O Coritiba foi desclassificado sim, no cara e coroa e não pelo rádio Gaúcho
O Verdão, agora no mês de fevereiro, começa nova caminhada dentro da COPA BRASIL, joga a primeira partida em Manaus contra o desconhecido Holanda, representando o futebol Amazonense.
Há 17 anos - 10/02/2009 11:10
O Coritiba foi desclassificado sim, no cara e coroa e não pelo rádio Gaúcho

Certa ocasião, estava acompanhando o Coritiba pela Copa do Brasil e por coincidência com o Ivo Wortmann no Comando, em 2001, quando o Coritiba foi até a semi-final eliminado pelo Grêmio. No primeiro jogo, lá em Porto Alegre, fui convidado pelo pessoal da imprensa gaúcha para um jantar. Como não poderia ser diferente o assunto na mesa era futebol relacionado a Grêmio, Internacional e Coritiba. Voltamos aos anos 60.


Coritiba, representante do Paraná na SEGUNDA TAÇA BRASIL, eliminou o Paula Ramos, representante Catarinense, 1 a 1 em Florianópolis e 5 a 0 em Curitiba. Depois jogou contra o Grêmio três vezes aqui no Couto. No primeiro jogo empate em 1 a 1; depois em Porto Alegre no Olímpico, no segundo jogo, mais um empate, 3 a 3. Foram obrigados a realizar dois dias depois uma nova partida e que mais uma vez houve empate em 1 a 1 forçando com isso prorrogação de trinta minutos. E o que aconteceu? Novo empate.


Aí o absurdo. Conforme o regulamento se conheceria o classificado na “moeda”, no famoso “cara ou coroa”. E aí entram os meus companheiros gaúchos. O Rech garante que quando o árbitro carioca jogou a moeda para o alto ninguém viu ela descer porque um atleta chutou a moeda, não sabe precisar se foi do Coritiba ou do Grêmio. O Zé Aldo me garantiu que o Pedro Hernesto, na época repórter da Rádio Gaúcha, abriu o microfone e disse “DEU GRÊMIO!”. Com isso não poderia ser diferente, foi aquela festa porque o Grêmio passava para a outra fase. E a pergunta fica: é papo de gaúcho, ou realmente aconteceu?


Fui procurar aqueles que estiveram lá dentro e conversei com Carazzai, zagueirão Coxa que no segundo jogo 3 a 3 salvou o Coritiba de tomar o quarto gol aos 43 do segundo. Ele me garantiu, que no momento da definição do árbitro José Gomes Sobrinho, o ex-presidente Arion Cornelsen escolheu o lado da moeda “cara” e em seguida junto com o Miguel Checcia (o raposa ruiva) representando o Coritiba  fizeram um cerco em torno do árbitro não deixando ninguém chegar próximo e lamentável deu “coroa” e o Coritiba foi desclassificado do torneio. Mais tarde o Palmeiras sagrou-se campeão, o Fortaleza vice, Santa Cruz terceiro e o Fluminense em quarto.


A Taça Brasil foi disputada de 1959 a 1968. Depois veio o Brasileiro.

O Coritiba foi desclassificado sim, no cara e coroa e não pelo rádio Gaúcho
O Verdão, agora no mês de fevereiro, começa nova caminhada dentro da COPA BRASIL, joga a primeira partida em Manaus contra o desconhecido Holanda, representando o futebol Amazonense.
Há 17 anos - 10/02/2009 11:10
O Coritiba foi desclassificado sim, no cara e coroa e não pelo rádio Gaúcho

Certa ocasião, estava acompanhando o Coritiba pela Copa do Brasil e por coincidência com o Ivo Wortmann no Comando, em 2001, quando o Coritiba foi até a semi-final eliminado pelo Grêmio. No primeiro jogo, lá em Porto Alegre, fui convidado pelo pessoal da imprensa gaúcha para um jantar. Como não poderia ser diferente o assunto na mesa era futebol relacionado a Grêmio, Internacional e Coritiba. Voltamos aos anos 60.


Coritiba, representante do Paraná na SEGUNDA TAÇA BRASIL, eliminou o Paula Ramos, representante Catarinense, 1 a 1 em Florianópolis e 5 a 0 em Curitiba. Depois jogou contra o Grêmio três vezes aqui no Couto. No primeiro jogo empate em 1 a 1; depois em Porto Alegre no Olímpico, no segundo jogo, mais um empate, 3 a 3. Foram obrigados a realizar dois dias depois uma nova partida e que mais uma vez houve empate em 1 a 1 forçando com isso prorrogação de trinta minutos. E o que aconteceu? Novo empate.


Aí o absurdo. Conforme o regulamento se conheceria o classificado na “moeda”, no famoso “cara ou coroa”. E aí entram os meus companheiros gaúchos. O Rech garante que quando o árbitro carioca jogou a moeda para o alto ninguém viu ela descer porque um atleta chutou a moeda, não sabe precisar se foi do Coritiba ou do Grêmio. O Zé Aldo me garantiu que o Pedro Hernesto, na época repórter da Rádio Gaúcha, abriu o microfone e disse “DEU GRÊMIO!”. Com isso não poderia ser diferente, foi aquela festa porque o Grêmio passava para a outra fase. E a pergunta fica: é papo de gaúcho, ou realmente aconteceu?


Fui procurar aqueles que estiveram lá dentro e conversei com Carazzai, zagueirão Coxa que no segundo jogo 3 a 3 salvou o Coritiba de tomar o quarto gol aos 43 do segundo. Ele me garantiu, que no momento da definição do árbitro José Gomes Sobrinho, o ex-presidente Arion Cornelsen escolheu o lado da moeda “cara” e em seguida junto com o Miguel Checcia (o raposa ruiva) representando o Coritiba  fizeram um cerco em torno do árbitro não deixando ninguém chegar próximo e lamentável deu “coroa” e o Coritiba foi desclassificado do torneio. Mais tarde o Palmeiras sagrou-se campeão, o Fortaleza vice, Santa Cruz terceiro e o Fluminense em quarto.


A Taça Brasil foi disputada de 1959 a 1968. Depois veio o Brasileiro.