Os jogadores Rodrigo Mancha e Marlos estão fora da relação de jogo desta quarta-feira, pelo Estadual. O motivo: o futuro indefinido dos dois no clube está atrapalhando o planejamento do Coxa para a temporada 2009. Com contratos para terminar e sem respostas às inúmeras propostas feitas pela diretoria, os dois jogadores formados no CT da Graciosa estão temporariamente fora dos planos para a temporada.
“Quando cheguei falei em uma palavra: comprometimento. O futuro deles é indefinido, e pelo que sinto das coisas que falam esta saída pode ser até antes. Eu não vou ficar com jogadores que não vão ficar. Quero formar um time para o ano inteiro”, explicou o treinador. “No momento que renovarem a porta está aberta, mas enquanto a situação estiver indefinida é complicado”.
A situação também foi comentada pela diretoria alviverde. Após muitas tentativas para renovar com os dois atletas do clube, a direção de futebol defende os interesses do treinador Ivo Wortmann. Além disso, a idéia sempre foi na busca de uma situação na qual o clube não saísse de mãos abanando pela formação dos jogadores.
“Estamos pensando em um grupo para o ano todo. Já fizemos várias propostas e perceberemos que eles têm a tendência de não ficar. Então não adianta mantê-los, senão lá na frente eles saem e o prejuízo será muito grande”, comentou Homero Halila, diretor de futebol alviverde.
Paulo Jamelli, coordenador de futebol do Coxa comunga da opinião do diretor. Para ele, problemas extracampo não devem prejudicar o planejamento anual da equipe. “Por causa de problemas de contrato eles deixaram de ser titulares para virar opção. Temos que contar com jogadores para a temporada, para todas as fases dos campeonatos. A indefinição de um atleta pode prejudicar toda nossa programação”.
“Preferimos jogadores com interesse de ficar no clube. Fizemos o possível e impossível para a permanência deles, propostas excepcionais foram recusadas”, revelou Jamelli. “Há empresários atrapalhando a carreira dos atletas e dos clubes apenas por lucro. No caso do Mancha houve uma influência muito grande de empresários que atrapalharam a situação, fazendo leilão. O Coritiba é muito grande para isso, precisamos de jogadores que querem estar no clube”.
Os jogadores Rodrigo Mancha e Marlos estão fora da relação de jogo desta quarta-feira, pelo Estadual. O motivo: o futuro indefinido dos dois no clube está atrapalhando o planejamento do Coxa para a temporada 2009. Com contratos para terminar e sem respostas às inúmeras propostas feitas pela diretoria, os dois jogadores formados no CT da Graciosa estão temporariamente fora dos planos para a temporada.
“Quando cheguei falei em uma palavra: comprometimento. O futuro deles é indefinido, e pelo que sinto das coisas que falam esta saída pode ser até antes. Eu não vou ficar com jogadores que não vão ficar. Quero formar um time para o ano inteiro”, explicou o treinador. “No momento que renovarem a porta está aberta, mas enquanto a situação estiver indefinida é complicado”.
A situação também foi comentada pela diretoria alviverde. Após muitas tentativas para renovar com os dois atletas do clube, a direção de futebol defende os interesses do treinador Ivo Wortmann. Além disso, a idéia sempre foi na busca de uma situação na qual o clube não saísse de mãos abanando pela formação dos jogadores.
“Estamos pensando em um grupo para o ano todo. Já fizemos várias propostas e perceberemos que eles têm a tendência de não ficar. Então não adianta mantê-los, senão lá na frente eles saem e o prejuízo será muito grande”, comentou Homero Halila, diretor de futebol alviverde.
Paulo Jamelli, coordenador de futebol do Coxa comunga da opinião do diretor. Para ele, problemas extracampo não devem prejudicar o planejamento anual da equipe. “Por causa de problemas de contrato eles deixaram de ser titulares para virar opção. Temos que contar com jogadores para a temporada, para todas as fases dos campeonatos. A indefinição de um atleta pode prejudicar toda nossa programação”.
“Preferimos jogadores com interesse de ficar no clube. Fizemos o possível e impossível para a permanência deles, propostas excepcionais foram recusadas”, revelou Jamelli. “Há empresários atrapalhando a carreira dos atletas e dos clubes apenas por lucro. No caso do Mancha houve uma influência muito grande de empresários que atrapalharam a situação, fazendo leilão. O Coritiba é muito grande para isso, precisamos de jogadores que querem estar no clube”.