Quando Joel Mendes defendeu o pênalti de Uwe Seller no primeiro jogo do Coxa fora do Brasil, na excursão para Alemanha, em 1969, o garoto Guilherme ainda não tinha nem nascido. 40 anos depois do feito do tio, ele é um dos integrantes da delegação que viaja para o México na primeira excursão de uma equipe de base do Verdão para fora do Brasil.
“Para mim foi uma emoção muito grande. A primeira vez que sai do país é complicado. Tudo é uma surpresa, você não sabe o que tem pela frente, a força dos adversários”, revela Joel. “Depois daquela fiz outras muitas excursões, mas a primeira é a que marca”, complementa.
E o garoto leva o tio como um exemplo. “Ele sempre me deu uns toques, tem uma experiência a mais e eu procuro levar isso para minha vida”, conta o lateral-direito Guilherme. “Sei que assim como eu ele passou por dificuldades e conseguiu se tornar um jogador. Também sonho em ser um jogador profissional”, revela.
E Joel procura passar tudo o que viveu no futebol ao sobrinho. “Não resta dúvida que para um jogador jogar fora do país é algo fora do comum. Para um menino cheio de sonhos e ilusões é muito importante. É algo que ajuda a construir a carreira do atleta e será importante para todos que viajam”, diz Joel Mendes.
Joel Mendes foi um dos destaques do Cori na primeira excursão. Ao defender o pênalti, ele encantou os alemães. “Como ele pegou um pênalti, espero que dessa vez a gente vença todos os jogos e saia campeão”, diz o lateral Guilherme.
E o tio promete ficar na torcida pelo sobrinho e pelo Coritiba, uma tradição na família. “A família toda é coxa-branca, o pai dele, já falecido há quatro anos, era um torcedor doente pelo Coritiba, e também foi atleta, inclusive disputou um Copa Tribuna pelo Coxa”, revela. “O Guilherme não foge a regra, nasceu coxa-branca”.
Agora, o tio fica na torcida e a nova geração da família é quem vai defender o Coxa. “Que honre as cores e a tradição do Coritiba, que sempre foi um clube vitorioso, não só nas excursões internacionais, como também em tantos amistosos que jogamos no Couto Pereira”, finaliza o tio Joel.
Quando Joel Mendes defendeu o pênalti de Uwe Seller no primeiro jogo do Coxa fora do Brasil, na excursão para Alemanha, em 1969, o garoto Guilherme ainda não tinha nem nascido. 40 anos depois do feito do tio, ele é um dos integrantes da delegação que viaja para o México na primeira excursão de uma equipe de base do Verdão para fora do Brasil.
“Para mim foi uma emoção muito grande. A primeira vez que sai do país é complicado. Tudo é uma surpresa, você não sabe o que tem pela frente, a força dos adversários”, revela Joel. “Depois daquela fiz outras muitas excursões, mas a primeira é a que marca”, complementa.
E o garoto leva o tio como um exemplo. “Ele sempre me deu uns toques, tem uma experiência a mais e eu procuro levar isso para minha vida”, conta o lateral-direito Guilherme. “Sei que assim como eu ele passou por dificuldades e conseguiu se tornar um jogador. Também sonho em ser um jogador profissional”, revela.
E Joel procura passar tudo o que viveu no futebol ao sobrinho. “Não resta dúvida que para um jogador jogar fora do país é algo fora do comum. Para um menino cheio de sonhos e ilusões é muito importante. É algo que ajuda a construir a carreira do atleta e será importante para todos que viajam”, diz Joel Mendes.
Joel Mendes foi um dos destaques do Cori na primeira excursão. Ao defender o pênalti, ele encantou os alemães. “Como ele pegou um pênalti, espero que dessa vez a gente vença todos os jogos e saia campeão”, diz o lateral Guilherme.
E o tio promete ficar na torcida pelo sobrinho e pelo Coritiba, uma tradição na família. “A família toda é coxa-branca, o pai dele, já falecido há quatro anos, era um torcedor doente pelo Coritiba, e também foi atleta, inclusive disputou um Copa Tribuna pelo Coxa”, revela. “O Guilherme não foge a regra, nasceu coxa-branca”.
Agora, o tio fica na torcida e a nova geração da família é quem vai defender o Coxa. “Que honre as cores e a tradição do Coritiba, que sempre foi um clube vitorioso, não só nas excursões internacionais, como também em tantos amistosos que jogamos no Couto Pereira”, finaliza o tio Joel.