"Por que as mulheres têm um dia especial?" é a pergunta que fica no ar no dia 8 de março. Apesar da fantasia criada entorno desta data, as mulheres lutaram pela igualdade e pela lembrança de sua existência. A proposta para a criação da data aconteceu na transição do século XIX, sob o comando de Clara Zetkin, em 1910, no II Congresso Internacional de Mulheres Socialistas.
Em época de mudanças brutas, a sociedade se moldava à força a uma nova realidade de vida. A industrialização, ao mesmo tempo em que abria espaços e possibilidades, levava as pessoas a uma escravidão fantasma. Era neste contexto que as mulheres circulavam como mão de obra.
Algumas histórias, entre mitos e verdades, reforçam esta batalha pela sobrevivência:
8 março 1857 - Operárias de uma fábrica de tecidos, em Nova Iorque, fizeram uma grande greve, reivindicando melhores condições de trabalho. Segundo alguns relatos, a manifestação foi reprimida com total violência: as mulheres foram trancadas dentro da fábrica, que foi incendiada. Aproximadamente 130 tecelãs morreram carbonizadas. Tratada como a verdadeira história heróica do Dia Internacional da Mulher, o conto tem historiadores apartidários, que dizem não haver registros que comprovem os acontecimentos.
25 março de 1911 - Às 5 horas da tarde, quando todos trabalhavam, irrompeu um grande incêndio na fábrica de tecidos Triangle Shirtwaist Company, em Nova Iorque. A fábrica empregava 600 trabalhadores e trabalhadoras, a maioria mulheres imigrantes judias e italianas, jovens de 13 a 23 anos. Morreram 146 pessoas, entre elas 125 mulheres e 21 homens. Após muito tempo, a história de 1857 foi contestada e o fato de 1911 foi tido como a origem posteriori da homenagem às mulheres.
Hoje a atuação feminina é constante e, mesmo sendo nossa sociedade cercada de um espírito paternalista e heranças machistas, o público feminino garante participação ativa nas diversas frentes sociais. O ideal é o fim do sexismo e advento de uma sociedade sem fronteiras e respeito mútuo independe de sexo, credo, cor e nacionalidade.
"Por que as mulheres têm um dia especial?" é a pergunta que fica no ar no dia 8 de março. Apesar da fantasia criada entorno desta data, as mulheres lutaram pela igualdade e pela lembrança de sua existência. A proposta para a criação da data aconteceu na transição do século XIX, sob o comando de Clara Zetkin, em 1910, no II Congresso Internacional de Mulheres Socialistas.
Em época de mudanças brutas, a sociedade se moldava à força a uma nova realidade de vida. A industrialização, ao mesmo tempo em que abria espaços e possibilidades, levava as pessoas a uma escravidão fantasma. Era neste contexto que as mulheres circulavam como mão de obra.
Algumas histórias, entre mitos e verdades, reforçam esta batalha pela sobrevivência:
8 março 1857 - Operárias de uma fábrica de tecidos, em Nova Iorque, fizeram uma grande greve, reivindicando melhores condições de trabalho. Segundo alguns relatos, a manifestação foi reprimida com total violência: as mulheres foram trancadas dentro da fábrica, que foi incendiada. Aproximadamente 130 tecelãs morreram carbonizadas. Tratada como a verdadeira história heróica do Dia Internacional da Mulher, o conto tem historiadores apartidários, que dizem não haver registros que comprovem os acontecimentos.
25 março de 1911 - Às 5 horas da tarde, quando todos trabalhavam, irrompeu um grande incêndio na fábrica de tecidos Triangle Shirtwaist Company, em Nova Iorque. A fábrica empregava 600 trabalhadores e trabalhadoras, a maioria mulheres imigrantes judias e italianas, jovens de 13 a 23 anos. Morreram 146 pessoas, entre elas 125 mulheres e 21 homens. Após muito tempo, a história de 1857 foi contestada e o fato de 1911 foi tido como a origem posteriori da homenagem às mulheres.
Hoje a atuação feminina é constante e, mesmo sendo nossa sociedade cercada de um espírito paternalista e heranças machistas, o público feminino garante participação ativa nas diversas frentes sociais. O ideal é o fim do sexismo e advento de uma sociedade sem fronteiras e respeito mútuo independe de sexo, credo, cor e nacionalidade.