A história começa dia 31 de julho de 1985 embora eu não tinha nascido ainda.
Meu pai gritava era madrugada dia 01 de agosto de 1985, vai Rafael vai Rafael, minha mãe estava gravida quase pra nascer o terceiro filho coxa-branca que sou eu.
Meu pai já tinha feito uma promessa que iria se concretizar naquela madrugada. O jogo foi para as penalidades para que ficasse mais emocionate, e se não bastasse foi para as penalidades alternadas, Ado do Bangu correu e chutou para fora.
O título estava nos pés de Gomes que, com categoria, decretou: Coritiba Campeão Brasileiro e meu nome Raphael dos Santos em homenagem ao Goleiro Rafael, grande idolo do meu pai e hoje meu tambem. O Ph no lugar do F foi invenção de minha mãe que morria de medo que o goleiro do coxa tivesse um nome feio.
Embora não o conheça espero um dia conhecer o ídolo do meu pai e da torcida que me deu o nome.
Raphael dos Santos torcedor do CORITIBA antes mesmo de nascer.
Raphael dos Santos
A história começa dia 31 de julho de 1985 embora eu não tinha nascido ainda.
Meu pai gritava era madrugada dia 01 de agosto de 1985, vai Rafael vai Rafael, minha mãe estava gravida quase pra nascer o terceiro filho coxa-branca que sou eu.
Meu pai já tinha feito uma promessa que iria se concretizar naquela madrugada. O jogo foi para as penalidades para que ficasse mais emocionate, e se não bastasse foi para as penalidades alternadas, Ado do Bangu correu e chutou para fora.
O título estava nos pés de Gomes que, com categoria, decretou: Coritiba Campeão Brasileiro e meu nome Raphael dos Santos em homenagem ao Goleiro Rafael, grande idolo do meu pai e hoje meu tambem. O Ph no lugar do F foi invenção de minha mãe que morria de medo que o goleiro do coxa tivesse um nome feio.
Embora não o conheça espero um dia conhecer o ídolo do meu pai e da torcida que me deu o nome.
Raphael dos Santos torcedor do CORITIBA antes mesmo de nascer.
Raphael dos Santos