Posso estar enganado, afinal sou dos velhos tempos em que as leis eram feitas pelos legisladores eleitos por partes dos eleitores.
Também sou do tempo em que a polícia procurava aplicar as leis, policiava, prendia, levava pro xilindró (gíria da época em que se amarrava cachorro com lingüiça), essas coisas.
IH!
Qual não foi a minha surpresa quando li o decreto da secretaria de Segurança a proibir a galera de ir ao Couto Pereira, com as camisas das suas paixões. Não contente, a especializada (pra falar como os repórteres policiais) também proibiu faixas, bandeiras, instrumentos musicais.
DATA VENIA
Com todo o respeito – quantos votos teve a secretaria de Segurança nas eleições de 2006? E os funcionários que baixaram as antipáticas proibições? Torradas por excesso de zelo?
Sim, claro, é melhor prevenir que remediar. Mas a secretaria exorbitou das suas funções, legislou, ditou regras, proibiu isso&aquilo. É pra essas coisas que ela existe?
ANTES QUE ESQUEÇA
A burríssima reserva de apenas um naco dos ingressos ao visitante tirou do AtleTiba muito do seu charme, pois o único clássico curitibano¶naense divide a população quase meio a meio. E os estádios deveriam abrigar metade da lotação com torcedores do visitante.
AQUI, Ó!
- Não me venham falar de problemas de segurança! Para isso existe a polícia! Para resolver os problemas de segurança que eventualmente pintem. E não para legislar, pra decretar como devemos nos vestir. O samba do crioulo doido perde longe.
MUTILAÇÃO
Lá pelas tantas o AtleTiba foi mutilado em 40% de seu público virtual, ficou desequilibrado: 90% dos lugares ocupados pelo mandante, 10% apenas para o gentil&nobre visitante.
Agora a dona justa impôs um AtleTiba sem cor&sem som! Mudo&cinza. Como uma lápide. Amanhã, interditará a presença das torcidas - podem dar trabalho e o negócio da Polícia é não ter trabalho, ocupada que está em legislar. Espero estar morto para não ver o clássico sem público, somente com duas testemunhas oculares&auditivas. (Meu blogue na rede é negopessoa.com/blog)
Posso estar enganado, afinal sou dos velhos tempos em que as leis eram feitas pelos legisladores eleitos por partes dos eleitores.
Também sou do tempo em que a polícia procurava aplicar as leis, policiava, prendia, levava pro xilindró (gíria da época em que se amarrava cachorro com lingüiça), essas coisas.
IH!
Qual não foi a minha surpresa quando li o decreto da secretaria de Segurança a proibir a galera de ir ao Couto Pereira, com as camisas das suas paixões. Não contente, a especializada (pra falar como os repórteres policiais) também proibiu faixas, bandeiras, instrumentos musicais.
DATA VENIA
Com todo o respeito – quantos votos teve a secretaria de Segurança nas eleições de 2006? E os funcionários que baixaram as antipáticas proibições? Torradas por excesso de zelo?
Sim, claro, é melhor prevenir que remediar. Mas a secretaria exorbitou das suas funções, legislou, ditou regras, proibiu isso&aquilo. É pra essas coisas que ela existe?
ANTES QUE ESQUEÇA
A burríssima reserva de apenas um naco dos ingressos ao visitante tirou do AtleTiba muito do seu charme, pois o único clássico curitibano¶naense divide a população quase meio a meio. E os estádios deveriam abrigar metade da lotação com torcedores do visitante.
AQUI, Ó!
- Não me venham falar de problemas de segurança! Para isso existe a polícia! Para resolver os problemas de segurança que eventualmente pintem. E não para legislar, pra decretar como devemos nos vestir. O samba do crioulo doido perde longe.
MUTILAÇÃO
Lá pelas tantas o AtleTiba foi mutilado em 40% de seu público virtual, ficou desequilibrado: 90% dos lugares ocupados pelo mandante, 10% apenas para o gentil&nobre visitante.
Agora a dona justa impôs um AtleTiba sem cor&sem som! Mudo&cinza. Como uma lápide. Amanhã, interditará a presença das torcidas - podem dar trabalho e o negócio da Polícia é não ter trabalho, ocupada que está em legislar. Espero estar morto para não ver o clássico sem público, somente com duas testemunhas oculares&auditivas. (Meu blogue na rede é negopessoa.com/blog)