Tudo começou no ano de 1959, vindo do interior do Paraná com apenas 10 anos de idade, fui estudar em uma escola publica na região do Portão. Meus amiguinhos da época, me perguntavam para que time eu torcia, naquela época os times de maior expressão eram o Coritiba e o Ferroviário. Eu não sabia como poderia optar por algum clube, então me veio a resposta. "O time que for campeão este ano, será o meu clube do coração". Para minha felicidade, o campeão do ano foi o meu Glorioso Verdão.
Passei então a torcer para o Coritiba, porem, ainda muito pequeno, pouco ia ao estádio. Aos 12 anos passei a ir com meu primo que era mais velho aos jogos do Verdão. Acompanhei a trajetória deste clube com muito orgulho. Na construção do anel das cadeiras superiores, havia madeirame e para assistir aos jogos e ter melhor visão, subiamos nele e alí torciamos muito eu e meu primo. Aos poucos outros amigos se juntaram a nós e iamos sempre em 8 jovens ao estádio.
Muitas foram as alegrias que este clube me proporcionou, porém uma grande alegria foi no ano de 1968, quando o time lá de baixo formou o "time dos sonhos" que na realidade ficou só no sonho mesmo. Depois da nossa vitória no então estadio Belfort Duarte, foi a vez da quarta feira a noite, na vila capanema o segundo jogo da decisão. Aos 40 ninutos do segundo tempo, estavamos perdendo de 1x0 com gol do Zé Roberto, que depois nos deu muitas alegrias também vestindo a gloriosa camisa do Verdão. Estavamos bem atraz do gol dos fundos, quando Paulo Vechio, que havia entrado minutos antes, definiu o placar a nosso favor. Me lembro bem, pois como eu era o menor da turma dos 8, me pegaram e me jogaram para o ar, me amparando em seguida. Foi a festa de um título inesquecivel para mim. Hoje morando novamente no interior do estado, sempre que posso, vou a Curitiba assistir o meu "GLORIOSO VERDÃO" jogar.
Agora, acompanhado de meu filho e meu netinho de 4 anos de idade, isso quando minha filha também não vai, pois o grande orgulho que eu tenho é de ter colocado o Coritiba no caminho de meus dois filhos e agora o neto.
Tenho acompanhado esse time do Coração desde a época de Hamiltom, Nico, Bequinha, Duilho, Carazai, Miltinho, passando pelos Dirceus, os dois grandes Dirceus que tantas alegrias nos deram, o Kruger e o Marques, e muitos outros craques que ficaram na história desse que é o maior clube do Paraná. E agora com craques criados na base, os que estão para vir, certamente nos darão muitas alegrias ainda.
João Carlos Marques
Tudo começou no ano de 1959, vindo do interior do Paraná com apenas 10 anos de idade, fui estudar em uma escola publica na região do Portão. Meus amiguinhos da época, me perguntavam para que time eu torcia, naquela época os times de maior expressão eram o Coritiba e o Ferroviário. Eu não sabia como poderia optar por algum clube, então me veio a resposta. "O time que for campeão este ano, será o meu clube do coração". Para minha felicidade, o campeão do ano foi o meu Glorioso Verdão.
Passei então a torcer para o Coritiba, porem, ainda muito pequeno, pouco ia ao estádio. Aos 12 anos passei a ir com meu primo que era mais velho aos jogos do Verdão. Acompanhei a trajetória deste clube com muito orgulho. Na construção do anel das cadeiras superiores, havia madeirame e para assistir aos jogos e ter melhor visão, subiamos nele e alí torciamos muito eu e meu primo. Aos poucos outros amigos se juntaram a nós e iamos sempre em 8 jovens ao estádio.
Muitas foram as alegrias que este clube me proporcionou, porém uma grande alegria foi no ano de 1968, quando o time lá de baixo formou o "time dos sonhos" que na realidade ficou só no sonho mesmo. Depois da nossa vitória no então estadio Belfort Duarte, foi a vez da quarta feira a noite, na vila capanema o segundo jogo da decisão. Aos 40 ninutos do segundo tempo, estavamos perdendo de 1x0 com gol do Zé Roberto, que depois nos deu muitas alegrias também vestindo a gloriosa camisa do Verdão. Estavamos bem atraz do gol dos fundos, quando Paulo Vechio, que havia entrado minutos antes, definiu o placar a nosso favor. Me lembro bem, pois como eu era o menor da turma dos 8, me pegaram e me jogaram para o ar, me amparando em seguida. Foi a festa de um título inesquecivel para mim. Hoje morando novamente no interior do estado, sempre que posso, vou a Curitiba assistir o meu "GLORIOSO VERDÃO" jogar.
Agora, acompanhado de meu filho e meu netinho de 4 anos de idade, isso quando minha filha também não vai, pois o grande orgulho que eu tenho é de ter colocado o Coritiba no caminho de meus dois filhos e agora o neto.
Tenho acompanhado esse time do Coração desde a época de Hamiltom, Nico, Bequinha, Duilho, Carazai, Miltinho, passando pelos Dirceus, os dois grandes Dirceus que tantas alegrias nos deram, o Kruger e o Marques, e muitos outros craques que ficaram na história desse que é o maior clube do Paraná. E agora com craques criados na base, os que estão para vir, certamente nos darão muitas alegrias ainda.
João Carlos Marques