Volta ao lar (X)
E na gloriosa década de 70? Que nos obrigou a aprender Grego?
Há 17 anos - 20/01/2009 05:45
Volta ao lar (X)

OLHO BOM


Quem entende de futebol entende de jogador de futebol, distingue o Pelé do Zoca, o bom do bonzinho (este é o verdadeiro teste de expertise).


Tudo o mais decorre daí, logo tudo o mais é secundário. Pelo menos noventa por cento do sucesso está aqui, nisto, na escolha, na boa escolha dos jogadores. Mato a cobra e mostro o pau.


PROVAS


O Coritiba foi hegemônico na década de 50 (pra não ir mais longe) porque além de recrutar bons atletas fora do Alto da Glória, teve fortuna&virtù para revelar, para produzir em casa Carazzai, Almir, Ivo, etc. 


E na gloriosa década de 70? Que nos obrigou a aprender Grego? Sem o qual somos incapazes de declinar a série de títulos a fio, sem hiato? Veja qual o time base de 71, compare com o time base de 77! Anote as mudanças! Saque a qualidade!


MELHOR


A boa escolha produz bom efeito colateral, produz o bom colesterol, hdl: a equipe se forma quase automaticamente ou automaticamente. A galera decora os nomes e sai por aí a conjugá-los de cor&salteado. Como nos bons, nos velhos tempos, do Jairo, Zé Roberto&Leocádio; Hidalgo-Dreyer; Hermes&Nilo; Oberdã&Cláudio; Abatiá-Aladim.


Para completar, basta benzer e soltar no pasto, na grama, no campo. E não atrapalhar. 


MORAL


A escolha dos jogadores não é para amadores. Pois como disse a Tereza de Souza Campos, o único amador que deu certo foi o Aguiar.


P.S.:


A escolha de jogadores também não é tarefa de profissional... incompetente. Por outras palavras, não basta ser profissional; tem de ser competente. De comprovada competência.


Atenção! O competente também erra, mas bem menos que o incompetente. Enquanto este erra três em quatro escolhas, aquele erra uma em quatro. 


(Meu sítio na rede é www.negopessoa.com)

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E na gloriosa década de 70? Que nos obrigou a aprender Grego?
Há 17 anos - 20/01/2009 05:45
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OLHO BOM


Quem entende de futebol entende de jogador de futebol, distingue o Pelé do Zoca, o bom do bonzinho (este é o verdadeiro teste de expertise).


Tudo o mais decorre daí, logo tudo o mais é secundário. Pelo menos noventa por cento do sucesso está aqui, nisto, na escolha, na boa escolha dos jogadores. Mato a cobra e mostro o pau.


PROVAS


O Coritiba foi hegemônico na década de 50 (pra não ir mais longe) porque além de recrutar bons atletas fora do Alto da Glória, teve fortuna&virtù para revelar, para produzir em casa Carazzai, Almir, Ivo, etc. 


E na gloriosa década de 70? Que nos obrigou a aprender Grego? Sem o qual somos incapazes de declinar a série de títulos a fio, sem hiato? Veja qual o time base de 71, compare com o time base de 77! Anote as mudanças! Saque a qualidade!


MELHOR


A boa escolha produz bom efeito colateral, produz o bom colesterol, hdl: a equipe se forma quase automaticamente ou automaticamente. A galera decora os nomes e sai por aí a conjugá-los de cor&salteado. Como nos bons, nos velhos tempos, do Jairo, Zé Roberto&Leocádio; Hidalgo-Dreyer; Hermes&Nilo; Oberdã&Cláudio; Abatiá-Aladim.


Para completar, basta benzer e soltar no pasto, na grama, no campo. E não atrapalhar. 


MORAL


A escolha dos jogadores não é para amadores. Pois como disse a Tereza de Souza Campos, o único amador que deu certo foi o Aguiar.


P.S.:


A escolha de jogadores também não é tarefa de profissional... incompetente. Por outras palavras, não basta ser profissional; tem de ser competente. De comprovada competência.


Atenção! O competente também erra, mas bem menos que o incompetente. Enquanto este erra três em quatro escolhas, aquele erra uma em quatro. 


(Meu sítio na rede é www.negopessoa.com)