Quem se lembra daquelas manhãs do primeiro dia do ano, em que toda a “piazada” levantava cedinho e corria para a vizinhança a lhes desejar em primeira mão as “boas entradas de ano novo”, ou também têm na memória outros hábitos comuns como jogar bolinhas de gude, no búrico, triângulo, ou na roda? Disputar as figurinhas no “bafo”, ou até no “tique”, trocar gibis defronte ao cine Oásis; empinar a sua imponente raia “bidê”; soltar os “chinesinhos”, ou ainda carregar as famosas figurinhas do “Zequinha” naquelas carteirinhas feitas em papelão e tecido? Pois é; tempos em que saíamos pelos bairros despreocupadamente a brincar, ou até a caçar rãs, e ficávamos deslumbrados quando passava o “Sandú” ou a “Errepê”; aguardávamos ansiosamente os jogos do Coritiba para virmos até a Praça Rui Barbosa, e depois numa caminhada festiva, dar uma passada pelo Passeio Público subindo então para o Belfort Duarte, buscávamos avidamente um “Tio” que nos deixasse entrar em sua companhia, onde após alguns segundos sumíamos rapidamente para acompanhar as músicas fantásticas tocadas pelo “MUC”.
Quem testemunhou as feras do Saldanha em 1970 e viu o maior número de balões da história nos céus de Curitiba? Quem viu a “Dupla caipira” Paquito e Tião Abatiá, Célio, Hermes, Kruger, Zé Roberto, Paulo Vecchio, Passarinho, Hidalgo entre tantos outros.
Pois é; quem teve estes privilégios agora se prepara para vivenciar o Centenário do maior detentor de títulos da história de nosso estado. Realmente um momento único, onde por certo seremos brindados com grandes realizações e enriquecermos ainda mais as nossas lembranças. A única maneira de não envelhecer é morrer jovem, sucesso e vida longa ao nosso Coritiba Foot Ball Club.
Quem se lembra daquelas manhãs do primeiro dia do ano, em que toda a “piazada” levantava cedinho e corria para a vizinhança a lhes desejar em primeira mão as “boas entradas de ano novo”, ou também têm na memória outros hábitos comuns como jogar bolinhas de gude, no búrico, triângulo, ou na roda? Disputar as figurinhas no “bafo”, ou até no “tique”, trocar gibis defronte ao cine Oásis; empinar a sua imponente raia “bidê”; soltar os “chinesinhos”, ou ainda carregar as famosas figurinhas do “Zequinha” naquelas carteirinhas feitas em papelão e tecido? Pois é; tempos em que saíamos pelos bairros despreocupadamente a brincar, ou até a caçar rãs, e ficávamos deslumbrados quando passava o “Sandú” ou a “Errepê”; aguardávamos ansiosamente os jogos do Coritiba para virmos até a Praça Rui Barbosa, e depois numa caminhada festiva, dar uma passada pelo Passeio Público subindo então para o Belfort Duarte, buscávamos avidamente um “Tio” que nos deixasse entrar em sua companhia, onde após alguns segundos sumíamos rapidamente para acompanhar as músicas fantásticas tocadas pelo “MUC”.
Quem testemunhou as feras do Saldanha em 1970 e viu o maior número de balões da história nos céus de Curitiba? Quem viu a “Dupla caipira” Paquito e Tião Abatiá, Célio, Hermes, Kruger, Zé Roberto, Paulo Vecchio, Passarinho, Hidalgo entre tantos outros.
Pois é; quem teve estes privilégios agora se prepara para vivenciar o Centenário do maior detentor de títulos da história de nosso estado. Realmente um momento único, onde por certo seremos brindados com grandes realizações e enriquecermos ainda mais as nossas lembranças. A única maneira de não envelhecer é morrer jovem, sucesso e vida longa ao nosso Coritiba Foot Ball Club.