Minha história começou no dia em que nasci, mas o despertar desse amor demorou alguns anos. Meu pai é Coxa-branca sempre ouvi histórias de nossos ídolos do passado, da nossa maior conquista o titulo do Campeonato Brasileiro. Porém, quando era mais nova não me interessava por futebol, mas sempre que me perguntaram para que time eu torcia minha resposta sempre foi a mesma “Torço para o Coritiba”, mas mesmo quando não gostava de futebol ouvia os jogos, porque meu pai e meu irmão ouviam alto no rádio da sala, lembro das narrações do Lombardi Junior, lembro de quando jogava Pachequinho e Magrão, lembro da época do Alex.
E tem uma lembrança que é muito forte que foi quando o Coxa ganhou o título Paranaense de 99, assistindo os gols na TV e vendo a emoção do meu irmão quando o coxa ganhou este titulo eu também me emocionei, mas naquele momento não dei importância para aquela emoção. Eu sempre quis ir ao estádio, mas ninguém nunca me levava e tinha medo de ir sozinha afinal nunca tinha ido a um estádio de futebol. Cheguei a conhecer o Couto vazio num dia que fui comprar uma bandeira para o meu irmão.
Então em 2007, o despertar de um amor que não tem mais fim se iniciou. Estava eu cuidando do meu pai que estava internado no Instituto de Medicina, este hospital fica pertinho do Couto, e meu pai ouvindo o jogo do Coxa no radinho e tem gol, obvio que do Coxa, falei para meu pai lógico que isso em questão de segundos, será que dá para ouvir o grito da torcida, levantei a janela do quarto e ouvi. Naquele momento disse que ia ao estádio, e logo estava eu assistindo um jogo do Coxa na arquibancada ao lado da império, a partir dali chorei de emoção com o titulo da série B, fiquei triste a cada derrota, com raiva de cada juiz que não marcou um pênalti, alegre com cada gol. E hoje acompanho o dia-a-dia do clube, e não falem mal do meu time, pois o Coritiba faz parte de mim ontem, hoje e eternamente.
Cintia do Rocio Basso
Minha história começou no dia em que nasci, mas o despertar desse amor demorou alguns anos. Meu pai é Coxa-branca sempre ouvi histórias de nossos ídolos do passado, da nossa maior conquista o titulo do Campeonato Brasileiro. Porém, quando era mais nova não me interessava por futebol, mas sempre que me perguntaram para que time eu torcia minha resposta sempre foi a mesma “Torço para o Coritiba”, mas mesmo quando não gostava de futebol ouvia os jogos, porque meu pai e meu irmão ouviam alto no rádio da sala, lembro das narrações do Lombardi Junior, lembro de quando jogava Pachequinho e Magrão, lembro da época do Alex.
E tem uma lembrança que é muito forte que foi quando o Coxa ganhou o título Paranaense de 99, assistindo os gols na TV e vendo a emoção do meu irmão quando o coxa ganhou este titulo eu também me emocionei, mas naquele momento não dei importância para aquela emoção. Eu sempre quis ir ao estádio, mas ninguém nunca me levava e tinha medo de ir sozinha afinal nunca tinha ido a um estádio de futebol. Cheguei a conhecer o Couto vazio num dia que fui comprar uma bandeira para o meu irmão.
Então em 2007, o despertar de um amor que não tem mais fim se iniciou. Estava eu cuidando do meu pai que estava internado no Instituto de Medicina, este hospital fica pertinho do Couto, e meu pai ouvindo o jogo do Coxa no radinho e tem gol, obvio que do Coxa, falei para meu pai lógico que isso em questão de segundos, será que dá para ouvir o grito da torcida, levantei a janela do quarto e ouvi. Naquele momento disse que ia ao estádio, e logo estava eu assistindo um jogo do Coxa na arquibancada ao lado da império, a partir dali chorei de emoção com o titulo da série B, fiquei triste a cada derrota, com raiva de cada juiz que não marcou um pênalti, alegre com cada gol. E hoje acompanho o dia-a-dia do clube, e não falem mal do meu time, pois o Coritiba faz parte de mim ontem, hoje e eternamente.
Cintia do Rocio Basso