Volta ao lar VI
Nego Pessôa escreve sua nova coluna no coritiba.com.br
Há 17 anos - 22/12/2008 10:27
Volta ao lar VI

POUCOS&BONS


Repetirei: quem ganha, perde, empata os jogos dentro do campo contra onze adversários são os jogadores numa área de 105 X 70, a lutar por objeto redondo. Ganha, perde, empata apesar do árbitro&bandeirinhas; ganha, perde, empata apesar do campo&torcida&do resto.


CONSEQÜÊNCIA


Segue-se o quê a radical afirmativa? O óbvio, ululante: importante é o jogador, os jogadores, bons jogadores, claro. Se fosse desafiado a quantificar a importância da moçada cravaria 99%. Tudo o mais não passa de mero complemento. Ou coadjuvante. Ou ainda e pra usar iniciais que aprendi na pharmácia (sic) do meu pai, em Irati: QSP. Isto é, QUANTIDADE SUFICIENTE PARA... Sacou? É isto aí.


PRIORIDADE


Pelos jogos que vi - e vi o bastante – o Coritiba não precisa de outra equipe nem de muitos reforços para ter onze* forte, capaz de vencer, encantar: a base armada este ano é sólida, extensa. E se houver cacife para trazer apenas um, não mais que um reforço, este terá de ser bom meia direita. Mas não armador ou armandinho. E sim de chegada à área adversária, capaz de criar&concluir.


CONTRATEMPO


Na hipótese não improvável de inexistir no mercado belo tipo faceiro ou estar acima das posses alviverdes - o que fazer? NADA. Encher prateleiras com mercadorias de má qualidade, supérfluas, é burrice. O bolchevique, aquele, tinha razão: poucos&bons!


PÉ DA PÁGINA


* Em primeiro lugar completar o onze base; em seguida os reservas chaves: zagueiro, lateral, médio, meia, avante; a tchiurma do descargo de consciência vem bem depois.

Volta ao lar VI
Nego Pessôa escreve sua nova coluna no coritiba.com.br
Há 17 anos - 22/12/2008 10:27
Volta ao lar VI

POUCOS&BONS


Repetirei: quem ganha, perde, empata os jogos dentro do campo contra onze adversários são os jogadores numa área de 105 X 70, a lutar por objeto redondo. Ganha, perde, empata apesar do árbitro&bandeirinhas; ganha, perde, empata apesar do campo&torcida&do resto.


CONSEQÜÊNCIA


Segue-se o quê a radical afirmativa? O óbvio, ululante: importante é o jogador, os jogadores, bons jogadores, claro. Se fosse desafiado a quantificar a importância da moçada cravaria 99%. Tudo o mais não passa de mero complemento. Ou coadjuvante. Ou ainda e pra usar iniciais que aprendi na pharmácia (sic) do meu pai, em Irati: QSP. Isto é, QUANTIDADE SUFICIENTE PARA... Sacou? É isto aí.


PRIORIDADE


Pelos jogos que vi - e vi o bastante – o Coritiba não precisa de outra equipe nem de muitos reforços para ter onze* forte, capaz de vencer, encantar: a base armada este ano é sólida, extensa. E se houver cacife para trazer apenas um, não mais que um reforço, este terá de ser bom meia direita. Mas não armador ou armandinho. E sim de chegada à área adversária, capaz de criar&concluir.


CONTRATEMPO


Na hipótese não improvável de inexistir no mercado belo tipo faceiro ou estar acima das posses alviverdes - o que fazer? NADA. Encher prateleiras com mercadorias de má qualidade, supérfluas, é burrice. O bolchevique, aquele, tinha razão: poucos&bons!


PÉ DA PÁGINA


* Em primeiro lugar completar o onze base; em seguida os reservas chaves: zagueiro, lateral, médio, meia, avante; a tchiurma do descargo de consciência vem bem depois.