Ídolos do passado apóiam novos talentos
Dirceu Krüger e Pepê jogaram juntos na década de 60 e se reencontram em São Bernardo para prestigiar novos craques do Coxa
Há 17 anos - 05/01/2009 13:21
Ídolos do passado apóiam novos talentos

Somente um Clube que está próximo de completar seu centenário tem tanta história para contar. Ídolos do passado se encontraram hoje na principal competição de base do Brasil, onde novos talentos do Coritiba buscam uma chance para se tornar, quem sabe, um novo ídolo alviverde.


O craque Dirceu Krüger e o volante Pepê (que mora em São Paulo), que jogaram juntos na década de 60 se reencontraram nesta manhã. “Todo ano, sempre que pode, o Pepê vem nos visitar, nos auxilia, busca informações sobre adversários e nos ajuda” revela Krüger.


“Eu faço isso por alegria, por amor ao esporte e ao Coritiba. Conheci muita gente quando joguei no Coxa e mesmo morando em São Paulo, o carinho pelo clube e pela sua gente é muito grande. É uma satisfação poder ajudar”, conta Pepê.


Para ele, hoje o futebol mudou muito comparado a sua época. “O futebol de hoje foi tomado pela força física. O preparo físico supera a técnica muitas vezes. Ganhamos agilidade, dribles mais rápidos, lances mais ligeiros, mas perdemos o requinte de antigamente”, compara.


Quem foi Pepê


Pedro Paiva (foto, em pé, no centro), nasceu em 1941, chegou ao Coxa em 1964, onde ficou até 1967. Jogou com Dirceu Krüger em 1966/67. “Comecei minha carreira na base do São Paulo, mas fui servir o exército. Depois fui jogar no Joinville, passei pelo futebol de Itajaí, até que um conselheiro do Coritiba me viu e me levou para lá”, relembra.


“Não era um jogador que todos falavam para marcar, pegar, mas gostava muito do espetáculo, de levar o lance próximo a torcida e passar por debaixo das pernas do adversário, dar chapeuzinho”, diz Pepê. “O futebol, na minha opinião, é espetáculo. O torcedor paga como se fosse ao cinema, ao teatro, ele quer ver isso, essa magia em campo e era assim que eu procurava jogar”, complementa.

 

Ídolos do passado apóiam novos talentos
Dirceu Krüger e Pepê jogaram juntos na década de 60 e se reencontram em São Bernardo para prestigiar novos craques do Coxa
Há 17 anos - 05/01/2009 13:21
Ídolos do passado apóiam novos talentos

Somente um Clube que está próximo de completar seu centenário tem tanta história para contar. Ídolos do passado se encontraram hoje na principal competição de base do Brasil, onde novos talentos do Coritiba buscam uma chance para se tornar, quem sabe, um novo ídolo alviverde.


O craque Dirceu Krüger e o volante Pepê (que mora em São Paulo), que jogaram juntos na década de 60 se reencontraram nesta manhã. “Todo ano, sempre que pode, o Pepê vem nos visitar, nos auxilia, busca informações sobre adversários e nos ajuda” revela Krüger.


“Eu faço isso por alegria, por amor ao esporte e ao Coritiba. Conheci muita gente quando joguei no Coxa e mesmo morando em São Paulo, o carinho pelo clube e pela sua gente é muito grande. É uma satisfação poder ajudar”, conta Pepê.


Para ele, hoje o futebol mudou muito comparado a sua época. “O futebol de hoje foi tomado pela força física. O preparo físico supera a técnica muitas vezes. Ganhamos agilidade, dribles mais rápidos, lances mais ligeiros, mas perdemos o requinte de antigamente”, compara.


Quem foi Pepê


Pedro Paiva (foto, em pé, no centro), nasceu em 1941, chegou ao Coxa em 1964, onde ficou até 1967. Jogou com Dirceu Krüger em 1966/67. “Comecei minha carreira na base do São Paulo, mas fui servir o exército. Depois fui jogar no Joinville, passei pelo futebol de Itajaí, até que um conselheiro do Coritiba me viu e me levou para lá”, relembra.


“Não era um jogador que todos falavam para marcar, pegar, mas gostava muito do espetáculo, de levar o lance próximo a torcida e passar por debaixo das pernas do adversário, dar chapeuzinho”, diz Pepê. “O futebol, na minha opinião, é espetáculo. O torcedor paga como se fosse ao cinema, ao teatro, ele quer ver isso, essa magia em campo e era assim que eu procurava jogar”, complementa.