Noite de futebol no alto de tantas glórias, o VERDÃO encarava o futuro campeão brasileiro daquele ano num jogo eletrizante. O Santos com Robinho, Diego e tudo mais...No lado verde e branco tínhamos Tcheco, Lúcio Flávio, Lima, Da Silva, entre outros...
Após os 20 minutos do primeiro tempo o adversário já tinha 2x0 no placar. Tudo parecia caminhar para um desastre já que nosso GLORIOSO enfrentava um adversário com um ataque campeão.
Logo após o segundo gol marcado pelo time santista resolvi pegar uma gelada pra esfriar a cabeça. Deu sorte, em menos de 5 minutos o VERDÃO virava o jogo, Lúcio Flávio de pênalti, Edinho Baiano de cabeça e Reginaldo Araújo, numa arrancada fenomenal decretava a virada num chute cruzado sem chances para o goleiro.
No momento da comemoração do terceiro gol foi que tudo começou. A alegria era tanta naquele momento que derrubei meu celular no segundo anel da arquibancada, aonde assistia ao jogo. Segundos depois percebi que alguém havia pegado o aparelho e sumido na multidão.
Pensei comigo, num jogo alucinante como aquele perder um simples celular não era problema, apenas o SHOW coxa-branca valia a pena. Pois bem, continuei assistindo ao baile alviverde e num momento de inspiração percebi que alguém na arquibancada jogava algo dentro do gramado em protesto contra a arbitragem. Por mais que parecesse loucura imaginei que poderia ser meu celular.
Num piscar de olhos já estava perto do fosso atrás do gol, então pedi a um segurança do clube e a um policial presente no gramado que me entregassem o celular. Num primeiro instante acharam que era brincadeira, mas insisti e o policial sem acreditar pegou o celular e me entregou. Apesar da queda, o aparelho estava intacto porém sem a bateria.
Segundo tempo de jogo, nosso VERDÃO marcava mais um gol agora com Da Silva recebendo o passe de Lima numa bela jogada dentro da grande área decretando números finais num jogo memoráve l.
Entretanto no dia seguinte, resolvi passar no estádio na hora do almoço e verificar com o pessoal da limpeza se não haviam encontrado a bateria do celular, na época trabalhava nas proximidades do COUTO PEREIRA.
Chegando no estádio a resposta foi uma só: “Não encontramos nada, mais se você quiser pode procurar”. Não pensei duas vezes e fui até o lugar aonde estava naquela noite incrível e nada. Foi então que do fosso resolvi olhar no gramado e avistei algo brilhante atrás do gol. Sai correndo e pedi para entrar no gramado pois parecia ser a bateria do celular.
Em dispara atravessei as arquibancadas do estádio e logo encontrei o jardineiro que autorizou a entrada pelo portão próximo ao local destinado aos visitantes. A emoção de pisar naquele templo sagrado foi indescritível. Como foi lindo ver o MONUMENTAL lá de dentro. Atravessei o gramado correndo e logo atrás do gol encontrei a bateria, conectei ao celular e GOL, estava funcionado normalmente, olhei ao redor e avistei alguns funcionários do clube assistindo a tudo aquilo como se não acreditassem e gritei “TA FUNCIONANDO”, então todos aplaudiram, foi inesquecível.
Um abraço a todos.
Luiz Eduardo Maciel
Noite de futebol no alto de tantas glórias, o VERDÃO encarava o futuro campeão brasileiro daquele ano num jogo eletrizante. O Santos com Robinho, Diego e tudo mais...No lado verde e branco tínhamos Tcheco, Lúcio Flávio, Lima, Da Silva, entre outros...
Após os 20 minutos do primeiro tempo o adversário já tinha 2x0 no placar. Tudo parecia caminhar para um desastre já que nosso GLORIOSO enfrentava um adversário com um ataque campeão.
Logo após o segundo gol marcado pelo time santista resolvi pegar uma gelada pra esfriar a cabeça. Deu sorte, em menos de 5 minutos o VERDÃO virava o jogo, Lúcio Flávio de pênalti, Edinho Baiano de cabeça e Reginaldo Araújo, numa arrancada fenomenal decretava a virada num chute cruzado sem chances para o goleiro.
No momento da comemoração do terceiro gol foi que tudo começou. A alegria era tanta naquele momento que derrubei meu celular no segundo anel da arquibancada, aonde assistia ao jogo. Segundos depois percebi que alguém havia pegado o aparelho e sumido na multidão.
Pensei comigo, num jogo alucinante como aquele perder um simples celular não era problema, apenas o SHOW coxa-branca valia a pena. Pois bem, continuei assistindo ao baile alviverde e num momento de inspiração percebi que alguém na arquibancada jogava algo dentro do gramado em protesto contra a arbitragem. Por mais que parecesse loucura imaginei que poderia ser meu celular.
Num piscar de olhos já estava perto do fosso atrás do gol, então pedi a um segurança do clube e a um policial presente no gramado que me entregassem o celular. Num primeiro instante acharam que era brincadeira, mas insisti e o policial sem acreditar pegou o celular e me entregou. Apesar da queda, o aparelho estava intacto porém sem a bateria.
Segundo tempo de jogo, nosso VERDÃO marcava mais um gol agora com Da Silva recebendo o passe de Lima numa bela jogada dentro da grande área decretando números finais num jogo memoráve l.
Entretanto no dia seguinte, resolvi passar no estádio na hora do almoço e verificar com o pessoal da limpeza se não haviam encontrado a bateria do celular, na época trabalhava nas proximidades do COUTO PEREIRA.
Chegando no estádio a resposta foi uma só: “Não encontramos nada, mais se você quiser pode procurar”. Não pensei duas vezes e fui até o lugar aonde estava naquela noite incrível e nada. Foi então que do fosso resolvi olhar no gramado e avistei algo brilhante atrás do gol. Sai correndo e pedi para entrar no gramado pois parecia ser a bateria do celular.
Em dispara atravessei as arquibancadas do estádio e logo encontrei o jardineiro que autorizou a entrada pelo portão próximo ao local destinado aos visitantes. A emoção de pisar naquele templo sagrado foi indescritível. Como foi lindo ver o MONUMENTAL lá de dentro. Atravessei o gramado correndo e logo atrás do gol encontrei a bateria, conectei ao celular e GOL, estava funcionado normalmente, olhei ao redor e avistei alguns funcionários do clube assistindo a tudo aquilo como se não acreditassem e gritei “TA FUNCIONANDO”, então todos aplaudiram, foi inesquecível.
Um abraço a todos.
Luiz Eduardo Maciel