Enfim, um respiro
Depois do vai e vem dos últimos dez dias, o Coritiba retorna à Capital e interrompe desgastante maratona
Há 17 anos - 21/02/2009 04:05
Enfim, um respiro

As intensas viagens e partidas seguidas de partidas entre Estadual e Copa do Brasil têm causado seus efeitos no elenco coritibano. Primeiro atletas exaustos pelos esforços de jogos e o cansativo vai e vem aéreo ou rodoviário; e, para intranqüilidade de Ivo Wortmann, falta de tempo para treinos específicos. Atividades como ataque, defesa, saída de bola, faltas, em fim tudo trocado por horas de vôo e estrada, um tempo despendido em viagens atrapalhando os planos no momento.


A solução para evitar complicações surgem aos poucos. Poupar jogadores, por exemplo, parece uma estratégia a dissimular as escolhas táticas do treinador, mas é na verdade parte do plano em assegurar um elenco fisicamente apto.


Neste final de semana, quando o Coxa enfrenta o Engenheiro Beltrão, no interior, Pedro Ken e Cleiton serão resguardados. O detalhe não é em vão. Acontece depois do grupo deixar Curitiba no começo da semana e ir até Manaus. Lá, 2x1 contra o Holanda. Em seguida, um dia de viagem, novamente para o Sul. Claro, sem citar a correria dos últimos dias antes da primeira escala Curitiba-Amazonas.


Os dois ganham um merecido respiro, assim como Rodrigo Mancha, há alguns dias. “As mudanças no time vão acontecer em função de um trabalho integrado com a preparação física e fisiologia. Estamos em uma maratona e temos que saber administrar bem. De que forma? Tendo um cuidado muito grande com a recuperação dos jogadores e com o estado de determinados atletas”, disse Ivo Wortmann, citando o zagueiro e o meia como exemplo, “tudo pra não perder jogadores com risco de lesão”, complementou.


Já a falta de tempo para treinos deve ser assimilada a seco, ao menos por enquanto, afinal este será o período mais crítico do ano e não há muito o que ser feito, uma sequência de nove jogos em um mês. Desde o intervalo, lá atrás, na quarta rodada do regional, a cada dois dias e meio um jogo, maratona que não acaba mais.


“É uma situação atípica, não teremos no decorrer do ano uma situação com esta de fevereiro”.


O problema é que, após o jogo contra o Foz, fora de casa, o Coxa vem intercalado treinamentos regenerativos, escalas aéreas e trechos de ônibus. Isso aliado a manutenção do grupo em forma.


O refresco está por vir. Os jogos continuam de forma frenética, mas após a partida de hoje, o time permanecerá em Curitiba nas próximas seis rodadas. Mais de um mês com a comidinha caseira, cheiro de lar e a troca de horas de viagem por trabalhos produtivos no CT da Graciosa.


(Foto: correria em treino recreativo, no último treino em Maringá, no final da maratona a qual o Coxa passou nos últimos dez dias)

Enfim, um respiro
Depois do vai e vem dos últimos dez dias, o Coritiba retorna à Capital e interrompe desgastante maratona
Há 17 anos - 21/02/2009 04:05
Enfim, um respiro

As intensas viagens e partidas seguidas de partidas entre Estadual e Copa do Brasil têm causado seus efeitos no elenco coritibano. Primeiro atletas exaustos pelos esforços de jogos e o cansativo vai e vem aéreo ou rodoviário; e, para intranqüilidade de Ivo Wortmann, falta de tempo para treinos específicos. Atividades como ataque, defesa, saída de bola, faltas, em fim tudo trocado por horas de vôo e estrada, um tempo despendido em viagens atrapalhando os planos no momento.


A solução para evitar complicações surgem aos poucos. Poupar jogadores, por exemplo, parece uma estratégia a dissimular as escolhas táticas do treinador, mas é na verdade parte do plano em assegurar um elenco fisicamente apto.


Neste final de semana, quando o Coxa enfrenta o Engenheiro Beltrão, no interior, Pedro Ken e Cleiton serão resguardados. O detalhe não é em vão. Acontece depois do grupo deixar Curitiba no começo da semana e ir até Manaus. Lá, 2x1 contra o Holanda. Em seguida, um dia de viagem, novamente para o Sul. Claro, sem citar a correria dos últimos dias antes da primeira escala Curitiba-Amazonas.


Os dois ganham um merecido respiro, assim como Rodrigo Mancha, há alguns dias. “As mudanças no time vão acontecer em função de um trabalho integrado com a preparação física e fisiologia. Estamos em uma maratona e temos que saber administrar bem. De que forma? Tendo um cuidado muito grande com a recuperação dos jogadores e com o estado de determinados atletas”, disse Ivo Wortmann, citando o zagueiro e o meia como exemplo, “tudo pra não perder jogadores com risco de lesão”, complementou.


Já a falta de tempo para treinos deve ser assimilada a seco, ao menos por enquanto, afinal este será o período mais crítico do ano e não há muito o que ser feito, uma sequência de nove jogos em um mês. Desde o intervalo, lá atrás, na quarta rodada do regional, a cada dois dias e meio um jogo, maratona que não acaba mais.


“É uma situação atípica, não teremos no decorrer do ano uma situação com esta de fevereiro”.


O problema é que, após o jogo contra o Foz, fora de casa, o Coxa vem intercalado treinamentos regenerativos, escalas aéreas e trechos de ônibus. Isso aliado a manutenção do grupo em forma.


O refresco está por vir. Os jogos continuam de forma frenética, mas após a partida de hoje, o time permanecerá em Curitiba nas próximas seis rodadas. Mais de um mês com a comidinha caseira, cheiro de lar e a troca de horas de viagem por trabalhos produtivos no CT da Graciosa.


(Foto: correria em treino recreativo, no último treino em Maringá, no final da maratona a qual o Coxa passou nos últimos dez dias)