Uma resposta
Por que há tanta despesa supérflua nas partidas dobradas dos clubes brasileiros de futebol profissional?
Há 17 anos - 02/03/2009 12:29
Uma resposta

Em 1975, o grande mestre Russo me dizia: pelo menos um terço das despesas dos clubes é supérfluo; se formos pra ponta do lápis chega a 40%.



Acreditei, mas decidi conferir: na mosca; o velho estava certíssimo. (Não encontrei voz discordante: treinadores&preparadores, ex-jogadores, jogadores, ex-dirigentes&dirigentes que interroguei confirmaram a impressão do saudoso guru&amigo.)



CRESCEU

De lá pra cá, o percentual de supérfluo aumentou, posso afirmar no escuro. E é a causa da sempre precária situação financeira da quase unanimidade dos clubes.



Chegado a esse ponto uma pergunta se impõe: por que há tanta despesa supérflua nas partidas dobradas dos clubes brasileiros de futebol profissional? Incidentalmente, quem explica o renovado fenômeno, clássico da contabilidade futebolística tupiniquim? Marx? Freud? Macunaíma? A mãe dos Gracos? Nenhum? Todos?



O CARA

Se respondeu nenhum, acertou. Mas o desafio é apontar o cara. E o cara é o hoje falecido Milton Friedman, Nobel, dos craques do melhor departamento de Economia do mundo, a “escola de Chicago”.



DIFERENÇAS

Ao analisar a falência do chamado “estado do bem estar”, que é o “bem estar do estado(governo)”, lembrou quatro situações típicas:

gastar o seu dinheiro com você mesmo;

gastar o seu dinheiro com os outros;

gastar o dinheiro dos outros com você;

gastar o dinheiro dos outros com os outros.



O supérfluo dos clubes se explica pelos itens três e quatro da lista do Friedman, mais pelo item quatro que pelo três.


Visite negopessoa.com/blog

 

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Por que há tanta despesa supérflua nas partidas dobradas dos clubes brasileiros de futebol profissional?
Há 17 anos - 02/03/2009 12:29
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Em 1975, o grande mestre Russo me dizia: pelo menos um terço das despesas dos clubes é supérfluo; se formos pra ponta do lápis chega a 40%.



Acreditei, mas decidi conferir: na mosca; o velho estava certíssimo. (Não encontrei voz discordante: treinadores&preparadores, ex-jogadores, jogadores, ex-dirigentes&dirigentes que interroguei confirmaram a impressão do saudoso guru&amigo.)



CRESCEU

De lá pra cá, o percentual de supérfluo aumentou, posso afirmar no escuro. E é a causa da sempre precária situação financeira da quase unanimidade dos clubes.



Chegado a esse ponto uma pergunta se impõe: por que há tanta despesa supérflua nas partidas dobradas dos clubes brasileiros de futebol profissional? Incidentalmente, quem explica o renovado fenômeno, clássico da contabilidade futebolística tupiniquim? Marx? Freud? Macunaíma? A mãe dos Gracos? Nenhum? Todos?



O CARA

Se respondeu nenhum, acertou. Mas o desafio é apontar o cara. E o cara é o hoje falecido Milton Friedman, Nobel, dos craques do melhor departamento de Economia do mundo, a “escola de Chicago”.



DIFERENÇAS

Ao analisar a falência do chamado “estado do bem estar”, que é o “bem estar do estado(governo)”, lembrou quatro situações típicas:

gastar o seu dinheiro com você mesmo;

gastar o seu dinheiro com os outros;

gastar o dinheiro dos outros com você;

gastar o dinheiro dos outros com os outros.



O supérfluo dos clubes se explica pelos itens três e quatro da lista do Friedman, mais pelo item quatro que pelo três.


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