria gasto para fazer a própria administração do plano. De posse de documento ilícito fez tal afirmação sem a menor responsabilidade, simplesmente fazendo a multiplicação de uma parcela paga, vezes o tempo de contrato, o que não é correto já que a adesão de novos sócios varia intensamente de mês a mês. Mas porque essa questão não foi tema de questionamento quando esteve frente a frente aos diretores do Coritiba e da empresa terceirizada por mais de uma hora. Se tivesse feito isso, teria a resposta correta, mas, talvez, perdesse a “pimenta” da matéria com a informação tirada de tais documentos.
O repórter ocultou diversas informações que valorizam a parceria como; a administração do recurso arrecadado é do clube, os investimentos da terceirizada com estrutura física, recursos humanos, software, campanha publicitária com a atriz Guta Stresser, entre outras, o trabalho de relacionamento com os sócios, enfim, ações que revelam que o plano é um sucesso comprovado por seus resultados.
Por que não há uma entrevista com os associados do clube para verificar se estão satisfeitos com o plano? Que tal entrevistar os participantes da ação que aconteceu da manhã deste sábado, em que o repórter foi convidado a fazer a cobertura? Por que publicar uma matéria sobre o mesmo assunto do time coirmão no mesmo dia sem nenhuma ponderação como as feitas ao Coxa? Por que não incentivar o torcedor a associar-se ao Coritiba?
Esta não é a primeira vez na qual o trabalho do repórter causa estranheza. Há uma semana ele publicou uma matéria equivocada e tendenciosa com números errados relacionados à festa do lançamento do Centenário Alviverde. O clube, dentro de sua posposta de transparência, recebeu o repórter para mostrar absolutamente todas as notas do evento. Comprovou-se que tudo estava legal e que a festividade foi bancada por patrocinadores e ainda deu lucro ao Coritiba. Até o momento o jornal não publicou nada com as explicações como uma mínima forma de retratação.
As matérias em questão são um juízo de valor, não uma notícia; ignoram o poder de avaliação do leitor induzindo ele a uma avaliação negativa de tudo que é feito na esfera administrativa do Coritiba, levando a público um ponto de vista tendencioso pressupondo que a atual administração é danosa à instituição. O que vem sendo feito pelo jornalista não é condigno da sua função. Além de não representar a verdade produz matérias negativas partindo de valores preestabelecidos como se representasse sua fonte, a que o entregou os documentos desviados do clube.
Mais uma vez a Gazeta do Povo publica uma matéria tendenciosa desrespeitando o Coritiba, seus administradores e suas instâncias administrativas que aprovaram o atual formato de Plano de Sócios do clube. A matéria “Coxa ganha 14 mil sócios, mas repassa 38% a empresa” tenta direcionar o leitor a uma interpretação equivocada e negativa do assunto que devia ser tratado como um avanço do Coritiba na parceria com seu torcedor.
Mesmo depois de ser recebido pelo diretor de marketing do clube, pelo 2° vice-presidente do Conselho Deliberativo e pelo diretor da empresa terceirizada responsável pelo plano, o repórter agiu de má fé exaltando informações obtidas em documento retirados de forma ilícita do clube - e que têm servido de pauta constantemente parecendo até que este está comprometido com as publicações das informações de acordo com os interesses de quem o entregou - para justificar sua única e exclusiva opinião sobre o assunto. Opinião essa que difere não só de todos as instâncias do clube – Conselho Administrativo, Conselho Deliberativo, Conselho Consultivo, Conselho Fiscal, que aprovaram o atual modelo de plano de sócios, como dos próprios 19 mil sócios que sequer foram ouvidos pela reportagem.
O repórter se utiliza de um cálculo grosseiro para afirmar que o Coritiba teria pago em menos de um ano de contrato mais a empresa parceira do que teria gasto para fazer a própria administração do plano. De posse de documento ilícito fez tal afirmação sem a menor responsabilidade, simplesmente fazendo a multiplicação de uma parcela paga, vezes o tempo de contrato, o que não é correto já que a adesão de novos sócios varia intensamente de mês a mês. Mas porque essa questão não foi tema de questionamento quando esteve frente a frente aos diretores do Coritiba e da empresa terceirizada por mais de uma hora. Se tivesse feito isso, teria a resposta correta, mas, talvez, perdesse a “pimenta” da matéria com a informação tirada de tais documentos.
O repórter ocultou diversas informações que valorizam a parceria como; a administração do recurso arrecadado é do clube, os investimentos da terceirizada com estrutura física, recursos humanos, software, campanha publicitária com a atriz Guta Stresser, entre outras, o trabalho de relacionamento com os sócios, enfim, ações que revelam que o plano é um sucesso comprovado por seus resultados.
Por que não há uma entrevista com os associados do clube para verificar se estão satisfeitos com o plano? Que tal entrevistar os participantes da ação que aconteceu da manhã deste sábado, em que o repórter foi convidado a fazer a cobertura? Por que publicar uma matéria sobre o mesmo assunto do time coirmão no mesmo dia sem nenhuma ponderação como as feitas ao Coxa? Por que não incentivar o torcedor a associar-se ao Coritiba?
Esta não é a primeira vez na qual o trabalho do repórter causa estranheza. Há uma semana ele publicou uma matéria equivocada e tendenciosa com números errados relacionados à festa do lançamento do Centenário Alviverde. O clube, dentro de sua posposta de transparência, recebeu o repórter para mostrar absolutamente todas as notas do evento. Comprovou-se que tudo estava legal e que a festividade foi bancada por patrocinadores e ainda deu lucro ao Coritiba. Até o momento o jornal não publicou nada com as explicações como uma mínima forma de retratação.
As matérias em questão são um juízo de valor, não uma notícia; ignoram o poder de avaliação do leitor induzindo ele a uma avaliação negativa de tudo que é feito na esfera administrativa do Coritiba, levando a público um ponto de vista tendencioso pressupondo que a atual administração é danosa à instituição. O que vem sendo feito pelo jornalista não é condigno da sua função. Além de não representar a verdade produz matérias negativas partindo de valores preestabelecidos como se representasse sua fonte, a que o entregou os documentos desviados do clube.