Caro coxa branca, prepare-se para ler algo não exatamente agradável: estamos a sofrer da síndrome do conformismo. E não é de hoje; vem de longe! (Não me esforçarei para datá-lo; não quero cometer injustiça.)
Tudo se passa como se o centenário Coritiba Foot-Ball Club, o glorioso Coritiba, de tantos títulos, tantas e tão bonitas histórias, vitórias, como se o original Coritiba, criado por filhos de alemães enquanto a quase unanimidade dos outros grandes clubes brasileiros foi criada por descendentes ingleses, tudo se passa, repito, como se o pioneiro Coritiba, o líder Coritiba, estivesse irremediavelmente condenado à mediocridade.
( )
Atenção! Penso em termos nacionais, internacionais, globais; não em termos provincianos; o Coritiba está no grande jogo. Que não se confunde com o campeonato estadual, cadáver insepulto do velho Brasil, anterior a 1964...
PESADELO
- Nada a fazer.
- Nada a fazer.
- A gente podia se jogar da torre Eiffel.
- Não deixariam a gente subir.
Transcrevo o diálogo entre Vladimir-Estragon no início do “Esperando Godot”, do Becket.
O repetido, conformado, conformista, o derrotado, derrotista nada a fazer, nada a fazer, tem perturbado meu sono. Que espanto com: quem não é o maior tem de ser o melhor, mais esperto, mais inteligente, mais rápido, mais lúcido, mais realista.
O QUE FAZER?
HÁ MUITO QUE FAZER! ESPECIALMENTE NA ÁREA DAS DESPESAS, ONDE SOBREVIVEM, SE REPRODUZEM GORDURAS&PELANCAS IMEMORIAIS. QUE AFLIGEM TODOS OS CLUBES! SEM EXCEÇÃO!
MEU SONHO É O CORITIBA EXCEÇÃO! OH! GLORIOSO! COMO É BOM TE VER CAMPEÃO DE NOVO. É ISTO OU A MEDIOCRIDADE! TERTIUM NON DATUR! Em Português, terceiro excluído.
(Visite negopessoa.com/blog)
Caro coxa branca, prepare-se para ler algo não exatamente agradável: estamos a sofrer da síndrome do conformismo. E não é de hoje; vem de longe! (Não me esforçarei para datá-lo; não quero cometer injustiça.)
Tudo se passa como se o centenário Coritiba Foot-Ball Club, o glorioso Coritiba, de tantos títulos, tantas e tão bonitas histórias, vitórias, como se o original Coritiba, criado por filhos de alemães enquanto a quase unanimidade dos outros grandes clubes brasileiros foi criada por descendentes ingleses, tudo se passa, repito, como se o pioneiro Coritiba, o líder Coritiba, estivesse irremediavelmente condenado à mediocridade.
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Atenção! Penso em termos nacionais, internacionais, globais; não em termos provincianos; o Coritiba está no grande jogo. Que não se confunde com o campeonato estadual, cadáver insepulto do velho Brasil, anterior a 1964...
PESADELO
- Nada a fazer.
- Nada a fazer.
- A gente podia se jogar da torre Eiffel.
- Não deixariam a gente subir.
Transcrevo o diálogo entre Vladimir-Estragon no início do “Esperando Godot”, do Becket.
O repetido, conformado, conformista, o derrotado, derrotista nada a fazer, nada a fazer, tem perturbado meu sono. Que espanto com: quem não é o maior tem de ser o melhor, mais esperto, mais inteligente, mais rápido, mais lúcido, mais realista.
O QUE FAZER?
HÁ MUITO QUE FAZER! ESPECIALMENTE NA ÁREA DAS DESPESAS, ONDE SOBREVIVEM, SE REPRODUZEM GORDURAS&PELANCAS IMEMORIAIS. QUE AFLIGEM TODOS OS CLUBES! SEM EXCEÇÃO!
MEU SONHO É O CORITIBA EXCEÇÃO! OH! GLORIOSO! COMO É BOM TE VER CAMPEÃO DE NOVO. É ISTO OU A MEDIOCRIDADE! TERTIUM NON DATUR! Em Português, terceiro excluído.
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